sábado, 30 de abril de 2016

# JOINVILLE # OBRIGADO COMUNIDADE DO BAIRRO COSTA E SILVA

Muito bacana a Festa da Família da escola Arnaldo Moreira Douat. As famílias prestigiaram o evento. É a escola resgatando seu importante papel social.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

# JOINVILLE - DALMO CLARO FALA DO HOSPITAL INFANTIL

O deputado estadual Dalmo Claro de Oliveira(PMDB) mostrou-se preocupado com a situação financeira do Hospital Infantil de Joinville. Dalmo quando secretário foi muito criticado quando esteve a frente da Secretaria de Saúde de Santa Catarina. Mas parece que não teve liberdade para trabalhar. Seu pronunciamento na Assembleia Legislativa foi em defesa do Hospital Infantil de Joinville.

# JOINVILLE # CHEGOU O FRIO #

Com esse frio é muito bom permanecer na cama. Esse é um dos períodos do ano onde aumentam os atrasos no trabalho e principalmente nas escolas. Se você já está na ativa parabéns, não foi dominado pela preguiça. Ser responsável honrando os compromissos é fundamental para o bom funcionamento da sociedade.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

# VISITANDO AMIGOS #

Acompanhei o professor João Ferreira Neto na visita a casa ecologicamente construída do amigo Carlos.

INTERNET CONTROLADA

Não é de estranhar que a ANATEL tente modificar os planos de acesso a internet. As operadoras ganharam um bom dinheiro por muito tempo, mas agora estão tendo prejuízo. É a lei do retorno. O consumidor de internet no Brasil não é tratado com respeito há muito tempo. Antes o ônus era apenas do consumidor, agora são as próprias operadoras que estão sentindo a queda nas receitas.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

domingo, 24 de abril de 2016

FATO



# CANDIDATURA DIFERENCIADA # JOINVILLE #

Mas ainda tem espaço para uma candidatura diferenciada.

Se não aparecer essa candidatura diferenciada, Udo ganha fácil, por não ter concorrente.

# JOINVILLE- DISPUTA PELA PREFEITURA #

Não sou o dono da verdade. Não aprovo a atual gestão. Mas o que está levando o prefeito Udo a liderar a pesquisa é a sua imagem de gestor sério. Então o povo está fazendo essa comparação. Tipo: O Udo não faz nada, mas o que o Darci fez pela cidade? O deputado Darci precisa mostrar. A população já está sendo adestrada para ter esse pensamento. Para que trocar o certo pelo duvidoso ? O Darci é o candidato do Colombo ? Mas por que o Colombo não participa da campanha do Darci ? Por que o Colombo elogia o Udo e vice-versa ? O menos criticado ainda é o Tebaldi.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

UDO: POSTURA HUMILDE

Não é de estranhar a vantagem do atual prefeito de Joinville em relação a última pesquisa eleitoral. O prefeito Udo ao contrário da sua primeira eleição, nessa disputa ele está evitando promessas. Döhler incorporou o discurso da economia dentro da gestão pública. Por esse motivo está se sobressaindo sobre os demais adversários.

A VANTAGEM DE UDO

Por enquanto Udo consegue blindar os adversários pois esses não tem muito o que mostrar ( ou não estão querendo se expor no momento). Se por um lado Udo Döhler é criticado por um segmento mais politizado da cidade, a verdade é que seu perfil agrada o eleitorado mais conservador de Joinville.

ELEIÇÃO DE 2016 EM JOINVILLE...

Fato...

O MENOS PIOR SERÁ ELEITO OU REELEITO...

terça-feira, 19 de abril de 2016

# JOINVILLE - TRANSPORTE SELETIVO #

O modelo consumista pelo qual toda a população teria um meio de transporte individual em Joinville mostra-se inviável. Mas no caso de Joinville a fuga é para o transporte individualizado justamente pelo transporte coletivo não dar conta da demanda.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

# UM DOMINGO INESQUECÍVEL #

O Jec ganhar da Chapecoense lá em Chapecó...o Vasco ser campeão da taça Guanabara
e ver o Tiririca votar contra a Dilma...não tem preço!!! # Que domingo inesquecível !!! #

# O ERRO DO PT #

Qualquer pessoa que entrar na política terá problemas em respeitar a Constituição e desarticular o aparelhamento do Estado pelo corporativismo e esquemas de bastidores. Por mais honesto que você seja, é impossível por fim a interesses e impor o seu projeto de governo. Claro que o PMDB, o PSDB e tantos outros partidos foram beneficiados em algum momento com alguma vantagem. Mas o atual momento político do Brasil é gravíssimo pois poderia levar a implosão da própria federação. Utilizar o Estado brasileiro para financiar o socialismo na América Latina é um total desrespeito ao povo brasileiro que trabalha honestamente para honrar seus compromissos. Esse erro o PT cometeu e é imperdoável.

