*Verus philosophus est amator Dei - Santo Agostinho

domingo, 26 de julho de 2026

quarta-feira, 22 de julho de 2026

Alerta


 

É questão de Justiça


 

Sobre relacionamentos

 No início de um relacionamento, seu cérebro não enxerga a pessoa como ela realmente é.

A paixão libera substâncias como dopamina e oxitocina, fazendo você ver muito mais o potencial do que a realidade.
Assumir um compromisso é como assinar um contrato para os próximos 20, 30 ou 50 anos.
Você faria isso apenas porque alguém tem um sorriso bonito? Então por que faria com a sua vida?
1. Love bombing não é amor, é estratégia.
Quem declara amor intenso em poucos dias pode estar criando dependência emocional antes mesmo de você conhecer seu verdadeiro caráter. Amor saudável cresce com o tempo.
2. O caráter aparece na frustração.
Observe como a pessoa reage quando é contrariada, recebe um "não", enfrenta um problema ou trata pessoas que não podem lhe oferecer nada. É aí que a verdadeira personalidade aparece.
3. Você não vai mudar ninguém com amor.
As pessoas só mudam quando elas mesmas decidem mudar. Entrar em um relacionamento esperando que o outro se transforme é amar uma fantasia, não a realidade.
4. Ninguém chega sozinho.
Cada pessoa traz sua história, seus traumas e seus padrões familiares. Se ela não buscou amadurecimento emocional, esses conflitos podem fazer parte da relação.
5. Não ignore os sinais de alerta.
Quando gostamos de alguém, tendemos a justificar comportamentos inadequados. Sua intuição costuma perceber o que sua mente tenta explicar. Red flags (bandeira vermelha) ignoradas no início costumam se tornar grandes problemas depois.
6. Química não substitui valores.
A atração aproxima, mas são os valores que sustentam um relacionamento. Conversar sobre respeito, dinheiro, família, filhos e projetos de vida é tão importante quanto a paixão.
7. Respeito vale mais do que paixão.
A paixão oscila. O respeito permanece. Quem ama, mas não respeita, machuca. Quem respeita protege sua paz, seus sonhos e sua individualidade.
Em resumo:
Não tenha pressa para dizer "sim". O tempo revela o que a emoção esconde.
Observe atitudes, faça perguntas difíceis e permita que a realidade apareça antes de tomar uma decisão.
Porque, no fim das contas, é melhor estar sozinha e em paz do que acompanhada e vivendo um relacionamento que destrói sua paz.

Leila Rohden

quinta-feira, 16 de julho de 2026

terça-feira, 14 de julho de 2026

sexta-feira, 10 de julho de 2026

sábado, 4 de julho de 2026

segunda-feira, 29 de junho de 2026

domingo, 28 de junho de 2026

quarta-feira, 17 de junho de 2026

Fato

Muitas vezes, agimos da forma correta, mas não somos vistos nem reconhecidos. As pessoas não entendem e não aceitam o nosso comportamento. O reconhecimento só vem com o tempo, e ainda assim de maneira pontual ou isolada. É um processo demorado e, muitas vezes, partimos sem sermos compreendidos. O mundo, de fato, é cruel.

Juliano Carvalho Bueno

domingo, 14 de junho de 2026

segunda-feira, 8 de junho de 2026

sábado, 6 de junho de 2026

Aceite

 Os semelhantes se juntam aos semelhantes

Cazuza

Dias sim, dias não

Eu vou sobrevivendo sem um arranhão

Da caridade de quem me detesta

Cazuza

sábado, 30 de maio de 2026

A terrível constatação de Nietzsche

 "O que não cessa de causar dor fica na memória"

Fonte: Retirado do livro "Violência e Tabu entre Professores e Alunos" do Profº Antônio A.S.Zuin

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Por que a classe média apoia o Fascismo?


O apoio da classe média ao fascismo é historicamente impulsionado pelo medo do declínio socioeconômico e pela aversão a mudanças radicais. Esse grupo sente-se ameaçado tanto pela elite econômica, que concentra renda, quanto pelas classes populares, cujas reivindicações de igualdade são vistas como uma ameaça aos seus privilégios, status e propriedade.

sábado, 16 de maio de 2026

Não se iluda

 Você não é insubstituível.

quinta-feira, 7 de maio de 2026

domingo, 3 de maio de 2026

Zygmunt Bauman

 "A desigualdade não é um erro do sistema, é o sistema funcionando perfeitamente." 

Zygmunt Bauman

sábado, 21 de março de 2026

João de Joinville

Foi um cronista e nobre francês medieval (c. 1224–1317). Ele é famoso por ter acompanhado o rei Luís IX da França na Sétima Cruzada e por escrever a Vida de São Luís, uma das biografias mais importantes da Idade Média. A cidade de Joinville, na França, leva seu nome. A imagem abaixo é de João de Joinville entregando seu livro ao rei Luís IX.



domingo, 15 de março de 2026

Thomas Münzer


 Thomas Münzer foi um pregador revolucionário do início do século XVI. Professor de teologia que inicialmente aderiu a Lutero, tornou-se o líder do levantamento armado que em 1525 atravessou a Alemanha: das margens do lago Constança à Turíngia e Franconia [região do sul da Alemanha], passando pelo Tirol, a Floresta Negra e a Alsácia; contra os senhores feudais e o clero, um bando diabólico de “enguias” e “cobras”, segundo o seu sermão aos príncipes, de 1524. Esta revolta popular, “a maior e mais difundida na Europa antes da Revolução de 1789”1, reuniu mineiros, camponeses e homens comuns numa guerra que ficaria na história como a Guerra dos Camponeses. Pouco depois do extermínio dos insurgentes na Batalha de Bad Frankenhausen, em maio de 1525, Thomas Münzer foi preso, torturado e decapitado. Pela primeira vez.

Thomas Münzer e o totalitarismo

Entre ocultações, esquecimentos e ressurgimentos, Thomas Münzer, situado na desconjuntura do mundo feudal, é um daqueles nomes através dos quais se desdobram uma série de aspirações, medos e confrontos, nos quais se articula a política moderna.

Como tantas linhas de confronto, são longos os caminhos que unem e separam o fanático Thomas Münzer, um "profeta assassino e sanguinário" (segundo Lutero), possuído pelo diabo (Melanchthon, Lutero), e o rosto que adornava a nota de cinco marcos da Alemanha Oriental; que ligam e separam o santo massacre dos rebeldes ímpios, “cujas gargantas era hora de degolar como a cães raivosos” (Lutero, “Missiva sobre o duro libreto contra os camponeses”, 1525), e esse povo da “primeira revolução burguesa da Alemanha”, glorificado no imenso fresco (1.800 metros quadrados, ou seja, 14 metros de altura e 123 metros de comprimento) da rotunda de Bad Frankenhausen. O partido da Alemanha Oriental tinha iniciado o projeto em 1973. A inauguração ocorreu em setembro de 1989, dois meses antes da queda do Muro de Berlim. (continua o texto)

Para continuar a leitura na íntegra acesse: esquerda.net



sábado, 24 de janeiro de 2026


 O inferno é uma criação humana?

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026