Em Joinville a rádio tem uma importância
vital. O joinvilense foi acostumado ao longo dos anos a acompanhar a
vida da cidade ouvindo o tradicional radinho de pilha. Grandes
comunicadores Joinville já teve e ainda
tem. Vejo que entre eles,Osny Martins se destacou. Podemos dizer que
Osny Martins foi o pioneiro com um jornalismo diferenciado, não ficando
apenas na mesmice da política ou do futebol, mas trazendo outros
assuntos de interesse de toda comunidade. Parabéns Osny Martins, eu como
joinvilense e ouvinte tenho orgulho de saber que em Joinville temos
grandes profissionais na radiodifusão. Teu trabalho merece todo
respeito.
Parabéns!
*Verus philosophus est amator Dei - Santo Agostinho
domingo, 31 de agosto de 2014
EFEITO DAS COLIGAÇÕES
Tem diretora de escola na cara dura criticando o governador Colombo por não ajudar as escolas. Mas sabe por que isso acontece? Ela foi indicada pelo PMDB. Na frente puxa o saco, por trás critica abertamente o governo do Colombo ( que o PMDB apoia). Esse é o conhecido fogo amigo. Belo exemplo.
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
TEM QUE MULTAR ESSA GALERA
O que tem de placa de candidato em terreno baldio. Justiça eleitoral multe essa galera por favor!
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
terça-feira, 26 de agosto de 2014
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
JORDI CASTAN COMENTA O SUICÍDIO ELEITORAL
E a campanha "Vote por Joinville" não tinha como objetivo melhorar a
nossa representatividade e para isso os partidos deveriam concordar em
reduzir o número de candidatos? O papel da ACIJ nesta edição da campanha
foi semelhante ao do Papa Francisco pedindo o fim da violência em Gaza e
Israel. Totalmente inútil. Fez uma declaração,e nada mais. Achando que
os partidos imediatamente reduziriam por própria iniciativa o número de
candidatos.
domingo, 24 de agosto de 2014
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
QUEM SERÁ O EXONERADO ???
Quem será exonerado pelo prefeito Udo??? Será que é o cara que "organizou" o trânsito de Joinville nos últimos dias???
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
A PERGUNTA BÁSICA
De
forma alguma vou negar um aperto de mão a um candidato. Mas quando
fazemos aquela pergunta básica: - O que você está fazendo pelo povo?
Mostre o teu trabalho ? O candidato fica sem jeito. Na maioria das vezes
o candidato resolve problemas pontuais e particulares ( conseguiu um
médico para a prima ou um estágio para um recém formado estudante).
Mudar essa cultura clientelista no Brasil é possível, mas muito difícil.
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