domingo, 17 de abril de 2016

# AIR SUPPLY #


# PELA MANDIOCA #

Por uma mandioca sem agrotóxico, eu sou contra o impeachment!!!

sábado, 16 de abril de 2016

# PENSAMENTO #

Nos últimos dias fico refletindo que em nome da Democracia foi permitido a corrupção,o corporativismo e o desvio de conduta como instituições válidas para permanência de criminosos no poder.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

# UM POEMA DE FERREIRA GULLAR #

Digo adeus à ilusão...
Mas não ao mundo...
Mas não a vida,meu reduto e meu reino...
Do salário injusto,
Da punição injusta,
Da humilhação, da tortura, do terror,
Retiramos algo e com ele construímos um artefato
Um poema...
Uma bandeira


Ferreira Gullar

JOINVILLE - O CRESCIMENTO E O TRÂNSITO COMPLICADO DO COSTA E SILVA

Região valorizada por sua localização privilegiada, o bairro Costa e Silva vai se verticalizando a cada dia. Só que a estrutura viária não está acompanhando esse crescimento. As ruas são estreitas e os prédios não oferecem vagas para todos os carros. Esse é só um exemplo.

SOBRE O NIVER DO JORDI CASTAN!!!



-Udo!!! Eu disse para você não esquecer do aniversário do Jordi Castan !!! Assim não dá!!! Eu adoro comer coxinha Udo!!!

ALBANO E ROMINA POWER


É inquestionável a liderança do advogado Rodrigo Bornholdt (PDT). Com certeza uma ótima opção como pré-candidato a prefeito de Joinville justamente pela sua experiência administrativa dentro da própria prefeitura de Joinville.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

quarta-feira, 13 de abril de 2016

# BRASIL - ALÍVIO PARA OS ESTADOS E MUNICÍPIOS #

O Senado está retirando a obrigação dos estados e prefeituras de destinarem recursos exclusivos a saúde e educação.

# BRASIL - A CRISE APERTA CADA VEZ MAIS #

Muita gente ainda não se tocou da gravidade da crise brasileira.
Simplesmente os governos estaduais e as prefeituras estão com dificuldade de honrar a folha de pagamento dos servidores. O Rio de Janeiro já está atrasando o pagamento dos inativos.

DOMINGO COM PIZZA

Com certeza domingo a noite será com pizza...


JOINVILLE - ANTIGA GETÚLIO VARGAS

Foto antiga da avenida Getúlio Vargas em Joinville. Uma via super larga.
Clique sobre a imagem...

domingo, 10 de abril de 2016

BELCHIOR...


Os intelectuais de esquerda, a discordância como ofensa, e as universidades como zonas de guerra por Bruno Garschagen, quinta-feira, 7 de abril de 2016

