*Verus philosophus est amator Dei - Santo Agostinho

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Jimmy Carter e o Brasil

O presidente americano Jimmy Carter, ao contrário dos seus antecessores republicanos, influenciou o processo de abertura democrática de países latino americanos, quase todos então governados por ditadores militares. No ano de 1977, Jimmy Carter encontrou-se com o então presidente brasileiro Ernesto Geisel e influenciou a ala de militares brasileiros ligados a Geisel para um processo de abertura, que seria continuado pelo presidente João Figueiredo.

Fonte:Wikipédia

Um comentário:

Unknown disse...

Vamos entender a razão pela qual os americanos, representado na época por Jimmy Carter, lutaram pela "democratizaçâo" em todos os países, principalmente na América Latina. Ficava muito caro para os americanos interferir e apoiar permanentemente ditaduras militares. Seria melhor impor um modelo econômico aos países e estes escolhessem seus representantes.
Estava já em andamento um Novo Plano Econômico Mundial que consolidaria o poder dos Estados Unidos. A NOVA ORDEM ECONÔMICA. As principais ferramentas:
Privatização geral e Irrestrita. Quebra de monopólios. Neoliberalismo. Quebra de Protecionismo ( exceto para os americanos). FMI no controle econômico dos países endividados. E por fim para sacramentar GLOBALIAZAÇÃO. Os países seguindo essa "cartilha", fazendo esse "dever de casa" , garantiria a sobrevida do modelo econômico dos Estados Unidos. No Brasil o "sociólogo" FHC fez muito bem o dever de casa.
Então, esse interesse dos americanos em lutar pela democracia na América Latina, não era porque eles gostavam muito dos nossos olhos. Era a sua sobrevivência que estava em jogo.
Exemplo: Essa crise atual, os americanos carregaram todos para o buraco. Imaginem só, se ele fosse para o buraco sozinho. A globalização salvou-os do pior.