Muito legal a campanha dos 100 anos da ABI
(Associação Brasileira de Imprensa).
Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere..
Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.
Pode criar heróis..
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.
Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.
A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.
A vírgula pode condenar ou salvar.
Não tenha clemência!
Não, tenha clemência!
Uma vírgula muda tudo.
ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.
Colaboração:Noêmia Pinheiro
*Verus philosophus est amator Dei - Santo Agostinho
quarta-feira, 3 de março de 2010
Casseta Marcelo Madureira diz: " governo do PT é uma máfia"
Imperdível a entrevista do Casseta, Marcelo Madureira.
Acessem ao no blog do Coronel http://coturnonoturno.blogspot.com/
Vejam a quantas anda a censura do PT.
Ele diz " governo petista é uma máfia"
Se humorista diz isso. imaginem o povo.
O povo ohhhh!!!!
O pior é aguardar o próximo comentário de um petista , dizendo que temos "inveja" do Lulismo.
Paulo Curvello
Balneário Camboriú
curvell@terra.com.br
Acessem ao no blog do Coronel http://coturnonoturno.blogspot.com/
Vejam a quantas anda a censura do PT.
Ele diz " governo petista é uma máfia"
Se humorista diz isso. imaginem o povo.
O povo ohhhh!!!!
O pior é aguardar o próximo comentário de um petista , dizendo que temos "inveja" do Lulismo.
Paulo Curvello
Balneário Camboriú
curvell@terra.com.br
Pulseirinhas do sexo,por Paulo Curvello
Joinville que adora uma polêmica, agora tem um motivo a mais.
Foi aprovado lei que proíbe o uso das “pulseirinhas do sexo” em escolas municipais em Navegantes.
O autor do projeto é um vereador do PT . Já que Joinville vibra com polêmicas , está aí um ótimo projeto a ser apresentado por algum legislador de Joinville.
Como já sou quase cinqüentenário estou tendo dificuldade em entender são as cores.
Os adereços colocam adolescentes em um jogo que inclui beijos e relações sexuais.
Até aí tudo bem. O que não entendo é.
Se cada uma vale para uma coisa , o que é permitido então, para aquelas que usam várias pulseirinhas no braço parecendo o arco-íris?
Paulo Curvello
Balneário Camboriú
curvell@terra.com.br
Foi aprovado lei que proíbe o uso das “pulseirinhas do sexo” em escolas municipais em Navegantes.
O autor do projeto é um vereador do PT . Já que Joinville vibra com polêmicas , está aí um ótimo projeto a ser apresentado por algum legislador de Joinville.
Como já sou quase cinqüentenário estou tendo dificuldade em entender são as cores.
Os adereços colocam adolescentes em um jogo que inclui beijos e relações sexuais.
Até aí tudo bem. O que não entendo é.
Se cada uma vale para uma coisa , o que é permitido então, para aquelas que usam várias pulseirinhas no braço parecendo o arco-íris?
Paulo Curvello
Balneário Camboriú
curvell@terra.com.br
terça-feira, 2 de março de 2010
Questão de saúde pública
O trânsito de Joinville é prejudicial a saúde de todos os tipos de motoristas e também de passageiros(principalmente os de ônibus).A coisa está feia.Mas muito feia mesmo!!!
Vão buscar mão-de-obra fora da cidade
Empresas de Joinville estão atrás de trabalhadores para a produção.Muitos desempregados não aceitam esses empregos devido a baixa remuneração.O que vai acabar acontecendo é os empresários irem oferecer essas vagas em outras cidades.Depois não adianta a população nativa reclamar que tem muita gente de fora vindo morar em Joinville.Se o pessoal daqui não quer esse tipo de emprego...muita gente de fora quer...E muitos desses "estrangeiros" se dão tão bem que aos poucos vão conseguindo promoção para outras funções.
Missa em memória do Valdo
OLÁ JULIANO
LEMBRA DO PADRE JOINVILENSE QUE ESTAVA DANDO A VOLTA AO MUNDO DE BIKE? FOI ENCONTRADO MORTO EM SUA BARRACA NO MÉXICO.
LAMENTÁVEL.... NÃO TENHO MAIORES INFORMAÇÕES.
AMIGOS DO VALDO QUE MORAM EM JOINVILLE/SC
SUA TERRA NATAL...