Eis um fenômeno revelador de uma certa personalidade e mentalidade progressista: qualquer um que não reze pela cartilha, qualquer um que discorde de qualquer ponto ou aspecto da ideologia culturalmente dominante, não é um indivíduo que discorda de um argumento A ou B, mas sim um agressor, um infame que ousa recusar-se a aceitar a superioridade da ideologia perfeita.
Se antes apenas alguns doutrinários e doutrinados das ideologias progressistas (muitas delas de esquerda) seriam capazes de pessoalmente se indignar com o interlocutor de forma ostensiva, com ameaças verbais e até agressões físicas, hoje tal comportamento de indignação agressiva virou moeda comum graças ao conforto, proteção e distância física propiciada pela internet. Para muitos desses progressistas das esquerdas de variadas matizes (e não só para eles), a internet é um poderoso estimulante comportamental, como a cocaína ou o crack para criminosos.
Usando a tela e o teclado como escudos, difamam, injuriam, caluniam e passeiam por outros artigos do código penal sem o menor escrúpulo ou drama de consciência. O fazem porque se consideram inimputáveis legalmente e ideologicamente. E se acham inimputáveis porque se veem alicerçados e justificados no pensamento político e cultural dominante gerado e legitimado pelos intelectuais e difundido e ratificado pela intelligentsia.[1]
Se a cosmovisão que lhes é transmitida pela maioria dos professores do ensino fundamental à universidade, onde ganha uma roupagem científica, com aceitação ativa ou passiva dos pais, familiares, amigos e colegas, é ratificada e ampliada por certa imprensa, comentaristas, personalidades culturais, intelectuais e até mesmo empresários, é compreensível que considerem-na correta, como a única e perfeita resposta para todos os problemas ocorridos dentro da sociedade.
Quando se acredita acriticamente em uma ideia ou em um corpo de ideias como sendo um instrumento de perfeição e de resolução plena e absoluta de todas as questões que regularmente emergem na vida em sociedade — a qual é formada pela interação entre indivíduos com desejos, anseios, vontades e objetivos diferentes —, a imperfectibilidade intrínseca a qualquer criação humana é simplesmente ignorada ou estrategicamente descartada, para que a ideologia cumpra o seu destino histórico.
Dessa forma, uma posição contrária àquele sistema de pensamento, àquela mentalidade, àquela falaciosa estrutura de utopia realizável no futuro, não é entendida ou assimilada como aquilo que realmente é, mas como uma afronta, uma ofensa, uma reação estúpida e débil a uma manifestação superior de inteligência.
O tom de toda reação esquerdista é similar: "como ousas me questionar?".
A influência dos intelectuais em uma democracia pode ser imensa ou crucial no curso do desenvolvimento social, a depender "das circunstâncias adjacentes, incluindo os níveis de liberdade para a propagação de suas ideias, em vez de se tornarem meros instrumentos de propaganda, como acontece nos países totalitários".[2]
E quanto mais amplo o ambiente de liberdade em que o intelectual progressista pode se expressar e exercer a sua influência, maior a possibilidade de convencimento e persuasão de uma parte da sociedade em relação a ideias que põem em risco exatamente esse ambiente de liberdade que permitiu a propagação destas ideias.
O professor Mark Lilla, que dissecou o assunto em seu excelente The Reckless Mind: Intellectuals in Politics, relata que "professores distintos, poetas talentosos e jornalistas influentes reuniram suas habilidades a fim de convencer, a todos os seus ouvintes e admiradores, que os tiranos modernos eram libertadores e que seus crimes hediondos eram nobres — bastava vê-los sob a perspectiva correta".
Aquele que se dedicasse a "escrever, honestamente, sobre a história intelectual do século XX na Europa", advertiu Lilla, teria "que ter estômago forte".[3]
Por qual razão os intelectuais progressistas e a intelligentsia atentam contra a sociedade e o ambiente de liberdade que os permitiu existir e se expressar?
Uma parte da resposta talvez esteja em dois pontos claramente identificáveis: o primeiro é se considerarem superiores aos demais indivíduos, como se fossem os eleitos, ou, para usar a expressão de Sowell, os ungidos[4], prontos para iluminar e conduzir a sociedade; o segundo é uma peculiar visão de sociedade baseada na concepção de pessoas abstratas que vivem em um mundo abstrato, o que torna possível criar intelectualmente um modelo ideal de sociedade que exige a exclusão da realidade fática.
No primeiro ponto, a certeza da superioridade moral e ideológica faz com que esses intelectuais olhem para a humanidade como um problema incômodo a ser resolvido, e com desprezo para os seus críticos, convertidos em inimigos e sendo um mal a ser extirpado. Essa perspectiva transborda para a intelligentsia e anaboliza a fúria dos inocentes úteis (servidores públicos, estudantes universitários, desempregados, ressentidos etc.). Muitos deles sequer sabem que são meros instrumentos de uma causa, mas agem em seus ambientes (em cursos de graduação e departamentos universitários, por exemplo) como uma minoria histérica que se apresenta ao debate como legítimos representantes dos grupos dos quais fazem parte (a maioria silenciosa, interessada em trabalhar ou estudar, acaba por ser afetada e denegrida).
A internet, para a intelligentsia e seus inocentes úteis, funciona como um megafone moderno. Eles ocupam as redes sociais, os espaços de comentários de blogs e sites, criam seus próprios blogs e sites, muitos financiados pelo governo de turno, para vocalizar sua ideologia, hoje dominante, e atacar os inimigos. Tenho certeza de que você, leitor, em algum momento, já se deparou com um desses, mesmo que não tenha sido uma vítima direta dos ataques.
modus operandi é sempre o mesmo, seja na ação ou na reação. Sobrepõem temas freneticamente, lançam informações falsas ou adulteradas, distribuem acusações as mais estapafúrdias, muitas valendo-se de polilogismo. Fazem, enfim, o que podem para não permitir que nenhuma discussão prospere, pois isto exibiria a fragilidade dos argumentos ou a própria ignorância individual acerca do tema em questão. É uma impossibilidade desenvolver um debate de ideias e uma ingenuidade esperar que possa havê-lo. Trata-se, no mais das vezes, de perda de tempo e de um custo emocional.
No que tange ao segundo ponto, ou seja, a visão social peculiar ancorada em pessoas abstratas vivendo em um mundo abstrato, a realidade, para esses intelectuais progressistas, é um obstáculo a ser superado. Porque as pessoas reais e o mundo existente não podem ser moldados ou redesenhados de acordo com a teoria. Por outro lado, as pessoas e o mundo abstratos, aqueles que só existem num exercício teórico de abstração, podem ser concebidos, remodelados, reprogramados segundo a necessidade circunstancial e as contingências.
