*Verus philosophus est amator Dei - Santo Agostinho

terça-feira, 14 de maio de 2013

GREVE ANTES DO 6º MÊS

Mesmo com o apoio de 14 vereadores, mesmo com o apoio da ACIJ , mesmo com apoio da imprensa (  jornalistas sem liberdade para trabalhar - com censura dentro das redações) os servidores do município entraram em greve. Cidade parada sem obras , saúde com problemas e agora uma greve.

sábado, 11 de maio de 2013

A PARTICULAR CRISE ADMINISTRATIVA DE JOINVILLE

Muitas informações são repassadas para a população em relação a crise administrativa que Joinville vive neste momento. Essa crise tem nome é sobrenome. Quem pensa que  Carlito é  o culpado , enganou-se. Quem acha que é Tebaldi também chutou errado. A crise administrativa é a herança deixada por Luiz Henrique da Silveira. Nada melhor que ser prefeito da maior cidade catarinense - a cidade mais rica  - e ter  o total apoio da imprensa joinvilense. Isso mesmo. A imprensa da cidade foi engabelada - e é culpada por legitimar uma administração que priorizou a pirotecnia. Luiz Henrique em seu último mandato para prefeito apenas investiu e improvisou o Centreventos Cau Hansen que até hoje não tem  condições de receber grandes eventos. O Festival de Dança maior evento cultural e turistico da cidade também foi utilizado para a promoção política de LHS. Deixando claro que o Festival é criação de Albertina Tuma e teve o apoio da administração Freitag em seu primeiro mandato em 1983. LHS não investiu em nenhuma nova avenida - não construiu um elevado sequer. Mesmo na condição de governador em dois mandatos, o atual senador peemedebista não retribuiu a grande votação que recebeu aqui. Hoje Udo Döhler que pertence ao PMDB  é herdeiro e vítima de uma forma política ultrapassada que emperrou a gestão pública em Joinville - Santa Catarina e que é o braço direito do governo Dilma . Ou seja,que prioriza apenas a perpetuação da barganha política sem compromisso com o bem estar da cidade. Ou rompemos de vez com esse grupo político ou o futuro da cidade estará em perigo. A greve da próxima segunda-feira desencadeada pelos servidores municipais também deveria ser uma oportunidade de alertar o joinvilense sobre  essa maldita herança. A História tem o papel fundamental  de evitar no presente e no futuro os erros de um passado recente. Não podemos nos omitir.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

É INEGÁVEL...

A oposição na Câmara de Vereadores de Joinville mesmo sendo minoria está detonando a situação.

ELA É O BICHO !!!

Sempre prudente

terça-feira, 7 de maio de 2013

IMPOSTOS - SEM RETORNO

A alta carga tributária não seria um incomodo para o país , se realmente os impostos  retornassem em obras e serviços para a sociedade.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

GREVE NA PREFEITURA DE JOINVILLE??? DE NOVO !!! DE NOVO !!!

Mal começou o ano e mais uma greve na prefeitura mais rica de Santa Catarina.

domingo, 5 de maio de 2013

Por que ninguém mais quer ser professor na escola pública?

Retirado do blog do jornalista Luis Nassif (04/05/2013)

