*Verus philosophus est amator Dei - Santo Agostinho

terça-feira, 29 de maio de 2018

FICA A SAUDADE

Grande amigo, colega e parceiro - Professor Celso Rocha.
Descanse em paz!
Sua linda missão está cumprida.

Ficam os bons momentos.

quarta-feira, 23 de maio de 2018

A BIKE EM JOINVILLE.

A bicicleta em Joinville é viável e deve ser utilizada em pequenos percursos, por exemplo, nos bairros. Longos deslocamentos utilizando bicicletas necessitam de corredores exclusivos para dar mais segurança ao ciclista. Aqui em Joinville uma avenida que há muito tempo merece uma ciclovia é a avenida Procópio Gomes. Nesta via, os ciclistas correm risco a todo momento de serem atropelados. Um modelo correto de ciclovia é o que existe ali na avenida Beira-Rio em frente ao Centreventos. Ninguém aqui é contra a utilização da "bike" como meio de transporte. Mas seu uso não pode inviabilizar os outros meios de transportes e muito menos prejudicar a economia da cidade. Vejam o prejuízo que ocasionou as ciclofaixas das ruas Otto Boehm, Max Colin e Lages no centro de Joinville? A utilização dessas vias pelos ciclistas é mínima mas ó prejuízo ao comércio dessas ruas é incalculável. Por isso quem cuida do setor de transporte na Prefeitura de Joinville deve pensar nessas situações. Vale a pena impor a utilização da bicicleta e prejudicar a economia da cidade? Acredito que não pois a frota de veículos motorizados cresceu muito nos últimos anos. Incentivar o uso da bicicleta pelo trabalhador ou o estudante que mora no América para se deslocar até o centro é ao meu ver viável. Agora, fazer com que todo dia, um ciclista saia do Jardim Paraíso pedalando até o Floresta, é muita judiação(principalmente no verão).

terça-feira, 22 de maio de 2018

QUEM FOI O RESPONSÁVEL ???

O trilho de trem próximo ao antigo Moinho Santista, na rua Santos, era patrimônio histórico da cidade. Com a palavra o responsável pela retirada e o MP.

sábado, 31 de março de 2018

Bicentenário de Ottokar Doerffel

Vale a pena visitar a exposição em comemoração ao Bicentenário de Ottokar Doerffel no Museu de Artes de Joinville. A visita ao museu é uma viagem no tempo. Muito interessante os detalhes do prédio que foi residência de Ottokar Doerffel. O local ainda é cercado de muito verde praticamente no centro da cidade. O intelectual e político visionário que foi fundamental para o desenvolvimento de Joinville.

quinta-feira, 15 de março de 2018

Vila medieval preservada

Aldeia medieval preservada na Escócia

sábado, 17 de fevereiro de 2018

SAUDADES

Descanse em paz seu Alsione Gomes de Oliveira.

Meus sentimentos a toda família do senhor Alsione Gomes de Oliveira. Joinville perdeu hoje um filho nobre. O céu ganhou mais uma estrela.

sábado, 10 de fevereiro de 2018



Palavras de Wittich Freitag!!!



(...) Quando assumi em janeiro(...) encontrei a Prefeitura com pagamentos atrasados em três,quatro até cinco meses com fornecedores. Ninguém mais queria vender para a Prefeitura,não havia crédito para comprar um pão(...) O fato é que a Prefeitura comprava mal,pagava caro e pagava mal. Eu estava com as mãos amarradas e percebia que dificilmente poderia realizar,nos próximos meses,as obras com as quais me comprometera(...)***

***Palavras do prefeito Wittich Freitag ao assumir a prefeitura de Joinville em 1983.

Fonte: Eu, Wittich Freitag, livro da historiadora Raquel S.Thiago,páginas 172 e 173.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Amigo professor, filie-se ao seu sindicato.

sábado, 27 de janeiro de 2018

Joinville hoje pela manhã

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quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Canalização de córregos ajuda a evitar enchentes e problemas com erosão

Tecnologias construtivas e soluções de projeto buscam diminuir o impacto ambiental das obras nas cidades