Assim, quando o regime no poder decide aplicar à realidade o sistema construído sob as abstrações, há um choque violento que resulta em vítimas de carne e osso. Se o real não se adequa ao abstrato, pior para o real e para todos que nele vivem.
Segundo Sowell:
Quando diferenças reais entre pessoas reais são mencionadas ou levadas em consideração por outros, os intelectuais são os primeiros a declarar que são meras "percepções" e meros "estereótipos". Evidência para conclusões tão apressadas são raramente perguntadas ou fornecidas. Igualdade abstrata é o ponto de partida a priori de suas suposições. Não há motivo algum para que pessoas abstratas tenham resultados diferentes quando suas diferenças reais em capacidade foram, abstratamente, descartadas. (…)
A excepcional facilidade que os intelectuais têm para lidar com abstrações não elimina a diferença entre essas abstrações e o mundo real. Nem mesmo garante que aquilo que é válido e verdadeiro para essas abstrações seja igualmente verdadeiro na realidade, muito menos garante que as sofisticadas visões abstratas dos intelectuais deveriam passar por cima das experiências diretas das pessoas vivendo no mundo real.
Os intelectuais podem, de fato, desconsiderar as "percepções" dos outros, rotulando-as como "estereótipos" ou "mitos", mas isso não é o mesmo que provar que elas estão empiricamente erradas, mesmo quando um número notável de intelectuais age como se elas estivessem.
Por trás da prática disseminada de considerar diferenças de grupo em "representações" demográficas, em várias profissões e instituições, e utilizando os níveis de renda como evidência de discriminação, existe a noção implícita de que os grupos não podem ser diferentes ou que quaisquer diferenças são culpa da "sociedade", a qual deve corrigir seus erros e seus pecados.[5]
Sowell considera que o ponto fundamental "não é dizer que a intelligentsia estava enganada ou mal informada sobre determinadas questões", mas "que, ao pensar em termos de pessoas abstratas num mundo abstrato, os intelectuais se furtam à responsabilidade e ao trabalho árduo de apreender os fatos reais sobre pessoas reais vivendo num mundo real, fatos que geralmente explicam as discrepâncias entre o que os intelectuais veem e o que eles gostariam de ver".
Furtar-se à realidade, a meu ver, não só é mais trabalhoso e exige responsabilidade, como torna imprescindível reconhecer a sua existência, ou seja, as suas variáveis, nuances, limitações, imperfeições. Isso explica por que, segundo o autor, muitos intelectuais interpretam como erros do mundo as diferenças entre teoria e realidade que estão na origem da confusão de entendimento do que sejam problemas sociais.
Mas essa confusão, proposital ou ideologicamente orientada, serve para justificar a implantação de medidas políticas de cima para baixo pelo poder centralizado a que os intelectuais servem em maior ou menor grau.
Para os inocentes úteis nas universidades, muito deles revolucionários de Facebook submersos no mundo abstrato de pessoas abstratas criado pelos intelectuais e pela intelligentsia (representada pelos seus professores, diretores de departamentos), a realidade representada por indivíduos concretos com uma visão de mundo contrária à deles é um choque. E o impacto desse contato lhes provoca repugnância e reações destemperadas.
Trata-se de uma situação interessante e um tanto absurda se considerarmos que uma parcela desses jovens terá contato com o mundo real através do mundo virtual. Cada atitude reacionária pessoalmente ou pelas redes sociais é derivada desse espanto com a realidade. O grau de agressividade parece estar relacionado e ser proporcional ao nível de abstração desenvolvido pelo agente.
O desequilíbrio exposto nessas reações também pode ser explicado pela saída da zona de conforto que a ideologia provê a partir das abstrações, das orientações, ou das ordens emitidas por um corpo de ideias que abrange e agrega uma única solução para todos os problemas. Viver dentro dessa bolha é mais confortável do que encarar a incômoda condição de manter uma visão crítica (e imperfeita, sem respostas prontas e acabadas), não-dogmática, intelectualmente honesta.  Acima de tudo, é desconfortável a posição de viver num ambiente de incertezas no qual é preciso a cada momento assumir os riscos das próprias escolhas e testar a dimensão de sua responsabilidade.
"O fardo de tomar as próprias decisões é, para muitas pessoas, intolerável. Estar vinculado à necessidade de decidir por conta própria é ser escravo de seus próprios ímpetos", afirmou escritor Anthony Burgess num texto primoroso. "É mais fácil receber orientações: fume tal cigarro — 90% menos alcatrão; leia tal livro — 75 semanas na lista de best-sellers; não veja tal filme", completou.
Na semana passada, conversei com um professor de uma universidade federal. O seu relato deixou-me ainda mais abismado do que eu poderia imaginar previamente. O nível do aparelhamento ideológico do departamento a que ele está vinculado já ultrapassou há muito a patologia, a estupidez e a mera desonestidade. Para tornar a história ainda mais absurda, tornou-se a vítima preferencial do chefe do departamento e dos demais professores do curso, assim como dos alunos incitados por aqueles, por não se submeter àquela visão de mundo, de sociedade, de indivíduos, de política, de ideologia.
Instigado pelo professor para verificar um exemplo ínfimo do que ele vivencia profissionalmente, visitei a comunidade do Facebook onde esses personagens militam em detrimento da universidade e da inteligência. O que li é de fazer qualquer pessoa sensata duvidar que uma parte da humanidade fora agraciada com as conquistas do processo civilizatório. Professores e alunos competindo naquela esfera de estupidez elevada ou pretensiosa que o escritor austríaco Robert Müsil considerava como a verdadeira doença da cultura e que se infiltrava nas mais altas esferas intelectuais, tinha enorme influência dentro da sociedade e se manifestava com a participação ativa "na agitação da vida intelectual, especialmente na sua inconstância e ausência de resultados".[6]
Naquele universo restrito da rede social, a cada tentativa de concatenação de falta de ideias combinadas com insultos, emergia a prova empírica de como se desenvolveu e se manifesta essa estrutura de pensamento progressista e o horror que seus agentes expressam de forma agressiva contra o elemento de perturbação daquela ordem. Isso suscitava ataques e ultrajes dos mais variados contra o professor, que, diante da minha sugestão diplomática, respondeu-me que em hipótese alguma sairia daquele grupo, pois sua posição era a única nota crítica naquela terra desolada.
De alguma forma, ele acredita que suas opiniões possam influenciar um ou outro aluno ou professor, ou, ainda mais importante, demonstrar que a minoria histérica não é a categoria exclusiva virtuosa e superior que pretende ser.
Se os intelectuais e a intelligentsia consideram a discordância uma ofensa, o professor usa a razão como instrumento de resistência. Admiro. Apoio.


