*Verus philosophus est amator Dei - Santo Agostinho

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Eu avisei...Falar por falar deu nisso!!!

Tem dois políticos aqui de Joinville que estão sendo esquecidos.Falam e falam.Ação concreta,nenhuma.Ano que vem vocês dois verão os resultados nas urnas.Um é ligado aos católicos e o outro ao povo evangélico.

Reino da Araucania e Patagônia...


Também conhecido como Nova França,foi fundado por um advogado a aventureiro francês chamado Orelie Antoine de Tounens aqui na América do Sul em meados do século XIX e nunca foi reconhecido...O reino reclamava as terras da Patagônia e da Araucania.Foram expulsos pelo Exército chileno,mas os descendentes de seu líder,Antoine Oreliane mantêm um governo no exílio.Hoje o reino é "governado" pelo príncipe Felipe,desde 1952,a partir de Paris...O território reivindicado pelo Reino da Patagônia,inclui a Argentina e parte do Chile.

Todos vereadores foram convidados,mas...

Os vereadores da oposição não aceitaram o convite do prefeito Carlito Merss...É uma pena.Depois dizem que o executivo municipal não quer dialogar.Agora sabemos muito bem quem não quer conversa.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Só foi eu elogiar...


Caramba só fui elogiar o Internacional e o Grêmio...e eles perdem??? Aí não dá...Vou plantar um pé de arruda agora...rsrsrsrsr

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Precisamos ser honestos

O único radialista de Joinville que profetizou que o Jec estava indo para o beleléu...com certeza foi o Beto Gebaili.Ele falou ontem(30/06/2009) na rádio Colon FM e eu estava ouvindo.Parabéns Beto Gebaili.Nesse ponto você é merecedor de elogios.

Futebol gaúcho está sobrando...


Não tem pra Rio,nem pra São Paulo.As equipes gaúchas estão deitando e rolando no futebol brasileiro.Porto Alegre está em festa com o Grêmio e Internacional.Muita moral mesmo.

Rio Cachoeira (Texto de Milton Wendel)

Nasci em Joinville, mas não na época em que o rio Cachoeira ainda permitia tomar banho. Peguei a fase em que o joinvilense se orgulhava de ver o rio ora verde, ora vermelho, ora amarelo. A tinta no rio, garganteavam os deslumbrados joinvilenses dos "bons tempos" do estilingue e da espingardinha de pressão, significava progresso, empregos, impostos recolhidos...

O rio Cachoeira de uma certa época tinha estaleiros, equipes que treinavam remo, lanchas de recreio rebocando esquis aquáticos e servia como via de transporte. Gerava empregos. Conheci alguns construtores de barcos e vi alguns caboclos trazendo pescadinha e camarão para o Mercado Municipal. Devo ter conhecido os últimos. Se alguém conheceu os penúltimos, que nos conte como eram.

Já o rio Cachoeira de outra época virou um esgoto a céu aberto. O xixi ainda vai; o xixi é dissolvível, degradável. Astronautas na ISS bebem xixi - reciclado, mas xixi. O cocô não é nada. Também dissolve, tudo vira humus. Na natureza nada se cria e nada se perde, tudo vira bosta. E bosta não faz mal. Se fizesse, estaríamos mortos neste montão de bosta que geramos todos os dias.

A época que destruiu o rio Cachoeira foi aquela em que se jogou tinta nele. Tinta, cromo, mercúrio, sofá velho, pneu e camisinha. E esta época não tem uma data como nos livros de História. As datas são feitas para cair nas provas. As provas são feitas para dizer à sociedade que as crianças aprenderam alguma coisa e já podem ir brincar com suas espingardas de pressão e seus estilingues e seus motores a quatro tempos de todos os tempos. A época que destruiu o Cachoeira começou ao lado do primeiro imigrante que, desembarcando da canoa que o trouxe de São Francisco, fez xixi na margem do ribeirão Mathias, aquele mesmo que hoje é um esgoto coberto com umqa laje, ali ao lado daquela praça que "remodelaram" outro dia e foi inaugurada com discurso do prefeito. Ao lado do alemão que fez o primeiro xixi no Mathias tinha outro já pensando em como fazer um cocho para lavar roupas. E o grande sabão em pó da história veio enchendo o rio de espuma, uma espuma tão densa que impediu de ver qualquer coisa que não fosse a roupa limpa e engomada de uma sociedade bonita, próspera, educada, mas que criou um rio podre bem no meio dela.

Vem prefeito, vai prefeito... A hipocrisia de sempre, a preguiça política de sempre, o rio vai ficando mais podre e o povo vai ficando mais distante da realidade estética de um rio navegável, banhável, potável. O "pogrécio" é uma droga que vai escravizando a massa, analfabeta política e ignorante de estética. Chego a pensar que a Joinville senhora feudal não teve nenhum cuidado com o Cachoeira porque preferia ter o que contar de bom e de chique quando voltasse das férias no exterior (visitar a ômama na Alemanha foi sempre tão gostoso...) e assim continuar representando, diante da vassalagem local, alguma coisa próxima de uma vanguarda - ou apenas uma coisa qualquer mais "chique" do que ser operário da Tupy.

E o rio podre tem assim um jeitão de troféu. É o sangue derramado, o orgulho cívico obscurantista de um modelo degradador. De certa forma ele é um coitado pendurado numa cruz para pagar nossos pecados - o maior deles a gula e o segundo o carro novo. Ele não foi apodrecido pela incultura da elite, ele apodreceu porque a sofrida elite precisava dar empregos aos queridos, amados... operários. Tudo pelo "pogrécio"!

Vem prefeito, vai prefeito, e a coisa não muda.

Que Deus olhe por essas pessoas

Só nos resta pedir para Deus olhar por esse povo trabalhador que passa essa humilhação todos os dias.

Rádio Cultura,50 anos de História

A Rádio Cultura de Joinville comemora hoje 50 anos...Essa emissora que acompanha desde a sua fundação a vida de Joinville...Testemunhando todos acontecimentos bons e ruins da maior cidade de Santa Catarina.O bacana da Rádio Cultura é que ela prioriza o jornalismo.Parabéns a todos os comunicadores e funcionários dessa rádio que é um orgulho para Joinville e seu povo.

Obrigado ao "Comunicar Sempre"

Obrigado ao sr...ou a sra. "Comunicar Sempre" que achou interessante o texto do cientista Carl Sagan e do trem em Joinville.