*Verus philosophus est amator Dei - Santo Agostinho

sábado, 8 de agosto de 2009

Sorte ou competência???

Com certeza em relação ao Avaí é a segunda opção.Empatar com o Santos lá na "Vila" não é tarefa fácil nem para Corinthians,Palmeiras e São Paulo.Ou o Avaí é um super time...ou o futebol brasileiro está fraco demais.

Secretaria da simplicidade

A gente que anda por aí observa que o povo tem algumas idéias que poderiam contribuir para a solução de alguns problemas da cidade.Na maioria das vezes essas idéias não chegam até o gestor público.Deveria existir em Joinville a "secretaria da simplicidade".A população através dessa secretaria poderia mostrar onde estão os problemas e além de tudo contribuir com soluções.Tudo bem certinho,protocolado...O interessante é o cidadão sair da secretaria com um documento que mostre que ele se interessou em ajudar o poder público.

Arborização com árvores frutíferas

Passei hoje pela manhã na rua Princesa Isabel e percebi que bem na entrada do Colégio Bom Jesus existe uma ameixeira e uma goiabeira na calçada...Não sou um especialista no assunto...mas defendo o plantio de árvores frutíferas em Joinville...Ainda me vem na cabeça,aqueles bons tempos onde as crianças andavam livremente pelas ruas e comiam goiabas nos terrenos baldios...Mas são idéias...ou sonhos...Né!!!

Viva Maquiável!!!

Maquiável era um gênio.Conseguiu escrever um livro que se mantém ainda atual.Viva Maquiável!!!

Como devem os "príncipes" honrar a sua palavra,por Maquiável

O quão louvável é que um "príncipe" honre a sua palavra e viva de uma forma íntegra,cada qual o compreenderá.Todavia,a experiência nos faz ver que,"nestes nossos tempos",os príncipes que mais se destacaram pouco se preocuparam em honrar as suas promessas;que,além disso,eles souberam,com astúcia,ludibriar a opinião pública;e que,por fim,ainda lograram vantagens sobre aqueles que basearam as suas condutas na lealdade.
Fonte: O Príncipe.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Descaso com o trânsito de Joinville

Infelizmente continua o descaso com o trânsito de Joinville.Trevos,rotatórias e ruas mal sinalizadas.Será que a segurança no trânsito está sendo prioridade para a Prefeitura???

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Uma pergunta


Quem será que conquistará a "Copinha"??? Quem será??? Só tem uma vaga para a série D.

Avaí e Chapecoense querem participar

Vale ressaltar o interesse de Avaí e Chapecoense pela "Copinha". Apesar do clube da capital estar fazendo uma grande campanha em nível nacional,o clube da ilha não deixará de prestigiar uma competição de menor expressão...O mesmo ocorre com a Chapecoense. Para as duas agremiações,a participação na "Copinha" é uma forma de ir preparando as equipes para o campeonato catarinense de 2010 que com certeza será muito mais competitivo que o desse ano.

Descobrimentos portugueses.Muito Interessante!!!

Os descobrimentos portugueses foram o conjunto de viagens e explorações marítimas realizadas entre 1415 e 1543. Os descobrimentos resultaram na expansão portuguesa e contribuiram para delinear o mapa do mundo, impulsionados pela procura de rotas alternativas para o comércio. Com estas descobertas os portugueses iniciaram a Era dos Descobrimentos europeus que durou do século XV até ao XVII, e foram responsáveis por importantes avanços da tecnologia e ciência náutica, cartografia e astronomia, desenvolvendo os primeiros navios capazes de navegar em segurança em mar aberto no Atlântico.

Fonte:Wikipédia

A crise dos jornais, por Apolinário Ternes

A crise dos jornais continua aberta à discussão em boa parte do planeta. Dentro e fora dos jornais. Na semana que passou, na revista “Veja”, Gay Talese, um dos mais festejados jornalistas dos Estados Unidos, deu o seu ponto de vista, mostrando a outra face da mesma crise. Pregou a absolvição do jornalismo e, paradoxalmente, condenou determinadas práticas do ofício.