QUE QUISEREM E PUDEREM PARTICIPAR DA MISSA EM SUA MEMÓRIA
SERÁ REALIZADA EM 03/03/10 AS 19:00 horas
NA PARÓQUIA SANTO ANTONIO
AONDE ELE FOI ORDENADO COMO PADRE...
PARA QUEM QUISER E PUDER PARTICIPAR AGRADECEMOS A PRESENÇA.
MARA E FAMILIA !!!
Divulgação:Marcello Dalla Vechia
Egiptomania no Programa Museus e Mesa sobre Egiptomania
Prezados(as) amigos(as),
No último final de semana o programa Museus, do canal Paraná Educativa, exibiu uma matéria sobre a exposição Egitomania que está no Museu Egípcio e Rosacruz de Curitiba. Na mostra estão peças que pertencem ao nosso museu e painéis com as pesquisas realizadas no país pelo projeto Egiptomania no Brasil, séculos XIX, XX e XXI, que é coordenado pela Profa. Dr. Margaret Bakos da PUCRS.
Para assistir basta acessar o link: http://www.origens.com.br/#id=876
A matéria começa aos 13 minutos e 50 segundos.
A exposição fica até maio e no dia 20 de março haverá uma mesa redonda, conforme as seguintes informações:
Mesa Redonda “Egiptomania: o Egito na fronteira da ciência e da imaginação”
Data: 20 de março.
Horário: 15h00.
Sinopse: Realizar-se-á, com esta mesa, reflexões de cunho teórico metodológico acerca de pesquisa sobre a presença de motivos egipcianizantes na arte, na arquitetura e no cotidiano dos brasileiros. Questiona-se, portanto, a ancoragem em valores cultivados por uma memória coletiva dessas apropriações. Se, de um lado, nesta ótica, elas podem significar apenas simples repetições, de outro, elas também são criações originais, pois apresentam mudanças e transformações nos vestígios do passado, de inúmeras e peculiares formas, relacionadas ao tempo e contexto de sua gênese.
Temas e palestrantes: “História da Egiptomania no Brasil (Séculos XIX, XX e XXI)” - Profª Dra. Margaret Marchiori Bakos (PUCRS); “Pirâmides do Antigo Egito: Imagens no Cotidiano Brasileiro (Séculos XX e XXI)” - Ana Paula de Andrade Lima de Jesus; “A Egiptomania Presente em Charges da Imprensa Brasileira Através da Figura da Esfinge (Séculos XX e XXI)” - Karine Lima da Costa e “Cleópatra: A Construção de um Mito” - Gregory da Silva Balthazar.
Neste ano o Museu Egípcio de Curitiba comemora 20 anos, por favor, ajudem a divulgar.
Abraços,
Moacir
No último final de semana o programa Museus, do canal Paraná Educativa, exibiu uma matéria sobre a exposição Egitomania que está no Museu Egípcio e Rosacruz de Curitiba. Na mostra estão peças que pertencem ao nosso museu e painéis com as pesquisas realizadas no país pelo projeto Egiptomania no Brasil, séculos XIX, XX e XXI, que é coordenado pela Profa. Dr. Margaret Bakos da PUCRS.
Para assistir basta acessar o link: http://www.origens.com.br/#id=876
A matéria começa aos 13 minutos e 50 segundos.
A exposição fica até maio e no dia 20 de março haverá uma mesa redonda, conforme as seguintes informações:
Mesa Redonda “Egiptomania: o Egito na fronteira da ciência e da imaginação”
Data: 20 de março.
Horário: 15h00.
Sinopse: Realizar-se-á, com esta mesa, reflexões de cunho teórico metodológico acerca de pesquisa sobre a presença de motivos egipcianizantes na arte, na arquitetura e no cotidiano dos brasileiros. Questiona-se, portanto, a ancoragem em valores cultivados por uma memória coletiva dessas apropriações. Se, de um lado, nesta ótica, elas podem significar apenas simples repetições, de outro, elas também são criações originais, pois apresentam mudanças e transformações nos vestígios do passado, de inúmeras e peculiares formas, relacionadas ao tempo e contexto de sua gênese.
Temas e palestrantes: “História da Egiptomania no Brasil (Séculos XIX, XX e XXI)” - Profª Dra. Margaret Marchiori Bakos (PUCRS); “Pirâmides do Antigo Egito: Imagens no Cotidiano Brasileiro (Séculos XX e XXI)” - Ana Paula de Andrade Lima de Jesus; “A Egiptomania Presente em Charges da Imprensa Brasileira Através da Figura da Esfinge (Séculos XX e XXI)” - Karine Lima da Costa e “Cleópatra: A Construção de um Mito” - Gregory da Silva Balthazar.
