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sábado, 31 de maio de 2014

QUAL A SUA OPINIÃO???


ÁGUA É IMPORTANTE

**IMPORTANTE QUE LEIAM,SÉRIO**

Dicas úteis
Ir ao banheiro à noite, pensei que isso era ruim e muito chato mas pode ser útil para você, especialmente se você é jovem ....
* Essas recomendações não são exatamente de 
AVÓ ... MAS DE PROFISSIONAIS DE SAÚDE.

      * Água e noite ... Conheço muitas pessoas que dizem que não querem tomar qualquer coisa antes de dormir, porque, então, tem o incômodo de se levantar durante a noite para usar o banheiro.

 Quando perguntei ao meu cardiologista porque as pessoas precisam fazer xixi tanto à noite.

A resposta foi :
* A gravidade mantém a água na parte inferior do corpo quando você está em pé. ( As pernas incham ) .
 Na hora de dormir , a parte inferior do corpo (pernas , etc .) estão ao mesmo nível dos rins, é quando os rins removem a água processada ( sujo) , porque é mais fácil , pois todos nós precisamos de uma quantidade mínima de água para lavar as toxinas do corpo . 
Muito importante , de acordo com cardiologistas o momento certo para beber água.
Beber água em determinados momentos maximiza a sua eficácia no corpo ..

* Dois copos de água quando você se levanta - ajuda a ativar os órgãos internos ..
* Um copo de água 30 minutos antes de uma refeição - ajuda a digestão.
 * Um copo de água antes de tomar banho, ajuda a reduzir a pressão arterial.
* Um copo de água antes de dormir evita ataques cardíacos e derrames , o que você acha ?
 Agora vamos todos beber água ... porque esse problema é muito frequente entre os jovens.
* Água antes de dormir também ajuda a evitar cãibras nas pernas noturna.
* Os músculos da perna estão procurando hidratação quando eles dão essas cólicas e / ou coxas da panturrilha.
Por favor, passe essa informação para as pessoas que são
importantes para você e beber água!
     
A prevenção é o melhor remédio...
 
 
 

LINDA MENSAGEM


ASSUNTO INTERESSANTE - OS ILUMINATI

Um assunto legal para debater!

HOJE É SÁBADO!!!


quinta-feira, 29 de maio de 2014

quarta-feira, 28 de maio de 2014

HOJE É O DIA DO DESAFIO ???

Ruas cheias de buraco, congestionamento, problemas na saúde, sem estacionamento, sem iluminação pública, escolas sucateadas, aumento da violência urbana. O joinvilense é desafiado todos os dias ora bolas!!!

ALERTA AO BRASIL - ALERTA AO BRASIL


JOINVILLE E A IDADE DAS TREVAS


Joinville está muito feia,
abandonada e sem luz. Literalmente na Idade das Trevas.

CURRAL ELEITORAL, POR MILTON WENDEL


O sujeito odeia o PT, prega intervenção militar no governo Dilma, mas vota em quem Luiz Henrique manda votar. Aí, se a gente chama o cara de analfabeto político, ele fica ofendido. E está cheio de analfabeto político em Joinville. A cidade é um curral de analfabetismo político.

domingo, 25 de maio de 2014

QUEM ESTÁ EM EVIDÊNCIA EM JOINVILLE

Apolinário Ternes com seus textos no Jornal A Notícia mostrando a realidade local.

Gert Fischer com seu programa na TV da Cidade preocupado com os rumos de Joinville.



E o novato vereador Maykon Cesar (PPS)  com suas críticas ao executivo municipal.

CPI PEDE PARA INVESTIGAR DILMA


O BOLSA FAMÍLIA AINDA É O ASSUNTO


O MAL DO BOLSA FAMÍLIA


BRASIL - PT -PMDB - DÍVIDAS - COPA DO MUNDO


sábado, 24 de maio de 2014

AMIGOS DO TREM

O Feudalismo Atual apoia essa galera pela iniciativa. "Tamo junto!!!"

A OSCIP / ONG Movimento Nacional dos Amigos do Trem,

Registrada no   CNPJ n.º 04.717.670/0001-84, deu início às suas atividades no ano de 1997, como Movimento Popular, defendendo o extinto Trem de Pssageiros Xangai, que circulava entre as cidades de Juiz de Fora a Matias Barbosa por mais de 70 anos. É uma sociedade civil, sem objetivos e fins lucrativos, com prazo de duração indeterminado, fundada oficialmente em 05 de junho de 2001.

