domingo, 28 de fevereiro de 2016

ABRA O OLHO

Valorize as conquistas difíceis. O que vem fácil, realmente deve servir de alerta. Abra o olho e nunca crie expectativa.

AVENIDA JK - CENTRO DE JOINVILLE


sábado, 27 de fevereiro de 2016

POLÍTICA É IGUAL A PROSTITUIÇÃO

Quem dá mais ??? 

Uma hora a prostituta está com um, outro dia está com outro. Já que a ideologia foi para o beleleu...os políticos, assim como as prostitutas tem cada um o seu preço. Fidelidade, honra...é coisa para otário... Será??? Então viva os otários!!!

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

SEM NOÇÃO

Se alguém hoje dirigiu-se ao shopping ou universidades da zona norte de Joinville, deve ter notado a presença de calouros da Univille  pedindo dinheiro para beber... Simplesmente eles ficavam atravessando no meio da avenida de um lado para o outro correndo o risco de serem atropelados.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

É UMA PENA...

Realmente é uma pena derrubar e desativar a recreativa da Ciser por essa estar localizada num manguezal. O jornalista Luiz Veríssimo está corretíssimo ao lembrar que grande parte de Joinville está localizada justamente sobre o mangue.

domingo, 21 de fevereiro de 2016

VALORIZEM AS PROFESSORAS

Uma professora das séries iniciais ganha em média R$ 3000,00 por mês para alfabetizar trinta,quarenta crianças. Uma professora sozinha fica quatro horas com esses alunos durante o dia. Muitas vezes essa professora leciona em dois períodos. No caso, ela pode atender até oitenta crianças por dia(sozinha). Ela acorda cedinho para pegar o ônibus e não atrasar. Muitas vezes atravessa Joinville do sul ao norte. Conheci uma colega que morava no Paranaguamirim e lecionava no Rio Bonito(30 km de distância). A maioria dessas professoras são mães, muitas são divorciadas e ainda cuidam de seus filhos sozinhas.
Muitas delas ainda estudam a noite fazendo pós-graduação. Enquanto isso, os vereadores de Joinville trabalham três dias por semana, possuem sete assessores e ainda tem um carro a disposição para atender a comunidade. Um vereador em Joinville recebe mais de R$ 10 mil por mês. Um governo e uma sociedade que não dá valor a essa mulher, que rala, que estuda e que deixa seu filho em casa para cuidar dos filhos de outras mães, deveria no mínimo pagar um salário de R$ 8000 mil por mês para essa trabalhadora. Que o povo brasileiro caia na real e valorize de fato as professoras do nosso país.

A PROSTITUIÇÃO NA IDADE MÉDIA

Pecado ou necessidade???

Esse era o grande dilema enfrentado pelos clérigos medievais ao se colocarem na difícil tarefa de converter a Europa bárbara e romana ao cristianismo. Sob o aspecto formal, as prostitutas infringiam um dos mais importantes tabus da Igreja ao praticarem a fornicação. Por outro lado, as demandas do mundo cotidiano reiteravam, vez após vez, que o banimento da prostituição era uma missão praticamente impossível.
Uma das justificativas mais comuns a manterem a prostituição ativa girava em torno do próprio controle de pecados observados como mais graves. O uso que os homens jovens faziam dos bordéis funcionava como meio para que as mulheres respeitáveis não fossem vítimas de sedução ardilosa e estupro. No fim das contas, seria menos grave violar os limites do corpo de uma mulher que já havia caído em pecado do que desgraçar uma casta seguidora dos princípios morais da Igreja.
O próprio Santo Agostinho advertia que o banimento da prostituição seria porta de entrada para outros pecados ainda mais controversos. Entretanto, alguns clérigos não poupavam esforços para que as prostitutas abandonassem sua vida de erros através do casamento ou ingressando na própria ordenação religiosa, na qualidade de freiras. No início da Idade Média, alguns romanos reagiam à conversão religiosa das prostitutas obrigando mulheres cristãs a tomarem o lugar da convertida.
Ao falarmos sobre o desenvolvimento de tal atividade, não podemos nos esquecer que a recorrência de tal prática está diretamente ligada aos ambientes urbanos da época. Não raro, costumava-se determinar o lugar das casas de prostituição nas ruas que levavam a palavra “rosa” no nome. Em algumas regiões, a expressão “arrancar uma rosa” fazia alusão ao ato de se servir da prostituição. Outro código de distinção comum era o uso de roupas e acessórios específicos como gorros, sinos e xales.
Uma das raras exceções conhecidas sobre essa relação entre a prostituição e as cidades aparece no Reino dos Francos, mais especificamente na dinastia carolíngia, entre os séculos VIII e IX. Em alguns feudos eram construídas as chamadas “casas das mulheres”, onde as servas se prestavam a um serviço bem distante da agricultura desenvolvida nos mansos. Similar aos dias atuais, essas “prostitutas feudais” tinham carreira curta e já eram consideradas velhas ao atingirem os trinta anos de idade.
Paralelamente, observamos que os medievais se valeram das mais variadas explicações para justificarem o fenômeno da prostituição. Alguns a relacionavam com a tendência natural que alguns têm à degradação moral, outros a ligavam à questão da miséria recorrente em alguns lugares ou à própria viabilidade econômica do ato. Em alguns casos, o concubinato impunha direitos e deveres entre uma prostituta e um terceiro interessado nos seus préstimos.
No final das contas, vemos que a prostituição medieval nos revela uma esfera que extrapolava a condição moral daquele tempo. Observando os critérios, medidas e noções sobre a “mais antiga das profissões”, vemos que a Idade Média não esteve incondicionalmente presa às supostas regras de comportamento da Igreja. É, no mínimo, instigante observar o choque entre a experiência terrena e as aspirações divinas ocorridas nesse terreno do cotidiano medieval.

