*Verus philosophus est amator Dei - Santo Agostinho
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Milton Wendel(segunda parte)
Este período da então chamada Colônia Dona Francisca foi de vertiginoso crescimento. A chegada constante e regular de novos imigrantes deve ter moldado uma sociedade dinâmica. As atividades eram primárias: desmatar com machado, sanear com pá e enxada, pavimentar com cascalho. Uma vida dura e rústica. Mas havia ânimo e o ânimo fazia crescer. O crescimento fez com que uns cinco quilômetros quadrados de mata virgem se tornassem uma vila de verdade, com casas de material, jardins muito bem cuidados e até algumas indústrias, além de um incipiente comércio. Havia intensa correspondência com a Europa. Os serviços de transporte e comunicação agenciados em São Francisco do Sul e que cumpriam escalas regulares ao longo da costa - Itajaí, Paranaguá, Santos, Rio - tinham agora um novo e respeitável cliente. A origem monárquica das terras trazia a possibilidade de a cidade vir a ser lar da nobre família do príncipe de Joinville - uma quimera cívica de nobreza. A natureza era farta, as terras estavam descançadas, todos estavam dispostos a investir.(continua)
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