O texto é de autoria de Luis Claudio Tonchis

O desinteresse dos alunos pelos estudos, aumento dos casos de indisciplina, violência e atos infracionais nas escolas preocupam os educadores. Além dos baixos salários e as más condições de trabalho, são as principais causas geradoras de angústia, insatisfação, medo, desestimulando-os ao exercício da profissão. Frase como, por exemplo: “os jovens de hoje não tem limites”, “não querem saber de nada”, “não estudam”, “são apáticos”, “sem educação”, tornaram-se comum. As escolas públicas são muito mais vulneráveis a esses problemas pelas suas características: plural, universalizada, composta por uma clientela heterogênea quanto à condição econômica, social e cultural.
A educação básica na escola pública vai mal. As universidades reclamam, dizem que os alunos que chegam as universidades tem informação, mas são incapazes de compreendê-las. De que será a culpa? Da escola? Dos educadores? Do Estado? Dos Jovens? A racionalidade nos indica que a culpa não é dos nossos jovens, afinal, eles não nasceram prontos, foram produzidos assim na configuração política e social em voga. Sabemos que desde que o “mundo é mundo” os jovens sempre manifestaram certa rebeldia. O que mudou foi à configuração da rebeldia. A indisciplina e a violência revelam-se cada vez mais cruel e perversa.
A indisciplina e a violência na escola é a reprodução da violência que ocorrem na sociedade. A escola não é desconectada da sociedade, faz parte dela. As condições políticas e sociais do país, má distribuição de renda, impunidade, corrupção, baixa escolaridade e de renda da maior parte da população são exemplos de problemas sociais que refletem na escola. Além disso, as mudanças sociais contemporâneas ocorridas no modelo de família refletem na formação dos jovens.  Atualmente os pais necessitam trabalhar, as crianças e adolescentes tem ficado cada vez mais aos cuidados de terceiros ou sós, numa fase da vida tão importante para a educação de valores indispensáveis à boa convivência humana. O pior é que, muitas vezes, a família não é referência. Esses problemas se agravam nas famílias de baixa renda, eles não podem pagar uma cuidadora capacitada ou colocar numa escola infantil de qualidade. Faltam vagas nas creches e de projetos alternativos que acolham essas crianças e adolescentes enquanto os pais trabalham.
Pois bem, esses jovens indisciplinados e violentos estão nas escolas, não é a maioria, mas são muitos. Não estão lá para estudar, estão ali porque a escola é um ambiente social deles ou porque são obrigados. No final dos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio os problemas se agravam. Aumentam à falta de respeito, alunos se recusam a fazer atividades e estudarem, atrapalham as aulas, brigas, xingamentos, palavrões, depredação do patrimônio público, bulling e ameaças são exemplos de ocorrências diárias no cotidiano das escolas. A figura do professor, que antes, e não faz muito tempo assim, talvez uns vinte ou trinta anos atrás, tinha a função de professar o conhecimento, hoje não é, mas assim. Hoje, ele tem que mediar conflitos, chamar atenção dos alunos, enfim, tentar primeiro manter a ordem para que a sala de aula tenha condições de fazer o que ele fazia antigamente.
 A questão é que manter a ordem da sala está cada vez mais difícil, os professore não obtém êxito. É humilhado, ameaçado e ofendido com palavrões. O bom aluno que tentar defender o professor e a ordem, também é ameaçado.  Outros, menos violentos quando é chamado atenção, olham para o professor com “cara” de deboche e respondem: “tô suave”; “não dá nada não professora”. Ah! Vai me mandar para a diretoria? Vai chamar meus pais? Conselho Tutelar? Boletim de Ocorrência? Fica a vontade “fessora”.  “Não dá nada não”. Suspensão? Que bom vou ficar uns dias em casa e ficar mais na internet, “na brisa”, vou curtir.
Os educadores trabalham em situações extremas de nervosismo, medo e angústia. Preparam aulas maravilhosas e não conseguem colocar em prática. Não é possível produzir se o ambiente e as condições não são favoráveis, o resultado é a baixa qualidade do ensino e não está pior porque muitos não desistem. A maioria é consciente de suas responsabilidades: transformar vidas, mudar a realidade caótica de muitas crianças e adolescentes, prepara-los para serem cidadãos críticos, conscientes, responsáveis e com uma formação moral e ética por uma sociedade melhor. O paradoxo é que eles são responsabilizados pelo fracasso e o insucesso escolar. Angústia dupla. Na hora de receber o salário, outra angústia.
Jovens, educadores e pais são vitimas do modelo educacional político social e histórico. A melhoria da qualidade da educação acontecerá na medida em que o país melhore a qualidade de vida da sua população, valorize a nossa cultura e desvincule do modelo de práticas curriculares eurocentrista, uniformizadora e colonizadora. Por enquanto, qualquer intervenção nas escolas é apenas um paliativo e isso não dispensa qualquer ação dos sistemas de ensino. Por exemplo, capacitar os educadores é muito importante, mas hoje não é esse o principal problema. O maior problema é tê-los. Ninguém quer ser professor com o salário que ganha e com as condições de trabalho vigente e se nada for feito a educação brasileira travará em breve.






sábado, 4 de maio de 2013

PEQUENO COMENTÁRIO - A ATUALIDADE POLÍTICA DE JOINVILLE

Kennedy Nunes errou na estratégia , ele sendo o grande vencedor no 1º turno na última eleição. Se fosse um único pleito, hoje estaria comandando a prefeitura. Na eleição do 2º turno a baixaria  prejudicou o candidato do PSD. As idéias de Kennedy eram viáveis. Hoje percebe-se que Udo já está sofrendo um desgaste dentro de sua própria base aliada. O  PDT do vice-prefeito,é um figurante, foi importante para aumentar o horário eleitoral em 2012 , mas com participação invisível na atual administração. O PT de forma vergonhosa com dois vereadores - Lioilson e Bento - apoia o executivo  conseguindo assim as obras necessárias para suas bases eleitorais , a chamada conveniência. Adilson Mariano da ala dita radical mantém uma já esperada ferrenha oposição. O PSD surpreende com Odir Nunes e Patrício Destro perplexos com o amadorismo do executivo e ao mesmo tempo se beneficiando dos embates no legislativo frente uma base governista que apesar de ser maioria se mostra fraca na defesa de Udo. O único que mantém uma postura coerente até o momento é Maurício Peixer (PSDB) defendendo com inteligência não o prefeito , mas a governabilidade do município. O presidente João Carlos por ser do PMDB tem a obrigação de defender a atual administração , mas confunde a postura de legislador com a de mestre de cerimônias. Os deputados estaduais só observando de longe , apenas assistindo o desenrolar dos acontecimentos. E o povo ??? O povo agora  viu que entrou numa furada , mas está quietinho...quietinho.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

AUMENTAM AS CRÍTICAS AO GOVERNO UDO

Fechou o tempo na Câmara de Vereadores de Joinville - A oposição ao prefeito Udo está aumentando.

AOS POUCOS PMDB VAI ABANDONANDO O NAVEGADOR COLOMBO

Pois é ,a cada dia a tripulação do navegador Colombo vai abandonando a barca. Uma barca que já estava sem rumo com o navegador anterior. Uma barca pesada ,cheia de mercenários , piratas que tinham como único objetivo se perpetuarem no poder mantendo o estado engessado , sem um projeto de governo,mas apenas beneficiando os pares. Muitos marinheiros foram para o trampulim sem chance de defesa,outros mais espertos foram desembarcando pelo caminho. Agora é o PMDB, o velho marinheiro dizendo-se insatisfeito com os novos caminhos. Mas a briga toda , após algum tempo, é por descobrir que na realidade a barca nunca navegou, mas permaneceu parada durante todo esse tempo no porto da descentralização da burocracia e do cabide de empregos.