Eu amo tudo o que foi,
Tudo o que já não é,
A dor que já me não dói,
A antiga e errónea fé,
O ontem que a dor deixou,
O que deixou alegria
Só porque foi, e voou
E hoje é já outro dia.
Fernando Pessoa
Eu amo tudo o que foi,
Tudo o que já não é,
A dor que já me não dói,
A antiga e errónea fé,
O ontem que a dor deixou,
O que deixou alegria
Só porque foi, e voou
E hoje é já outro dia.
Fernando Pessoa
No início de um relacionamento, seu cérebro não enxerga a pessoa como ela realmente é.
Muitas vezes, agimos da forma correta, mas não somos vistos nem reconhecidos. As pessoas não entendem e não aceitam o nosso comportamento. O reconhecimento só vem com o tempo, e ainda assim de maneira pontual ou isolada. É um processo demorado e, muitas vezes, partimos sem sermos compreendidos. O mundo, de fato, é cruel.
Juliano Carvalho Bueno
"O que não cessa de causar dor fica na memória"
Fonte: Retirado do livro "Violência e Tabu entre Professores e Alunos" do Profº Antônio A.S.Zuin
"A desigualdade não é um erro do sistema, é o sistema funcionando perfeitamente."
Zygmunt Bauman
Foi um cronista e nobre francês medieval (c. 1224–1317). Ele é famoso por ter acompanhado o rei Luís IX da França na Sétima Cruzada e por escrever a Vida de São Luís, uma das biografias mais importantes da Idade Média. A cidade de Joinville, na França, leva seu nome. A imagem abaixo é de João de Joinville entregando seu livro ao rei Luís IX.
Thomas Münzer e o totalitarismo
Entre ocultações, esquecimentos e ressurgimentos, Thomas Münzer, situado na desconjuntura do mundo feudal, é um daqueles nomes através dos quais se desdobram uma série de aspirações, medos e confrontos, nos quais se articula a política moderna.
Como tantas linhas de confronto, são longos os caminhos que unem e separam o fanático Thomas Münzer, um "profeta assassino e sanguinário" (segundo Lutero), possuído pelo diabo (Melanchthon, Lutero), e o rosto que adornava a nota de cinco marcos da Alemanha Oriental; que ligam e separam o santo massacre dos rebeldes ímpios, “cujas gargantas era hora de degolar como a cães raivosos” (Lutero, “Missiva sobre o duro libreto contra os camponeses”, 1525), e esse povo da “primeira revolução burguesa da Alemanha”, glorificado no imenso fresco (1.800 metros quadrados, ou seja, 14 metros de altura e 123 metros de comprimento) da rotunda de Bad Frankenhausen. O partido da Alemanha Oriental tinha iniciado o projeto em 1973. A inauguração ocorreu em setembro de 1989, dois meses antes da queda do Muro de Berlim. (continua o texto)
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