A OSCIP/MNAT também tem como objetivos: promover a cultura, o turismo, o desenvolvimento sustentável, defender o patrimônio público das ferrovias nacionais, além de incentivar a modernização do mesmo. A OSCIP/MNAT possui vários segmentos no  Brasil, especialmente no Estado de Minas Gerias, em decorrência do apoio de inúmeras pessoas que incentivam e apoiam o transporte ferroviário de passageiros como mecanismo de desenvolvimento social e econômico do país, visto que este é amplamente utilizado na Europa, América do Norte e apresenta ampla expansão em países vizinhos como a Argentina.
A Entidade, foi qualificada como Organização da Sociedade Civil de Interesse Publico (OSCIP), nos termos da Lei 9.790/99, pelo Ministério da Justiça no processo n.º 08026.000236/2004-00, autuado em 09 de janeiro de 2004, e publicado no Diário Oficial da União no dia 21 de janeiro de 2004, tendo como finalidade  criar os mecanismos legais e operacionais para gerir o funcionamento do transporte ferroviário de passageiros entre os municípios de Matias Barbosa, Juiz de Fora, Ewbank da Câmara ,Santos Dumont, Antônio Carlos e Barbacena, denominado "Expresso Pai da Aviação".
Os integrantes da OSCIP  Amigos do Trem, devem sempre exercer a observância dos princípios da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da publicidade, da economicidade, da eficiência e da supremacia do interesse público.

De acordo com o Art. 28, Parágrafo Único do Estatuto Social, não poderão ser eleitos para os cargos da Diretoria Nacional e das Diretorias Regionais da entidade, os sócios e voluntários que ocupam cargo, emprego ou função pública, ou que sejam membros do Poder Executivo, Legislativo, Judiciário, do Ministério Público ou do Tribunal de Contas da União, ou respectivo cônjuge ou companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade até o 2º grau; servidores públicos vinculados aos órgãos ou entidades concedentes, ou respectivo cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade até o 2º grau; Funcionários públicos; Membros do Poder Legislativo da União, de Estado, do Distrito Federal ou de Municípios; cônjuges ou companheiros de membros do Poder Legislativo da União, de Estado, do Distrito Federal ou de Municípios; ocupam cargo de Ministro de Estado, Secretários Executivos ou outros cargos equivalentes do Poder Executivo Federal; cônjuges ou companheiros de Ministro de Estado, Secretários Executivos ou outros cargos equivalentes do Poder Executivo Federal (Recomendação do art. 4º, parágrafo único, da Lei nº 9.790/99, do art. 117, inciso X, da Lei nº 8.112/90 e da Portaria Interministerial 127, de 29/05/08, Art, 18, item IV).

CONCORDO


sexta-feira, 23 de maio de 2014

SITUAÇÃO DELICADA

A situação de Joinville ainda não é desesperadora. Mas com certeza é delicada no que tange a coisa pública.

O suicídio é o maior produto de exportação do Japão? Notas sobre a cultura de suicídio no Japão

Por KAYOKO UENO
Kayoko Ueno é doutora em Sociologia, e atualmente é professora de Sociologia na Universidade de Tokushima, Japão

 [Tradução: Eva Paulino Bueno]

