terça-feira, 4 de agosto de 2009
UFSC é uma realidade em Joinville
domingo, 2 de agosto de 2009
MAÇONARIA - 178 ANOS EM SANTA CATARINA
A solenidade que comemorou os 178 anos da criação da Maçonaria em Santa Catarina e homenageou o seu patrono, Jerônimo Coelho, reuniu dezenas de pessoas no Auditório Deputada Antonieta de Barros, na Assembléia Legislativa.
No evento foram homenageados com medalhas e certificados algumas entidades e pessoas que trabalham em prol das comunidades.
A data foi escolhida porque em julho de 1831, mais precisamente no dia 2, Jerônimo Coelho lançou o primeiro jornal do estado, na Capital, chamado “O Catharinense”, proclamando-o como “Sentinela da Liberdade”.
Segundo o grão-mestre do Grande Oriente do Brasil em Santa Catarina, Jerônimo Coelho teve ajuda para dar início à imprensa no Estado. “Foram os maçons que doaram o prelo para que o jornal fosse rodado. A imprensa catarinense deve seu início à maçonaria”, disse.
O patrono da imprensa catarinense também fundou a primeira Loja Maçônica de Santa Catarina, denominada Concórdia. Um dos homenageados durante o evento, com a medalha Ordem de Mérito de Dom Pedro I, foi Ivo Bandeira Corte com 92 anos de idade dos quais 60 dedicados à maçonaria. “Esse evento me alegra muito, pois demonstra o reconhecimento por aqueles que trabalharam pela Maçonaria. Aprendi muito na Maçonaria, até mesmo o bom comportamento.” Todos os homenageados com esta honraria têm mais de 40 anos de Maçonaria.
Os deputados Gelson Merísio e Jean Kuhlmann, ambos do Democratas, foram agraciados com a medalha de Benemérito da Maçonaria Catarinense. “Mais que reconhecimento por aqueles que trabalham pelo povo de Santa Catarina, é um incentivo para que esses trabalhos sejam constantes em nossa jornada”, disse Merísio. Já o deputado Jean Kuhlmann destacou que a Maçonaria tem relevante significado para o estado. “Todo esforço daqueles que fazem um trabalho sincero pela sociedade catarinense está aqui. Estou lisonjeado por fazer parte disso.”Fonte:Gazeta das Praias(02/08/2009)
Muito interessante o pensamento do Prisco
Eleição atípica em Santa Catarina,por Cláudio Prisco
Apreciando com atenção o cenário político desde 1982, quando foram restabelecidas as eleições diretas para os governos estaduais, será possível constatar que, em Santa Catarina, nunca o processo eleitoral deixou de ter candidaturas naturais. Quando se fala em naturais e favoritas, não necessariamente vitoriosas nas urnas.
Jorge Bornhausen governador, transformou o secretário dos Transportes, Esperidião Amin, em candidato oficial e consequentemente natural, contrariando as pretensões do vice Henrique Córdova e dos deputados federais Victor Fontana, Adhemar Ghisi e João Linhares.
Do outro lado, dois candidatos estavam no páreo: o senador Jaison Barreto e o deputado federal Pedro Ivo Campos. Em pré-convenção do PMDB, Jaison foi o escolhido.
Em 1986, Pedro Ivo assumiu a condição de candidato natural e, assim como Amin quatro anos antes, elegeu-se. Não foi diferente com Vilson Kleinubing, em 1990.
Já quatro anos mais tarde, o nome natural seria novamente Esperidião Amin que, na última hora, jogou tudo para o ar e lançou-se à Presidência da República. Sua mulher, a deputada federal Ângela Amin, incorporou a candidatura natural do marido, mas acabou surpreendida pelo peemedebista Paulo Afonso Vieira.
Mais duas vezes Esperidião Amin foi candidato natural: 1998 e 2002. Ganhou a primeira como candidato da oposição e perdeu a segunda quando buscava a reeleição. Luiz Henrique da Silveira foi o Paulo Afonso da nova década.
Em 2006 LHS fez prevalecer seu favoritismo e sua candidatura natural, circunstância inexistente pela primeira vez no Estado, nos últimos 28 anos.
O pleito de 2010 está aberto (sem candidato natural) porque o casal Amin não tem mais a supremacia de votos para garantir a eleição no segundo turno e também pelo fato de Luiz Henrique não poder disputar um terceiro mandato consecutivo.
Eleição aberta quer dizer que qualquer um poderá se eleger, dependendo das candidaturas homologadas no turno inicial e das composições a serem formalizadas na grande final, quando dois candidatos vão se enfrentar num processo de caráter plebiscitário.
Isso quer dizer que estão no páreo os três nomes da tríplice aliança (Leonel Pavan, Raimundo Colombo e Eduardo Moreira) e as três alternativas oposicionistas (Ideli Salvatti, Ângela Amin ou Hugo Biehl).
Embate eleitoral de resultado absolutamente imprevisível!
Fonte:Blog do Prisco(02/08/2009)
sábado, 1 de agosto de 2009
Informações sobre o Decameron
O “Decameron” foi escrito em 1350, em plena peste negra que assolava a Europa. Na obra há dez personagens principais que, para fugir da peste, refugiaram-se em um castelo, onde nada havia a fazer. Teriam que passar ali muito tempo, até que o ambiente externo voltasse à salubridade. Para ocupar-se, cada um dos personagens contou uma história em cada um dos dez dias.
“ O “Decameron” é composto por cem histórias que abrangem as mais peculiares paixões e comportamentos humanos, e mantêm em viva presença, os” clamores da carne”, a infidelidade e as trapaças sexuais A obra tem a propriedade de revelar em cada conto que o proibido e o pecaminoso vigiados pelas autoridades no final da Idade Média , concretizavam-se em práticas habituais no dia-a-dia das pessoas comuns , do clero e da nobreza.
Fonte:karvorka.wordpres.com
Libertadores é possivel
Mas o futebol catarinense sai fortalecido
Diploma para jornalistas

O presidente da Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj), Sérgio Murillo de Andrade, afirmou que a Associação Brasileira dos Jornalistas (ABJ), que reúne jornalistas com ou sem diploma, deve escolher o ministro Gilmar Mendes, relator do processo que determinou o fim da exigência de curso superior para o exercício do jornalismo, como patrono da entidade.
Além da sugestão, Andrade rebateu a acusação da ABJ de que a Fenaj discriminaria jornalistas sem diploma na área. “A Fenaj não discrimina. Nós apenas cumprimos rigorosamente a lei de associar apenas jornalistas diplomados. Agora esperamos uma decisão do Ministério do Trabalho, porque essa lei foi violentada pelo ministro Gilmar Mendes”.
O presidente da Fenaj afirmou que existe liberdade para a criação de associações, mas que apenas duas entidades representam a categoria no País. “Todos têm legitimidade para abrirem associações, mas apenas a Fenaj, com mais de 40 mil associados e a ABI, com mais de 100 mil, representam a classe de jornalistas no Brasil”, declarou.
Fonte: Rogério Giessel (01/08/2009)