Disse, por exemplo, que a imprensa americana caiu na lorota de que havia armas de destruição em massa no Iraque. Que Washington está cheia de jornalistas que cultuam o poder e convivem à mesma mesa, sempre prontos a acreditar no governo. Que o governo usa a imprensa mais do que a imprensa usa o governo. Que os novos jornalistas não cultivam o ceticismo, e que poucos conseguem sintonizar a vida real.

O cenário descrito por Talese sobre a mídia americana é pouco confortador. O mais perturbador é que ele menciona os Estados Unidos e Washington, mas concordamos que se refere mesmo ao Brasil e a Brasília. Uma similitude impressionante. Diz que o “politicamente correto” é um veneno para o jornalismo, e que os escorregões da imprensa se repetem em perigosa rotina. Que há – e há – o esvaziamento da imprensa, preocupada com o tom oficial das informações, ao invés de privilegiar a investigação, o texto bem feito, enfim, o respeito à inteligência do leitor.

Os jornais estão gordos de informação e magros em conhecimento. Informação se consegue no Google, especialmente a mesmice de tudo e a repetição do lugar-comum. É natural que jornais estejam em crise, pois o que oferecem é pouco, quase nada em comparação à multiplicação dos meios de informação. Descem as tiragens, fecham-se jornais tradicionais, com décadas de presença no mercado, mas, ainda assim, quase nada muda nos jornais. Textos mais longos, bem escritos e conectados à vida real são peças raras nos jornais de hoje. Daqui, do Brasil, e em boa parte do planeta.

As tiragens estão caindo e os velhos leitores morrendo, sem que novos leitores tenham sido formados. A escola, que deveria ser fonte de estímulo, padece do mesmo mal. Raras são as que promovem a inteligência, despertam a curiosidade, estimulam a leitura. Vivemos a civilização do visual, do virtual e, também, do efêmero e do descartável. Somos a “sociedade líquida”, alvo de inúmeros livros do sociólogo polonês Zygmunt Bauman.

Outro aspecto importante a explicar a queda de tiragens dos jornais, nos Estados Unidos e nas sociedades mais ricas, decorre da migração de leitores para a internet. As novas gerações, educadas sob o domínio da tela plana de computador e da televisão, são limitadas na realização de atividades que exigem atenção, como a leitura. Com menor capacidade de concentração, ler um livro é tarefa quase impossível para milhões de jovens no mundo todo. A sociedade visual está produzindo a primeira geração de cérebros inferiores, incapazes de realizar as sinapses que só a leitura proporciona ao ser humano. Vivemos hoje uma das mais radicais mutações biológicas do ser humano nos últimos 10 mil anos. Cérebros “educados” apenas pela imagem tornam-se incapazes de concentração e de atenção. O que explica, também, a pobreza do vocabulário dos mais jovens, na internet e na fala do cotidiano.

É neste cenário que se desenrola a crise dos jornais. Ela será longa, até que renasça novo tipo de jornalismo. Por enquanto, governo e imprensa aqui, lá e acolá, vivem em concubinato, com aqueles mandando nestes, em prejuízo dos leitores. Jornalismo se faz com conhecimento, pesquisa e tempo, ingredientes sempre mais escassos nas redações. Não tem sentido competir com a internet, com a televisão e com o celular. Jornais terão sentido – e leitores – quando oferecerem conteúdo melhor, mais consistente e, por consequência, mais interessante. Repetir na manhã seguinte as mesmas informações (notícias) da noite anterior é rezar pelo descarte, pela renúncia do leitor. Como, aliás, acontece de forma dramática nas melhores sociedades. O que dizer de países como o Brasil, com índices de cultura pouco acima da mediocridade absoluta?

Apolinário Ternes é historiador e jornalista.