[1] Uso intelectuais e intelligentsia nos sentidos atribuídos por Thomas Sowell no excelente Os Intelectuais e a Sociedade (São Paulo: É Realizações, 2011), ou seja, intelectual como "uma categoria ocupacional, composta por pessoas cujas ocupações profissionais operam fundamentalmente em função de ideias — falo de escritores, acadêmicos e afins" (p. 16) e intelligentsia como o grupo formado, "em grande parte, pelo corpo de professores, jornalistas, ativistas sociais, adidos políticos, funcionários do judiciário e outros que fundamentam suas crenças ou ações a partir das ideias produzidas pelos intelectuais do primeiro escalão" (p. 21).
[2] Ibid., p. 7.
[3] Mark Lilla, The Reckless Mind: Intellectuals in Politics, New York: New York Review of Books, 2001, p. 198, citado por Thomas Sowell Os Intelectuais e a Sociedade, p. 9.
[4] The Vision of The Anointed, Self-Congratulation as Basis for Social Policy, New York: Basic Books, 1995
[5] Thomas Sowell, Os Intelectuais e a Sociedade, p. 182-184.
[6] Robert Musil, Precision and Soul: Essays and Addresses, Chicago: The University of Chicago Press, 1990, p. 284.


Bruno Garschagen é autor do best seller "Pare de Acreditar no Governo - Por que os Brasileiros não Confiam nos Políticos e Amam o Estado" (Editora Record). É graduado em Direito, Mestre em Ciência Política e Relações Internacionais pelo Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa e Universidade de Oxford (visiting student), professor de Ciência Política, tradutor, blogger (www.brunogarschagen.com), podcaster do Instituto Mises Brasil e membro do conselho editorial da MISES: Revista Interdisciplinar de Filosofia, Direito e Economia.

FATO...


sábado, 9 de abril de 2016

CRIANÇAS FELIZES

Ser popular, carismático e amado pelo povo não significa que a pessoa seja honesta, honrada ou que goze de saúde mental.
É preciso ter cuidado com o desejo incontrolável de endeusar e colocar as mãos no fogo por qualquer um que se apresente com um discurso de salvador da pátria, meloso e vitimista...