Neste ano o Museu Egípcio de Curitiba comemora 20 anos, por favor, ajudem a divulgar.
Abraços,
Moacir
segunda-feira, 1 de março de 2010
Pesquisa acadêmica aborda o caso Gabrielly e suas contradições
Francine T. Ribeiro
Às 17 horas de quinta-feira (25 de fevereiro), o acadêmico de Jornalismo Rogério Giessel mostrou em sua monografia as contradições de um caso que aconteceu em Joinville e chocou o Brasil em 2007: a morte da menina Gabrielly Cristina Eichholz. Intitulado “Caso Gabrielly: entre a investigação e a omissão”, o trabalho orientado pela professora Marília Maciel foi avaliado por Luis Fernando Assunção e Lara Lima, obtendo nota 8,0.
No início da apresentação, Rogério reforçou que objetivo principal de seu trabalho era explicitar a ausência de jornalismo investigativo na cobertura dada ao caso e apresentou brevemente sua história. Para ele, o cotidiano das notícias não preza mais pela checagem. “Ninguém discorda daquilo”, afirmou o acadêmico. Segundo Rogério, há um comodismo dos profissionais e não são procurados outros ângulos da informação. Ele relatou que, durante a elaboração de sua monografia, muitos o paravam e questionavam se o trabalho era em defesa de Oscar Gonçalves do Rosário – suspeito detido, julgado e condenado pela morte da menina. Rogério foi enfático em afirmar que seu objetivo era revelar a omissão da imprensa diante o fato.
Sobre o crime cometido contra Gabrielly, o estudante lembrou que o jornal Gazeta de Joinville disseminou dúvidas sobre o que realmente aconteceu no caso. A representação de Rosário durante a reconstituição do crime foi uma pré-condenação e o fato de ser apontado outro suspeito nunca foi citado pela imprensa. O estudo de Rogério também mostrou outras omissões da imprensa na cobertura do caso: a prisão realizada sem mandado e a não realização de exames de DNA. “A confissão bastou para a polícia e a imprensa”, reforçou o pesquisador. Segundo o acadêmico, a própria promotoria apresentou contradições, não levando em conta vários fatos.
A Gazeta de Joinville levantou outra questão curiosa reiterada por Rogério: Mauricio Eskudlark, Paulo César Ramos de Oliveira e Dirceu Silveira Júnior, delegados envolvidos no caso Gabrielly, são os mesmos personagens do caso do “maníaco da bicicleta”, outro evento em que as relações entre a polícia e a imprensa foram marcadas pelos enganos e pelas omissões. Citada na monografia, a desembargadora Salete Sommariva também apontou erros no caso Gabrielly e pediu a anulação do julgamento. Foram percebidas contradições nos depoimentos e imprecisões nos laudos.
Ao fim de sua apresentação, Rogério reforçou seu objetivo de mostrar a violação dos direitos do acusado e a omissão dos jornais no caso. Para ele, a imprensa deveria mostrar as lacunas deixadas na apuração e na investigação dos fatos e não apenas reproduzir as informações dadas pela polícia.
Para Luis Fernando, o texto de Rogério estava fluente. Na opinião do professor, foi percebida a presença do repórter durante o caso, o que deu maior bagagem de informação para a elaboração da pesquisa. Luis Fernando sugeriu o uso de outros autores que confrontassem aqueles utilizados por Rogério na introdução da monografia e destacou como ponto negativo a falta de distanciamento do acadêmico, o que fez com que o trabalho fosse iniciado com uma ideia pré-concebida. O avaliador também pontuou a ausência de autores que de fato representavam o jornalismo investigativo.
Lara se impressionou com a relação de Rogério com o objeto de estudo. A arguidora percebeu que a descrição dos jornais que realizaram a cobertura do caso, apresentada no trabalho, mostrou o papel de cada um deles. Sugeriu que Rogério apresentasse mais clareza em seus objetivos e fosse econômico nas palavras.
Colaboração:Rogério Giessel
Parabéns Rogério!!! É mais uma etapa vencida em sua vida...Sucesso sempre...Ok!!!