sábado, 20 de fevereiro de 2016

UMA DONA FRANCISCA...

...Ainda arborizada...

PELOS BECOS DE JOINVILLE...


NOS BECOS DE JOINVILLE


JOINVILLE SEM CHUVA

Apesar das altas temperaturas dos últimos dias, a tradicional pancada de chuva do final da tarde desapareceu de Joinville. O que deixa o tempo ainda mais quente.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

O LIVRE-ARBÍTRIO

"Deus é bom e criou um mundo perfeito. Contudo, uma das coisas que torna os seres humanos(e os anjos) entidades inteligentes é a LIBERDADE. Eles tinham a LIBERDADE de escolher obedecer a Deus ou se distanciar DELE. E para se distanciar de Deus, a fonte de toda a bondade, era necessário criar o mal. O mal é criado pelo pecado.

A decisão de pecar foi tomada no reino espiritual por Satanás e outros anjos, seres inteligentes capazes de genuínas escolhas morais; o pecado então entrou no nosso mundo através das livres escolhas morais feitas pelos primeiros seres humanos, Adão e Eva. De lá, a praga espalhou-se por toda a história por causa das livres escolhas morais que os seres humanos continuam a fazer...

...Entretanto, se Deus sabia de antemão que faríamos tal bagunça com as coisas, diz o cético, por que deixou que isso acontecesse??? Por que nos criou com a capacidade de pecar??? Pergunta justa. Mas pense com cuidado sobre o que isso significa. Para que Deus assegurasse que nós não pudéssemos pecar, ele teria de mexer no nosso livre-arbítrio - para criar não como seres humanos completos, mas como marionetes ou robôs programados para fazer somente o que ELE quisesse. Isso, porém, nos faria incapazes de amar a Deus ou a outro semelhante, pois o amor genuíno não pode ser coagido. Também, sem livre-arbítrio, não seríamos capazes de responsabilidade moral, criatividade, obediência, lealdade ou heroísmo. A única maneira pela qual Deus poderia criar seres que fossem completamente humanos era correr o risco de que eles usassem sua liberdade para escolher o mal.
    Assim, uma vez que os seres humanos realmente escolheram o mal, o caráter santo de Deus exigiu JUSTIÇA.

Fonte: E agora como viveremos? CPAD, págs. 258 e 259.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

JOINVILLE PRECISA DE ÁRVORES

Não se pode aceitar que as principais ruas e avenidas de Joinville não tenham árvores.

LIVRE -ARBÍTRIO

Não chame de loucura aquilo que Deus denominou
 de livre-arbítrio.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

ODIR NUNES - PLANO "C" DO PSDB DE JOINVILLE

Pela sua experiência administrativa e pelo seu histórico no legislativo de Joinville, não menosprezaria a performance eleitoral do vereador tucano Odir Nunes. Caso o PSDB o escolha para disputar a prefeitura, com certeza terá um candidato competitivo.


terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

JOINVILLE E OS PARALELEPIPIDOS

Aqui pertinho na cidade de São José dos Pinhais, a prefeitura está mantendo a pavimentação com paralelepipido.

 O paralelepipido nunca foi um problema. O problema é o abandono desse tipo de rua em Joinville nos últimos anos.
 Aqui o exemplo de uma rua pavimentada com pedra em perfeito estado. Só precisa manutenção.