Luis Claudio Santos Louzeiro

sexta-feira, 8 de abril de 2016

IT'S MY LIFE...


SEGUINDO FIRME...


UM POUCO DE HISTÓRIA

O atual PP, nada mais...nada menos, é a ARENA da época dos militares. E hoje apoia a presidente Dilma que na época era contra a ARENA.

MUDAR PARA QUE TUDO PERMANEÇA IGUAL

Esse ano ocorrerão eleições em todo Brasil. Particularmente aqui em Joinville a eleição terá um ingrediente estranho. Não existe oposição partidária. Todos os partidos estão apoiando quem está no poder: o atual prefeito, governador e a presidente. Se existe oposição, ela é pontual, não é mais ideológica, e é entre alguns políticos, até pertencentes ao mesmo partido. Essa acredito que seja a última eleição onde os candidatos serão dependentes
 das coligações para aumentar o tempo de exposição na TV e rádio. Por esse motivo é que o PCdoB irá apoiar o candidato a prefeito do PMDB de Joinville. Para vereador a situação é muito mais difícil. O descrédito no poder legislativo e o total desconhecimento da população de Joinville em relação a importância do parlamento municipal favorecerão os atuais vereadores na próxima eleição. Uma candidatura a vereador onde o candidato venha apenas a pedir o voto, não é aceita nem pela maioria do eleitorado que espera esse momento para barganhar. Nada contra empresários se candidatarem. Mas é evidente que essa candidatura tendo o poder econômico já esteja praticamente eleita, é fato. Independente dos resultados das urnas restará parabenizar as candidaturas e ao eleitorado que nunca se corrompem.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

PP PODE APOIAR DILMA

Praticamente já é certo que o PP votará a favor da presidente Dilma...

Por que os intelectuais odeiam o capitalismo?