No ano 2004, quase nenhuma semana transcorreu sem alguma notícia sobre as bombas suicidas dos muçulmanos no Iraque ou Palestina, ou em Chechênia. Nós, os japoneses, vivemos em uma sociedade rica e geograficamente afastada dos acontecimentos no Oriente Médio e na Rússia, e muitos de nós vemos estas notícias das bombas suicidas como uma coisa estranha, ou como um jogo de vídeo game. Por outro lado, há alguns japoneses, especialmente os que são da geração que passou pela guerra, que vêem as notícias de forma diferente, traçando a figura dos bombardeiros suicidas aos “Kamikazes” do Japão, aqueles esquadrões de ataque aéreo do fim da segunda guerra mundial. De fato, um de meus colegas mais velhos outro dia veio conversar comigo, apontou para um item destes nas notícias, e sussurrou, melancolicamente, “essa é uma invenção japonesa.”
A sociedade japonesa já há muito tempo fornece materiais únicos para estudos sociais sobre o suicídio. Primeiramente, isto pode ser causado por causa do que se crê que é a nossa forma peculiar — de acordo com os observadores ocidentais-- de cometer o suicídio, tal como, por exemplo, o Hara-kiri ou o Shinjyuu. O Hara-kiri era um privilégio das classes superiores, e concedido somente aos samurais (guerreiros) para protegê-los de serem executados por inimigos. Já o Shinjyuu, a forma de suicídio cometida entre pessoas íntimas, era mais comum entre os  plebeus. Esta última forma de suicídio ia desde o suicídio de amantes, do qual desenvolvemos um gênero literário — tal como o que se encontra nas peças de kabuki de Monzaemon Chikamatsu, o mais famoso escritor de peças para kabuk — até outros suicídios por familiares tais como o boshi-shinjyu (suicídio de mãe e filho/a), o ikka-shinjyu (o suicídio de toda a família), os quais ocorriam em todas as classes sociais. Ao mesmo tempo, antes da emergência moderna dos problemas de abuso de crianças e de velhos no Japão por volta de 1990, nós temos narrado o tipo de suicídio familiar de forma não-criminalizada, com a ausência de punições para quem teve a idéia do suicídio, porque, de todas formas, esta é a pessoa  que mata toda a família, incluindo a criança desprotegida, os pais velhinhos, e os familiares que estão doentes.
Em segundo lugar, como já foi várias vezes dito, o ato de suicídio japonês é peculiar porque ele em geral é associado a um significado de valor e vingança. O suicídio tem uma associação de larga data com a salvação do nome ou fama da pessoa ou da família. A análise do suicídio tem sido considerada como um passo importante na compreensão da cultura, sociedade, e povo japonês. Entre os que foram fortemente levados por este tipo de motivação está, por exemplo, a antropóloga cultural americana, Ruth Benedict. No seu livro clássico sobre o Japão da ocasião da guerra, The Chrysanthemum and the Sword—O crisântemo e a espada — ela analisa características do comportamento japonês.
De acordo com Benedict, os japoneses, que não têm nem uma bússola interior forte nem o sentimento cristão da culpa, estão fortemente inclinados a salvar seu nome, ou mesmo a fama da nação, através do suicídio (Benedict, 1954). Similarmente, Emile Durkheim, o francês fundador da sociologia profissional moderna, é também conhecido por estudos sobre o suicídio, em parte referindo-se ao ritual da auto-imolação através do corte do ventre observado no Japão. De acordo com ele, o Japão é o tipo de sociedade onde existe prestígio social associado ao suicídio, e a recusa desta honraria tinha efeitos similares aos da punição real (Durkheim, 1952).
Por outro lado, o que deveria ser igualmente ou talvez ainda mais enfatizado neste contexto é que os japoneses, e não os observadores ocidentais, foram os que reconheceram e mais efetivamente utilizaram esta associação: o suicídio e o ethos japonês. Maurício Pinquet, o autor de “La mort voluntaire au Japon” — “A morte voluntária no Japão” — exemplificou a identidade cultural japonesa através da análise da “morte voluntária,” mas nunca deixou de ressaltar que a frase “Nação do suicídio” foi primeiramente uma invenção japonesa nos últimos anos da década de 50 (Pinguet, 1984).
O Japão fazia propaganda do suicídio, de certa forma  encorajando seus membros a cometer atos suicidas, ao implantar vocabulários relacionados ao salvamento da fama, para impedir uma possível rebelião contra o governo. A figura do Kamikaze foi idealizada para glorificar a guerra. É importante lembrarmos que, antes de a Toyota, a Mitsubishi, e outras companhias japonesas serem criadas e transformadas em representantes do poderio e capacidade japoneses, entre outros fenômenos que atestavam a nossa “macheza” estava a nossa capacidade de cometer o suicídio. Assim, o suicida funcionava como uma “bala humana” usada contra o inimigo, não somente metaforicamente mas no sentido literal da palavra. Assim também funciona a resistência no Iraque em Israel. Onde quer que exista escassez de armas, ou de outros produtos manufaturados para exportar,os recursos humanos se tornam no substituto ideal.