PENSAMENTO

Nem sempre na vida ter  razão é algo vantajoso. 

Muitas vezes o que a gente mais quer é justamente não ter  razão.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

JOINVILLE - AVENIDA JUSCELINO KUBITSCHEK

Hoje a tarde

JOINVILLE - O DIAGNÓSTICO DO JORDI CASTAN

Acompanhei atentamente a
entrevista do paisagista Jordi Castan na TV BE. Um ponto de vista completamente diferente daquele que a Prefeitura e a imprensa tradicional tentam impor a comunidade. A situação atual de Joinville é preocupante. O futuro mais comprometedor ainda. Não existe humildade e comprometimento da classe política em melhorar a cidade. Existe apenas o compromisso em manter a forma atual de se fazer política.

domingo, 14 de fevereiro de 2016

A UTILIZAÇÃO DA BICICLETA EM JOINVILLE

Durante muitos anos a bicicleta foi o meio de transporte mais utilizado em Joinville,isso não é novidade para ninguém. Os ciclistas do passado tinham apenas as ruas de barro ou paralelepido para pedalar. Não havia tantos carros circulando por aí, por isso a bicicleta era um veículo seguro. Todos também concordam com os benefício da bicicleta como meio de transporte saudável e barato para quem a utiliza. Mas tem ciclista em Joinville fazendo barbaridade. O ciclista tem que ser respeitado, mas também precisa respeitar o motorista e o pedestre. Ficar atravessando na frente de veículos de repente e andar em grupos bloqueando ruas, não é um bom exemplo a ser seguido. Que a bicicleta seja mais utilizada em Joinville. Mas tem ciclista passando do limite se achando o dono da rua.

FATO


sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

ELEIÇÃO DOS ERROS EM JOINVILLE

Candidatura a prefeito dos poderosos de Joinville, começa a preocupar os próprios poderosos. Os erros administrativos se acumulam a cada dia. Nem a imprensa que apoia essa candidatura está conseguindo criar tantas justificativas.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016


UM ERRO QUE PODE CUSTAR MUITO CARO

Precipitação, mal assessoramento, desconhecimento de convênios ??? O fato é que o prefeito Udo Döhler errou. E esse erro pode lhe custar a reeleição. O descontentamento da Univille, dos médicos e de gente do próprio PMDB ficou público. Udo errou como gestor e errou novamente como pré-candidato. Pior de tudo foi ter cedido as pressões. Acordou os candidatos de oposição. Udo estava muito seguro. Mas pecou na hora errada( Se é que existe hora certa para se cometer pecados). A disputa a prefeitura da maior cidade do estado está aberta. Resta saber quem terá a "virtude" de aproveitar esse momento.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

A IMPORTÂNCIA DE UM BOM CONSELHO

Wilma Rejane



"Uma palavra dita a seu tempo é como maçãs de ouro em
bandejas de prata. "Provérbios 25:11


O que seria comparável a um bom conselho? Provérbios 25:11 diz que a maças de ouro em bandejas de prata. Há traduções que dizem: “Uma palavra sobre rodas é como maças de ouro em bandejas de prata” (tradução Veneza). Curiosa comparação esta de Salomão que deveria ter em seu palácio real tantas bandejas de pratas como frutos de ouro em objetos de decoração. Prata e ouro dizem respeito a coisas purificadas, provadas e úteis. E não apenas úteis, mas belas.

O tempo sobre rodas é aquele que se move por conselhos sábios, seguindo  direções certas, evitando a tortuosidade e os prejuízos, advindos de quem não sabe para onde vai. A boa palavra movimenta os homens de modo a ultrapassarem os obstáculos que aparecem tantas vezes em formas de montes que escondem o horizonte. Jesus disse “ Eu asseguro que, se alguém disser a este monte: 'Levante-se e atire-se no mar', e não duvidar em seu coração, mas crer que acontecerá o que diz, assim lhe será feito” Marcos 11:23. Palavras “movem os montes” e o que é a vida senão a reunião de palavras pensadas, ditas? Um homem se torna sábio ou louco pelo falar.

Profeta Isaías disse: “O Soberano, o Senhor, deu-me uma língua instruída, para conhecer a palavra que sustém o exausto. Ele me acorda manhã após manhã, desperta meu ouvido para escutar como alguém que está sendo ensinado.” (50:4).



Assim ouvir a Deus, seguir a direção do Espírito Santo e manter a comunhão com Cristo, são formas de conhecimento que promovem a linguagem profética para dizer palavras firmes no tempo oportuno. E o caminho sobre rodas segue bem seu rumo. A Palavra Divina é o melhor conselho.