Texto: Juliana Nakamura
A canalização dos cursos d'água em centros urbanos é uma intervenção necessária para aumentar a capacidade de vazão de córregos em áreas que sofrem com enchentes, solapamento das margens e erosão. A realização desse tipo de obra exige um projeto que considere as características hídricas do local. Também requer a superação de uma série de desafios técnicos, da necessidade de reduzir interferências urbanas a imprevistos geotécnicos. Os esforços são sempre no sentido de garantir uma intervenção eficaz e com o mínimo impacto ambiental.
Uma etapa crítica no processo de canalização é o licenciamento ambiental, necessário para a liberação da obra, que não é uma solução livre de efeitos colaterais. A retificação do rio e a aplicação de revestimento impermeável elevam a velocidade de escoamento da água, gerando aumento dos picos de vazão com impactos a jusante. Isso significa que, se o projeto não for realizado corretamente, a canalização pode apenas transferir de lugar o problema da inundação, em vez de resolvê-lo. Foto de canalização de riacho em Seul - Coreia do Sul.


PROJETOS DE CANALIZAÇÃO MAIS SUSTENTÁVEIS

A necessidade de produzir canalizações ambientalmente mais sustentáveis vem induzindo mudanças na forma de se projetar e executar esse tipo de obra. Uma tendência é prover intervenções mais suaves. Isso pode ser feito com ações como a utilização de revestimentos permeáveis (gabiões com geotêxteis, por exemplo), a preservação da curva natural do córrego, a ampliação das áreas verdes e a construção de piscinões em pontos estratégicos.
O projeto deve também lançar mão de informações consistentes sobre a bacia hidrográfica em questão, bem como da geotecnia local.O conhecimento das condições climáticas também é decisivo para o sucesso da obra. As condições de hidrologia do local vão determinar, por exemplo, se o curso da água necessita ser desviado temporariamente para a execução da obra ou não.

NOVAS TECNOLOGIAS CONSTRUTIVAS

O engenheiro Luis Guilherme Nedavaska, superintendente da Emparsanco, conta que as técnicas empregadas para a execução da canalização de córregos evoluíram bastante nos últimos anos.


Um dos destaques é o maior uso de pré-fabricados de concreto. Até pouco tempo atrás, as canalizações eram feitas em sua maioria com peças moldadas no local. Era preciso escavar, acertar o leito, montar as fôrmas, produzir e aplicar o concreto. “O aprimoramento das tecnologias do concreto aliado à necessidade de superar condições de logísticas desafiadoras, especialmente em grandes centros urbanos, estimulou a busca de sistemas construtivos que garantam maior agilidade às obras”, diz Nedavaska.
Segundo ele, ao chegarem prontas para a montagem no canteiro, as galerias pré-moldadas de concreto ganharam importância ao reduzir o tempo de obra e os transtornos decorrentes da realização dos serviços.

 aredes de concreto e aduelas pré-moldadas foram utilizadas na canalização do córrego Ponte Baixa, na zona sul de São Paulo, no trecho entre a Estrada do M’Boi Mirim e a sua foz no Canal do Guarapiranga. A obra, concluída em 2016 e com 3,5 quilômetros de extensão, engloba a construção de um complexo viário que beneficiará cerca de 550 mil pessoas, segundo a administração municipal. Para reduzir a velocidade de escoamento da água, o projeto previu a instalação de degraus de amortecimento.

EQUIPAMENTOS PARA CANALIZAÇÃO DE CÓRREGOS

O engenheiro Ronald Harry Spitzkopf, gerente operacional da Construtora Passarelli, explica que, embora cada projeto tenha sua particularidade, as obras de canalização costumam seguir um roteiro que pode ser dividido em seis etapas principais:
1. Desapropriação das áreas urbanas (quando necessário)
2. Escoramento e terraplenagem
3. Desvio de córrego, escavação e consolidação do solo
4. Preparo de base e assentamento de galerias
5. Reaterro
6. Desvio do córrego para seu curso natural e reurbanização da área trabalhada.

 Para a realização desses serviços, são largamente utilizados equipamentos de terraplenagem, como escavadeiras hidráulicas, tratores de esteiras, pá-carregadeiras e motoniveladoras.

Retirado do site: www.portaldosequipamentos.com.br