Visão estatística: o suicídio como uma questão de gênero
Já que o suicídio está bem incorporado nos padrões comportamentais japoneses, a prevalência do suicídio não é assunto negligenciável. As últimas estatísticas da Agência de Polícia Nacional Japonesa diz que o número em 2003 chegou a 34.427 (27,0 por cada cem mil habitantes). Para cada cem mil pessoas, no ano 2000, a taxa no Japão foi de 34,1, comparado a 10,4 nos Estados Unidos, e 4,1 no Brasil. De acordo com o Ministério da Saúde e do Trabalho Japonês, depois da segunda guerra mundial, o Japão passou por três ondas de suicídio. A primeira onda teve seu ponto mais alto em 1958, com 23.641 mortes; a segunda alcançou o máximo em 1986 com 25.667 mortes. Atualmente, estamos no meio da terceira onda, que começou em 1998. Estas ondas são observáveis não somente em termos do número, mas também em termos da taxa por cada cem mil habitantes.
A alta taxa de suicídio no Japão também tem sido assunto de muitas discussões. Muitas coisas foram observadas em relação a estas estatísticas, mas as características do gênero são particularmente merecedoras de nota. As estatísticas de suicídio claramente mostram que os homens cometem mais suicídio que as mulheres, e esta característica está sendo acentuada ultimamente. De fato, as duas últimas ondas foram quase que totalmente resultantes do aumento do número de suicídio pelos homens. Em 1980, a taxa de suicídio (o número de suicídios para cada cem mil habitantes) foi de 22,9 para os homens, e 13,3 para as mulheres. Esta taxa passou para 40,1 e 13,5 respectivamente em 2003.
Por que os homens cometem mais suicídio que as mulheres? Seria porque, como Durkheim escreveu, os homens são mais excessivamente auto-reflexivos, ou mais angustiados por necessidades ilimitadas e com menos forças regulatórias exteriores, ou, talvez simplesmente porque eles estão menos envolvidos na sociedade? (Durkheim, 1952) Suas hipóteses podem ser ainda relevantes no Japão contemporâneo. Entretanto, em certa medida, a taxa mais alta de suicídio entre os homens se deve a diferentes papéis e expectativas sociais designadas a eles.
A divisão por idade quanto à taxa de suicídio entre homens e mulheres mostra como os papéis dos dois gêneros tem uma parte importante na explicação. Homens de 50-64 anos, especialmente de 55 a 59, têm a taxa mais alta de suicídio. Mas este é um desenvolvimento bem recente, que não se observa entre as mulheres. O fato que o número de suicidas está aumentando entre homens de meia idade com problemas financeiros ressalta a responsabilidade masculina de manter a sua  família, e algumas vezes os seus empregados. Esta é uma realidade ainda mais pungente em dias de dificuldades econômicas. Alguns suicídios são como uma tentativa, por parte dos suicidas, de conseguir dinheiro do seguro de vida para sua família. Um fenômeno que tem sido observado é que um dos padrões mais comuns em suicídios é que eles ocorrem quando o período de carência do seguro termina. Por outro lado, as mulheres mais ou menos na mesma faixa etária vêem seu papel relacionado com a responsabilidade de cuidar dos membros da família. A taxa de suicídio de donas de casa sempre foi muito baixo, e continua sendo. Entretanto, a taxa de suicídio entre as mulheres aumenta à medida que elas envelhecem.
A diferença de gênero na taxa de suicídio tem sido usada para documentar o tratamento injusto que os homens recebem, e para diminuir a força das denúncias das feministas que falam da opressão da mulher. Mas esta taxa também pode ser usada para substanciar a permanência dos padrões do gênero ditados pelo patriarcado. O fato que homens cometem suicídio mais que as mulheres revela uma família do tipo paternalista, em que quem ganha o pão, quem sustenta a família, está mais em risco, especialmente com o colapso do sistema de emprego vitalício.
O novo fenótipo
Porque nós estamos em uma “nação de suicídio”, o assunto do suicídio periodicamente volta à tona, graças à mídia que se aproveita para debater este assunto quando não há outros mais interessantes. Em meados dos anos 80, nós tivemos uma vasta cobertura do suicídio devido ao ijime (ser abusado por colegas mais velhos ou mais fortes) entre crianças de escola. Outras vezes, nós observamos jovens suicidas seguindo o exemplo de seu ídolo depois da cobertura massiva da mídia do suicídio de alguma figura carismática. Toda vez que a imprensa dá cobertura a tais incidentes com detalhadas informações, algumas pessoas imitam o suicídio. É como se as razões e os métodos do suicídio tivessem sido sugeridos pelo discurso da mídia.