Fonte: www.atendanarocha.com

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

RÁDIO ITALIANA - VALE A PENA OUVIR

Muita informação sobre a Itália e a Igreja Católica.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

DOUTOR XUXO FOI PARA O ATAQUE

Pelo Facebook o pré-candidato a prefeito pelo PP, o Dr. Xuxo mostrou-se indignado com a decisão da Prefeitura de Joinville de cortar a vaga de 56 médicos residentes. Até o momento foi o primeiro prefeiturável a se posicionar contra a decisão do prefeito Udo.

CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE JOINVILLE

A poucos metros da ACIJ fica a sede do Corpo de Bombeiros Militar de Joinville

domingo, 7 de fevereiro de 2016

CLAUDIO LOETZ - JORNALISMO COM RESPEITO AO LEITOR

DEIXAMOS DE SER PROVÍNCIA , POR CLAUDIO LOETZ*

Identificamos o que houve. Sabemos como aconteceu. Sabemos também como se fez. Agora, o trabalho da polícia é de inteligência e estratégia. A questão do combate à violência em Joinville passa por estes dois fatores. Não passa, necessariamente, por mais equipamentos e mais policiais. Nossos melhores homens estão em Joinville.

As frases são do governador Raimundo Colombo, respondendo a questionamento sobre o combate ao crime na cidade, em diálogo com o colunista, antes de começar a solenidade de posse da diretoria da Ajorpeme, na quinta-feira à noite, na Expoville.
Joinville está assustada. Amedrontada. Não é para menos.

 O episódio do assassinato e decapitação de um jovem de 16 anos nos coloca num novo e inimaginável padrão de conduta dos criminosos. Pode ser que este seja um caso único, irrepetível. Pode ser. Tomara que seja. O que se tem certeza: a Joinville pacata e sossegada de anos atrás já não existe mais.

 Joinville subiu de patamar quando o assunto é o tamanho e a forma como são praticados os crimes na mais populosa cidade catarinense. Não somos Cidade do México. Nem o Rio de Janeiro ou São Paulo. Tornamos-nos maiores do que simplesmente uma cidade média, na qual alguns eventos isolados incomodam mais pelo ineditismo do que pela frequência com que acontecem. Este diagnóstico já não vale mais.

 A cidade já é um polo gerador de criminalidade bem acima do razoavelmente aceito. Este fenômeno é recente quando se olha historicamente. E vem se acentuando. Afirmar que se vive numa espiral é exagero. Porém, os fatos preocupam. E os números, mais ainda: só nos primeiros 36 dias do ano, pelo menos 17 pessoas foram assassinadas. Um a cada dois dias, praticamente.

Não há mais um ou dois bairros específicos como os alvos de ladrões, arrombadores, homicidas. Todas as regiões passaram a ser potencial endereço de atos ilegais.

Por que trago este tema à análise neste espaço de jornal se tudo isso, aparentemente, não tem relação com economia? Ou será que bandidagem agora entra no noticiário envolvendo negócios? Bingo! Quem respondeu sim a esta pergunta, acertou em cheio.
Vejamos: qualquer investidor ao fazer sua busca por um local para seu futuro empreendimento vê e compara diversos indicadores socioeconômicos.

Para além de PIB per capita, renda familiar, padrão educacional, infraestrutura, mobilidade e saúde, um olhar é reservado ao fator segurança. Executivos e empresas de ponta querem ter a convicção de que o endereço escolhido oferecerá o melhor custo-benefício em todos estes itens considerados nas planilhas dos técnicos e consultores.

Ainda nesta semana que termina, mais de 20 supermercadistas se reuniram para encontrar soluções conjuntas que minimizem, efetivamente, assaltos e arrombamentos de lojas e residências. A incidência e a repetição motivaram o encontro, que reuniu até a promotoria e polícias. O que dizer, então, diante dessa nova realidade?

Que não basta lamentar. É preciso que a sociedade, por intermédio de todas as suas lideranças – políticas, empresariais, comunitárias e sindicais – reverberem contra o quadro desenhado a partir das situações de medo.

Claro que fazer boletim de ocorrência é importante para se registrar o ocorrido. Claro que é vital acionar mecanismos de proteção individual e/ou coletiva. Claro que adotar tecnologias protetivas ao crime ajuda. Claro que o engajamento coletivo poderá propiciar efeitos positivos a médio e longo prazos. Tudo isso é superimportante.

