Foi um cronista e nobre francês medieval (c. 1224–1317). Ele é famoso por ter acompanhado o rei Luís IX da França na Sétima Cruzada e por escrever a Vida de São Luís, uma das biografias mais importantes da Idade Média. A cidade de Joinville, na França, leva seu nome. A imagem abaixo é de João de Joinville entregando seu livro ao rei Luís IX.
Feudalismo Atual!!!
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sábado, 21 de março de 2026
domingo, 15 de março de 2026
Thomas Münzer
Thomas Münzer foi um pregador revolucionário do início do século XVI. Professor de teologia que inicialmente aderiu a Lutero, tornou-se o líder do levantamento armado que em 1525 atravessou a Alemanha: das margens do lago Constança à Turíngia e Franconia [região do sul da Alemanha], passando pelo Tirol, a Floresta Negra e a Alsácia; contra os senhores feudais e o clero, um bando diabólico de “enguias” e “cobras”, segundo o seu sermão aos príncipes, de 1524. Esta revolta popular, “a maior e mais difundida na Europa antes da Revolução de 1789”1, reuniu mineiros, camponeses e homens comuns numa guerra que ficaria na história como a Guerra dos Camponeses. Pouco depois do extermínio dos insurgentes na Batalha de Bad Frankenhausen, em maio de 1525, Thomas Münzer foi preso, torturado e decapitado. Pela primeira vez.
Thomas Münzer e o totalitarismo
Entre ocultações, esquecimentos e ressurgimentos, Thomas Münzer, situado na desconjuntura do mundo feudal, é um daqueles nomes através dos quais se desdobram uma série de aspirações, medos e confrontos, nos quais se articula a política moderna.
Como tantas linhas de confronto, são longos os caminhos que unem e separam o fanático Thomas Münzer, um "profeta assassino e sanguinário" (segundo Lutero), possuído pelo diabo (Melanchthon, Lutero), e o rosto que adornava a nota de cinco marcos da Alemanha Oriental; que ligam e separam o santo massacre dos rebeldes ímpios, “cujas gargantas era hora de degolar como a cães raivosos” (Lutero, “Missiva sobre o duro libreto contra os camponeses”, 1525), e esse povo da “primeira revolução burguesa da Alemanha”, glorificado no imenso fresco (1.800 metros quadrados, ou seja, 14 metros de altura e 123 metros de comprimento) da rotunda de Bad Frankenhausen. O partido da Alemanha Oriental tinha iniciado o projeto em 1973. A inauguração ocorreu em setembro de 1989, dois meses antes da queda do Muro de Berlim. (continua o texto)
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