sábado, 26 de fevereiro de 2011

Georges Le Maitre,por Milton Wendel

Certa vez os jornalistas da British Broadcasting Corporation, tendo recebido um "jabá" da Igreja Anglicana, tentaram ridicularizar as idéias de um astrofísico católico formado em Cambridge, com trânsito no Instituto Tecnológico de Massachusetts, que poderia ter-se aposentado como coronel do exército Belga por ter sido herói na segunda guerra mundial. O padrezinho Georges Le Maitre, porém, não engolia iscas medíocres. Recolheu-se ao ambiente da UNIVERSIDADE CATÓLICA DE LAUVANE, na Bélgica de lingua francesa, e passou a dar aulas sobre Teoria da Relatividade, vestindo sempre uma batina. Discutia com Niels Bohr e Albert Eintein. Leu as publicações de Edwin Hubble. Acabou sendo considerado o PAI DO BIG BANG. Não foi cientista, pela concepção de Darwin, e nem religioso pela concepção dos papas. Só pensou. Só deduziu.


Dava aulas vestindo a batina e, antes de morrer, disse que "há duas maneiras de se buscar a verdade e eu escolhi as duas".


Não merece uma reverência?

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