Mas volto a um aspecto que julgo merecer atenção redobrada: o tipo de sociedade em que vivemos. E que queremos ser. O crime é um elemento, um subproduto de uma sociedade que está em desarranjo. Um subproduto que enriquece poucos e dissemina um modo de vida que inclui a quase reclusão de famílias a seus espaços fechados – decisão pessoal decorrente da insegurança. Aceita a premissa, é urgente a conscientização de que Joinville já se parece mais com uma metrópole do que um município que mal saiu do provincianismo.

A visão que temos de nós mesmos – muitas vezes idealizada – merece um retoque. Não se trata de desqualificar nossas vantagens comparativas. Ao contrário. Ressaltemos, mais uma vez, a qualidade indiscutível de nossas empresas; de nossa educação (para padrões nacionais); a invejável infraestrutura portuária perto da gente.

A expansão populacional – já somos 600 mil moradores e atingiremos 1 milhão de pessoas daqui a 25 anos – e a identificação de um município ou região como sendo desejável a investimentos e potencial ou verdadeiramente desenvolvida atraem consigo iniciativas empreendedoras positivas. E, junto com elas, aqueles que procuram soluções criminosas como forma de viver.

Este é o preço a pagar pelo crescimento? O crescimento é incompatível com a concepção de segurança pessoal e coletiva? O crescimento é pré-condição de destabilização social? Alguém responde?

 *Claudio Loetz é jornalista do Jornal A Notícia de Joinville

Pequeno comentário:

 Ainda existe gente fazendo jornalismo com seriedade em Joinville. Isso é respeito ao leitor e ao assinante.

ORGULHO DO CARNAVAL ???

A escolas de samba de Joinville estão orgulhosas de manterem o desfile de carnaval em 2016. Orgulho eu sinto de verdade, é das escolas públicas que são mantidas em funcionamento, apesar do desprezo do governo e da sociedade pela educação no Brasil.

MUITO BOM



FATO

As coligações são apenas eficientes para conquistar vitórias nas eleições. Passou para o campo administrativo a divisão de poder só emperra a administração pública.

sábado, 6 de fevereiro de 2016

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

JOINVILLE - ELEIÇÃO 2016

Acompanhei atentamente um programa local onde o entrevistado era um secretário da Prefeitura de Joinville. Segundo esse secretário, o eleitor de Joinville votará em peso no atual prefeito. O motivo: não existe concorrente.

MUITO BOM


COISAS DA TELEVISÃO ( OU DA VIDA REAL)

A esposa vai na tv contar um grande segredo para o marido. O marido todo bobo, fica na expectativa, pensa que é uma homenagem, ou alguma coisa parecida. O apresentador faz um suspense, chama o comercial. Mas no final do programa, ela conta o segredo: ela  era garota de programa. É pra rir ou pra chorar???

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

ALERTA CONTRA A SÍFILIS

Os sintomas da sífilis se manifestam entre 3 e 12 semanas após a infecção, começando com o aparecimento de uma ferida na região genital que não sangra e é indolor, mas que, quando friccionada, libera um líquido transparente.
No entanto, os sintomas da sífilis são diferentes dependendo do tempo de infecção e, por isso, a sífilis é classificada como sendo primária, secundária ou terciária. Além disso, a sífilis também pode ser congênita, que é quando o bebê nasce de uma mãe contaminada com a doença e que não fez o tratamento durante a gestação.
A sífilis tem cura e esta pode ser facilmente tratada com injeções de penicilina, mas seu tratamento deve ser iniciado o MAIS RAPIDAMENTE possível para evitar o surgimento de complicações graves em outros órgãos como o cérebro, o coração e os olhos, por exemplo.


LEGAL


quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

MUITO BOM...

Realmente te livra de muitos problemas...

2016 - ANO DAS GRANDES OBRAS EM JOINVILLE


Pinturas das faixas...

JOINVILLE...COTIDIANO


JOINVILLE...COTIDIANO


A LEGISLAÇÃO FAVORECE A CRIMINALIDADE

É muito complicado exigir apenas da Polícia(civil, militar e federal) um bom trabalho sem que exista uma estrutura adequada. Mas, o mais complicado é a Polícia fazer seu trabalho com seriedade e depois a Justiça soltar o criminoso. Enquanto prevalecer uma legislação branda...a criminalidade vai imperar no Brasil.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

JOINVILLE...

...A convivência entre o passado e o presente

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

UMA JOINVILLE PARA POUCOS...

O debate para o futuro deverá ser esse: 

Uma Joinville inchada que gera empregos??? 

Ou uma Joinville com qualidade de vida??? 

Criar novos loteamentos ou verticalizar a cidade??? 

É possível preservar a natureza ou teremos que invadir as áreas verdes ainda existentes ???