Às 17 horas de quinta-feira (25 de fevereiro), o acadêmico de Jornalismo Rogério Giessel mostrou em sua monografia as contradições de um caso que aconteceu em Joinville e chocou o Brasil em 2007: a morte da menina Gabrielly Cristina Eichholz. Intitulado “Caso Gabrielly: entre a investigação e a omissão”, o trabalho orientado pela professora Marília Maciel foi avaliado por Luis Fernando Assunção e Lara Lima, obtendo nota 8,0.
No início da apresentação, Rogério reforçou que objetivo principal de seu trabalho era explicitar a ausência de jornalismo investigativo na cobertura dada ao caso e apresentou brevemente sua história. Para ele, o cotidiano das notícias não preza mais pela checagem. “Ninguém discorda daquilo”, afirmou o acadêmico. Segundo Rogério, há um comodismo dos profissionais e não são procurados outros ângulos da informação. Ele relatou que, durante a elaboração de sua monografia, muitos o paravam e questionavam se o trabalho era em defesa de Oscar Gonçalves do Rosário – suspeito detido, julgado e condenado pela morte da menina. Rogério foi enfático em afirmar que seu objetivo era revelar a omissão da imprensa diante o fato.
Sobre o crime cometido contra Gabrielly, o estudante lembrou que o jornal Gazeta de Joinville disseminou dúvidas sobre o que realmente aconteceu no caso. A representação de Rosário durante a reconstituição do crime foi uma pré-condenação e o fato de ser apontado outro suspeito nunca foi citado pela imprensa. O estudo de Rogério também mostrou outras omissões da imprensa na cobertura do caso: a prisão realizada sem mandado e a não realização de exames de DNA. “A confissão bastou para a polícia e a imprensa”, reforçou o pesquisador. Segundo o acadêmico, a própria promotoria apresentou contradições, não levando em conta vários fatos.
A Gazeta de Joinville levantou outra questão curiosa reiterada por Rogério: Mauricio Eskudlark, Paulo César Ramos de Oliveira e Dirceu Silveira Júnior, delegados envolvidos no caso Gabrielly, são os mesmos personagens do caso do “maníaco da bicicleta”, outro evento em que as relações entre a polícia e a imprensa foram marcadas pelos enganos e pelas omissões. Citada na monografia, a desembargadora Salete Sommariva também apontou erros no caso Gabrielly e pediu a anulação do julgamento. Foram percebidas contradições nos depoimentos e imprecisões nos laudos.
Ao fim de sua apresentação, Rogério reforçou seu objetivo de mostrar a violação dos direitos do acusado e a omissão dos jornais no caso. Para ele, a imprensa deveria mostrar as lacunas deixadas na apuração e na investigação dos fatos e não apenas reproduzir as informações dadas pela polícia.
Para Luis Fernando, o texto de Rogério estava fluente. Na opinião do professor, foi percebida a presença do repórter durante o caso, o que deu maior bagagem de informação para a elaboração da pesquisa. Luis Fernando sugeriu o uso de outros autores que confrontassem aqueles utilizados por Rogério na introdução da monografia e destacou como ponto negativo a falta de distanciamento do acadêmico, o que fez com que o trabalho fosse iniciado com uma ideia pré-concebida. O avaliador também pontuou a ausência de autores que de fato representavam o jornalismo investigativo.
Lara se impressionou com a relação de Rogério com o objeto de estudo. A arguidora percebeu que a descrição dos jornais que realizaram a cobertura do caso, apresentada no trabalho, mostrou o papel de cada um deles. Sugeriu que Rogério apresentasse mais clareza em seus objetivos e fosse econômico nas palavras.
Colaboração:Rogério Giessel
Parabéns Rogério!!! É mais uma etapa vencida em sua vida...Sucesso sempre...Ok!!!
É viável...pois está pronto...Não precisa desapropriar
Imaginemos num futuro próximo o trem de passageiros ligando o Paranaguamirim diretamente a Estação Ferroviária de Joinville...Dali os passageiros sairiam e pegariam o ônibus em direção ao centro ou zona sul.
Outra opção: Os moradores do Nova Brasília fariam o trajeto,vindo do bairro e desembarcando na Estação...dali pegando o ônibus para outro local da cidade.
Qual o custo da Obra??? Nenhum...A ferrovía está pronta...Ou será que ficaremos sempre reféns do transporte coletivo tradicional???
Mantêr os trilhos e reaproveitar o trem...é um projeto viável que pode receber o apoio da iniciativa privada.
Tirar os trilhos e substituir pelo asfalto...é priorizar novamente o automóvel...é andar na contramão do futuro da cidade.
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