Por que os intelectuais sistematicamente odeiam o capitalismo?  Foi essa pergunta que Bertrand de Jouvenel (1903-1987) fez a si próprio em seu artigo Os intelectuais europeus e o capitalismo.
Esta postura, na realidade, sempre foi uma constante ao longo da história.  Desde a Grécia antiga, os intelectuais mais distintos — começando por Sócrates, passando por Platão e incluindo o próprio Aristóteles — viam com receio e desconfiança tudo o que envolvia atividades mercantis, empresariais, artesanais ou comerciais.
E, atualmente, não tenham nenhuma dúvida: desde atores e atrizes de cinema e televisão extremamente bem remunerados até intelectuais e escritores de renome mundial, que colocam seu labor criativo em obras literárias — todos são completamente contrários à economia de mercado e ao capitalismo.  Eles são contra o processo espontâneo e de interações voluntárias que ocorre de mercado.  Eles querem controlar o resultado destas interações.  Eles são socialistas.  Eles são de esquerda.  Por que é assim?
Vocês, futuros empreendedores, têm de entender isso e já irem se acostumando.  Amanhã, quando estiverem no mercado, gerenciando suas próprias empresas, vocês sentirão uma incompreensão diária e contínua, um genuíno desprezo dirigido a vocês por toda a chamada intelligentsia, a elite intelectual, aquele grupo de intelectuais que formam uma vanguarda.  Todos estarão contra vocês.
"Por que razão eles agem assim?", perguntou-se Bertrand de Jouvenel, que em seguida pôs-se a escrever um artigo explicando as razões pelas quais os intelectuais — no geral e salvo poucas e honrosas exceções — são sempre contrários ao processo de cooperação social que ocorre no mercado.
Eis as três razões básicas fornecidas por de Jouvenel.
Primeira, o desconhecimento.  Mais especificamente, o desconhecimento teórico de como funcionam os processos de mercado.  Como bem explicou Hayek, a ordem social empreendedorial é a mais complexa que existe no universo.  Qualquer pessoa que queira entender minimamente como funciona o processo de mercado deve se dedicar a várias horas de leituras diárias, e mesmo assim, do ponto de vista analítico, conseguirá entender apenas uma ínfima parte das leis que realmente governam os processos de interação espontânea que ocorrem no mercado.  Este trabalho deliberado de análise para se compreender como funciona o processo espontâneo de mercado — o qual só a teoria econômica pode proporcionar — desgraçadamente está completamente ausente da rotina da maior parte dos intelectuais.
Intelectuais normalmente são egocêntricos e tendem a se dar muita importância; eles genuinamente creem que são estudiosos profundos dos assuntos sociais.  Porém, a maioria é profundamente ignorante em relação a tudo o que diz respeito à ciência econômica.
A segunda razão, a soberba. Mais especificamente, a soberba do falso racionalista.  O intelectual genuinamente acredita que é mais culto e que sabe muito mais do que o resto de seus concidadãos, seja porque fez vários cursos universitários ou porque se vê como uma pessoa refinada que leu muitos livros ou porque participa de muitas conferências ou porque já recebeu alguns prêmios.  Em suma, ele se crê uma pessoa mais inteligente e muito mais preparada do que o restante da humanidade.  Por agirem assim, tendem a cair no pecado fatal da arrogância ou da soberba com muita facilidade.
Chegam, inclusive, ao ponto de pensar que sabem mais do que nós mesmos sobre o que devemos fazer e como devemos agir.  Creem genuinamente que estão legitimados a decidir o que temos de fazer.  Riem dos cidadãos de ideias mais simplórias e mais práticas.  É uma ofensa à sua fina sensibilidade assistir à televisão.  Abominam anúncios comerciais.  De alguma forma se escandalizam com a falta de cultura (na concepção deles) de toda a população.  E, de seus pedestais, se colocam a pontificar e a criticar tudo o que fazemos porque se creem moral e intelectualmente acima de tudo e todos. 
E, no entanto, como dito, eles sabem muito pouco sobre o mundo real.  E isso é um perigo.  Por trás de cada intelectual há um ditador em potencial.  Qualquer descuido da sociedade e tais pessoas cairão na tentação de se arrogarem a si próprias plenos poderes políticos para impor a toda a população seus peculiares pontos de vista, os quais eles, os intelectuais, consideram ser os melhores, os mais refinados e os mais cultos.
É justamente por causa desta ignorância, desta arrogância fatal de pensar que sabem mais do que nós todos, que são mais cultos e refinados, que não devemos estranhar o fato de que, por trás de cada grande ditador da história, por trás de cada Hitler e Stalin, sempre houve um corte de intelectuais aduladores que se apressaram e se esforçaram para lhes conferir base e legitimidade do ponto de vista ideológico, cultural e filosófico.
E a terceira e extremamente importante razão, o ressentimento e a inveja.  O intelectual é geralmente uma pessoa profundamente ressentida.  O intelectual se encontra em uma situação de mercado muito incômoda: na maior parte das circunstâncias, ele percebe que o valor de mercado que ele gera ao processo produtivo da economia é bastante pequeno.  Apenas pense nisso: você estudou durante vários anos, passou vários maus bocados, teve de fazer o grande sacrifício de emigrar para Paris, passou boa parte da sua vida pintando quadros aos quais poucas pessoas dão valor e ainda menos pessoas se dispõem a comprá-los.  Você se torna um ressentido.  Há algo de muito podre na sociedade capitalista quando as pessoas não valorizam como deve os seus esforços, os seus belos quadros, os seus profundos poemas, os seus refinados artigos e seus geniais romances. 
Mesmo aqueles intelectuais que conseguem obter sucesso e prestígio no mercado capitalista nunca estão satisfeitos com o que lhes pagam.  O raciocínio é sempre o mesmo: "Levando em conta tudo o que faço como intelectual, sobretudo levando em conta toda a miséria moral que me rodeia, meu trabalho e meu esforço não são devidamente reconhecidos e remunerados.  Não posso aceitar, como intelectual de prestígio que sou, que um ignorante, um parvo, um inculto empresário ganhe 10 ou 100 vezes mais do que eu simplesmente por estar vendendo qualquer coisa absurda, como carne bovina, sapatos ou barbeadores em um mercado voltado para satisfazer os desejos artificiais das massas incultas."
"Essa é uma sociedade injusta", prossegue o intelectual.  "A nós intelectuais não é pago o que valemos, ao passo que qualquer ignóbil que se dedica a produzir algo demandado pelas massas incultas ganha 100 ou 200 vezes mais do que eu".  Ressentimento e inveja.
Segundo Bertrand de Jouvenel,
O mundo dos negócios é, para o intelectual, um mundo de valores falsos, de motivações vis, de recompensas injustas e mal direcionadas . . . para ele, o prejuízo é resultado natural da dedicação a algo superior, algo que deve ser feito, ao passo que o lucro representa apenas uma submissão às opiniões das massas.
[...]
Enquanto o homem de negócios tem de dizer que "O cliente sempre tem razão", nenhum intelectual aceita este modo de pensar.
E prossegue de Jouvenel:
Dentre todos os bens que são vendidos em busca do lucro, quantos podemos definir resolutamente como sendo prejudiciais?  Por acaso não são muito mais numerosas as ideias prejudiciais que nós, intelectuais, defendemos e avançamos?
Conclusão
Somos humanos, meus caros.  Se ao ressentimento e à inveja acrescentamos a soberba e a ignorância, não há por que estranhar que a corte de homens e mulheres do cinema, da televisão, da literatura e das universidades — considerando as possíveis exceções — sempre atue de maneira cega, obtusa e tendenciosa em relação ao processo empreendedorial de mercado, que seja profundamente anticapitalista e sempre se apresente como porta-voz do socialismo, do controle do modo de vida da população e da redistribuição de renda.


