Hoje pela manhã ouvi atentamente o comentário do jornalista Antônio Neves na Rádio Colon. Com uma fala calma, esclarecedora,ele foi didático no seu comentário sobre o atraso dos licenciamentos ambientais em Joinville. O jornalista criticou a Prefeitura por ter jogado para o estado uma responsabilidade que é do município. Outra coisa que o Toninho lembrou foi sobre a Prefeitura possuir 14 mil funcionários e não conseguir sequer servidores para organizar uma secretaria que poderia facilitar a vida dos empreendedores que querem investir em Joinville gerando emprego, renda e impostos para o município.
*Verus philosophus est amator Dei - Santo Agostinho
quarta-feira, 22 de maio de 2019
domingo, 24 de março de 2019
domingo, 10 de março de 2019
É ESSA JOINVILLE QUE QUEREMOS
Olha que bacana ficou a recuperação desse prédio antigo em frente ao
Cemitério dos Imigrantes. Parabéns ao proprietário. Minha mãe também
gostou e aproveitou para sair na foto.Clique sobre a foto para ampliá-la.
sábado, 9 de fevereiro de 2019
POR QUE TROCAR DE PARTIDO ???
Muitos questionam o por que de muitos candidatos a vereador trocarem de
partido a cada eleição. Vejamos. Na disputa para vereador, o candidato a
reeleição sempre terá mais chance pois já tem uma estrutura devido ao
mandato que está exercendo. Geralmente, quem tem mandato, é quem
controla o partido. Por ele estar ali envolvido com o legislativo, ele
tem mais tempo de fazer sua política e claro, é mais conhecido pelo
eleitorado. Os outros candidatos mesmo
sendo lideranças em suas comunidades, ficam em desvantagem em relação ao
político com mandato.O líder comunitário pode até fazer uma boa votação, mas não atingirá o número suficiente de votos para ser eleito. Mas
seus votos com certeza ajudarão o candidato a reeleição a conquistar mais uma vitória.
Lembrando que em 2020, para entrar pela legenda, o candidato a vereador
em Joinville terá que fazer no mínimo 1500 votos. Daí que muitos trocarão
de partido para obterem maiores chances de serem eleitos.
domingo, 3 de fevereiro de 2019
DESCASO COM A ESTRADA DE FERRO - POR MILTON WENDEL
O
Ministério Público de Santa Catarina questionou a Secretaria de Cultura e
Turismo de Joinville sobre a retirada dos trilhos de trem existentes na
rua Santos, paralelos ao Cais Conde d'Eu, atendendo a uma manifestação
de um munícipe inconformado com a depredação daquele patrimônio
histórico, cultural e turístico.
A resposta da Secretaria de Cultura e Turismo de Joinville foi que "os paralelepípedos e trilhos de trens que foram retirados das proximidades do Mercado Municipal no final da rua Santos (bem próximos ao Cachoeira) não são patrimônios históricos do município."
Assim, o Ministério Público não pode interferir porque a destruição daquele patrimônio histórico de valor incalculável tratou-se de simples ato de gestão de sistema viário.
A Prefeitura deve ter gente formada em História recebendo salário, alguns provavelmente na Secretaria de Cultura e Turismo. Será que nenhum destes servidores do Município nunca soube nada sobre Ferrovia São Paulo-Rio Grande, Guerra do Contestado, ramal de São Francisco e trocas comerciais envolvendo erva-mate e trigo? A Prefeitura fez concurso para selecionar estes técnicos?
Não obstante estas sombras, a dúvida que permanece é se os trilhos pertencem mesmo ao Município de Joinville. Trilhos de trem não pertencem à União?
Fotos: Patrimônio cultural e histórico de valor incalculável destruído pela gestão pública de Joinville.
A resposta da Secretaria de Cultura e Turismo de Joinville foi que "os paralelepípedos e trilhos de trens que foram retirados das proximidades do Mercado Municipal no final da rua Santos (bem próximos ao Cachoeira) não são patrimônios históricos do município."
Assim, o Ministério Público não pode interferir porque a destruição daquele patrimônio histórico de valor incalculável tratou-se de simples ato de gestão de sistema viário.
A Prefeitura deve ter gente formada em História recebendo salário, alguns provavelmente na Secretaria de Cultura e Turismo. Será que nenhum destes servidores do Município nunca soube nada sobre Ferrovia São Paulo-Rio Grande, Guerra do Contestado, ramal de São Francisco e trocas comerciais envolvendo erva-mate e trigo? A Prefeitura fez concurso para selecionar estes técnicos?
Não obstante estas sombras, a dúvida que permanece é se os trilhos pertencem mesmo ao Município de Joinville. Trilhos de trem não pertencem à União?
Fotos: Patrimônio cultural e histórico de valor incalculável destruído pela gestão pública de Joinville.
sexta-feira, 28 de dezembro de 2018
quinta-feira, 4 de outubro de 2018
domingo, 5 de agosto de 2018
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