Jesús Huerta de Soto , professor de economia da Universidade Rey Juan Carlos, em Madri, é o principal economista austríaco da Espanha. Autor, tradutor, editor e professor, ele também é um dos mais ativos embaixadores do capitalismo libertário ao redor do mundo. Ele é o autor de A Escola Austríaca: Mercado e Criatividade Empresarial, Socialismo, cálculo econômico e função empresarial e da monumental obra Moeda, Crédito Bancário e Ciclos Econômicos.
 
Fonte: www.mises.org.br

BANHO DE LUZ...EITA!!!

Hoje recebi o tradicional jornal de Joinville em casa. Mas parecia um Pravda soviético nos tempos da Guerra Fria - Que coisa horrorooooooooooooooooosa!!! Alô doutor!!! Chega de banho de luz por favor!!! Socorro George Orwell !!!

SOMOS VASSALOS DE CURITIBA

A medicina privada de Joinville é referência para Santa Catarina e para o Brasil. Mas tem um bom preço... e quem pode pagar são poucos - a maioria são pessoas de outras cidades e não joinvilenses. Por esse motivo continuamos sendo vassalos de Curitiba.

terça-feira, 5 de abril de 2016

A ELEIÇÃO DE JOINVILLE SEM LHS

Esse ano terá uma eleição muito interessante. Será que a crise política irá respingar na hora do voto ??? É muito comum o povo reclamar mas na hora H votar nos mesmos. Em Joinville a disputa para a prefeitura será entre o atual prefeito Udo Döhler (PMDB) e o deputado estadual Darci de Matos(PSD). Em nível nacional as legendas dos dois candidatos apoiam a presidente Dilma. O PSD do ministro Gilberto Kassab ainda não desembarcou da base de apoio da presidente Dilma. O PMDB declarou oficialmente a saída do governo comandado pelo PT. Mas os ministros do PMDB continuam lá. O governador Colombo apoia mais Udo do que Darci (essa é a impressão que passa). Para vereadores pela rejeição da comunidade, a renovação será grande. Mas os atuais vereadores tem o poder nas mãos e até outubro muita coisa vai rolar. Uma eleição diferente, pois não terá a participação de LHS.

FRANK POURCEL


FALTA AMOR... HAHAHAHAHAHAHAHA!!!

Assistindo um programa de uma determinada emissora local, o entrevistado que era um juiz fala o seguinte: 

1º) Que é contra a redução da menoridade penal.
2º) Que um jovem de 17 anos que matou 5 pessoas covardemente deve ser internado e não preso.
3º) Que prisão não educa.
4º) Que falta na verdade "é amor"...

...Sem comentários...

segunda-feira, 4 de abril de 2016

PC DO B DE JOINVILLE VAI APOIAR UDO DÖHLER

Nunca alguém poderia imaginar uma situação como essa na política de Joinville. Uma legenda comunista apoiando um candidato ex-presidente da ACIJ.


O MUNDO DÁ VOLTAS...

Com todo respeito ao vereador Dorval Pretti, mas comecei a rir quando li que ele filiou-se ao PCdoB para apoiar o prefeito Udo Döhler.

AGRADECIMENTO AO BOM ATENDIMENTO

Quero agradecer o excelente atendimento da Livraria Curitiba do Shopping Müller.

Do pessoal do Banco do Brasil (Agência em frente a Biblioteca Pública)

E ao super atendimento da Ótica ViaVisão

domingo, 3 de abril de 2016

sexta-feira, 1 de abril de 2016

KARL MARX - INTERNET IN BRAZIL

Karl Marx when he wrote Capital, never imagined that the twentieth century would be dominated by broadcasting, let alone that the world would be dominated by the internet in the XXI century. For 30 years, the Party of Workers (PT) designed to come to power and succeeded. But the PT did not expect the vigilance of the people through social networks. Blessed social networks.

MUITO BACANA


TRISTE SINDICALISMO

SEM COMENTÁRIOS

O Mesmo movimento sindical que é contra o Colombo e o Udo, é a favor da Dilma. Uso político explícito.
O comportamento da Imprensa e da Justiça no Brasil deve ser observado com muita atenção. As duas instituições são importantíssimas para a Democracia. Mas ultimamente estão agindo de forma suspeita.
E um jornal local fazendo campanha escancarada para pré-candidatos a vereador do PMDB. Vergonhoso.