E a mesma coisa pode ser dita sobre as reportagens recentes sobre os pactos de suicídio ligados à Internet. Ao navegar pela database do Asahi Shinbun, um importante jornal japonês, usando palavras chave como “internet” e “suicídio”, pode-se descobrir que um incidente específico de pacto suicida primeiro ocorreu em outubro de 2000, mas foi noticiado sob a costumeira manchete de Shinjyuu. Embora as vítimas mal se conhecessem, suas histórias não mereceram a continuação da reportagem em dias subseqüentes. Em fevereiro de 2003, outro pacto suicida foi noticiado, e se tornou um marco para os pactos de suicídio pela Internet no Japão, devido à extensa cobertura jornalística. O artigo falava de um jovem e duas mulheres que se encontraram na Internet, e se mataram com gás, usando “briquetes.” O Asahi Sinbun e outros órgãos da imprensa continuaram fazendo reportagens com histórias novas a cada dia. Alguns outros pactos de suicídio com briquetes ocorreram em março, e foram seguidos por incidentes ocasionais do mesmo tipo até os dias atuais.
Sempre houve pessoas desejando estarem mortas, ou tendo pensamentos sobre a morte voluntária. Mas, antes, ninguém os encorajava diretamente a morrer. Nos meios de comunicação convencionais, se alguém diz ou escreve “eu quero morrer,” a resposta mais provável é “Espere, não morra!” Já na Internet, pelo contrário, qualquer um se sente livre para escrever o que quiser sob um nome falso. No momento em que alguém menciona intenções de cometer o suicídio, palavras inventivas aparecem imediatamente e alcançam o candidato ao suicídio. Palavras e expressões horríveis tais como “você é uma porcaria,” “você está morto,” “você não merece viver,” “o mundo estará melhor sem você” começam a se juntar. Estas frases curtas aparecem do nada, e até começam a percorrer páginas genuínas de consulta. No mundo pós-moderno da Internet, as palavras perdem sua ligação ao sujeito responsável por elas. Portanto, as páginas de suicídio pela Internet estão se tornando um campo fértil para o desenvolvimento de todos os tipos de comunicação negativa. Uma das páginas mais populares para a prevenção de suicídios teve que baixar a regra que os usuários só poderiam participar por no máximo meia hora, pra impedir que as emoções negativas se expandissem.
Também, antes da era da Internet, não havia quase nenhuma oportunidade para as pessoas que estavam contemplando o suicídio se encontrassem com outras pessoas com as mesmas idéias. Agora, encontrar companheiros é muito fácil. Em um minuto, os japoneses podem encontrar termos como “eu também quero me matar,” nestas páginas de suicídio. É um novo fenótipo da cultura do suicídio em grupo, com uma nova ênfase na cessação do sofrimento, do medo, do isolamento. É como se, de repente, o suicídio fosse aceitável, desde que fosse praticado junto com outras pessoas, e sem dor. Também é importante observar que, no discurso da mídia, aqueles que recrutaram companheiros raramente tiveram alguma sanção social.  Provavelmente porque, uma vez que tal ato é considerado suicídio, ele é, por definição, um ato voluntário entre participantes. E mesmo que não seja, uma vez que os participantes estão mortos, quem vai levar a culpa?
Suicídio ou assassinato social?
Por que cometer suicídio? O sociólogo francês Emile Durkheim fez esta mesma pergunta no fim do século XIX, e disse que mesmo no suicídio, considerado o ato mais espontâneo, a sociedade tem a resposta. Não as mentes dos indivíduos afetados, mas o tipo de sociedade a que eles pertencem e as posições que eles ocupam dentro desta sociedade são decisivos (Durkheim, 1960). O fenômeno atual do suicídio no Japão é muito social no sentido mais definido ainda do que nas hipóteses de Durkheim. Primeiro, sociologicamente falando, os vocabulários, motivos e métodos de suicídio são delineados principalmente pela sociedade.  Como o “vocabulário de motivos” do sociólogo americano C. Wright Mills estipula, as razões para uma ação são empregadas no processo de justificativa desta ação frente a outras pessoas e ao próprio indivíduo que a comete. E o vocabulário dos motivos vem da sociedade. O Japão está desenvolvendo um vocabulário de motivos associado ao suicídio, permitindo que as pessoas acreditem que não têm nenhuma outra escolha senão a morte. O suicídio é claramente um ato aceito como o último recurso para resolver problemas ou se livrar deles de uma vez por todas. Mas o Japão, por outro lado, falhou por não desenvolver os motivos para a vida que os membros da sociedade podem utilizar para justificar suas existências. Tais motivos para a vida são absolutamente necessários particularmente nesta era de globalização quando o valor econômico é superestimado e todos podem ser classificados como vencedores ou como perdedores.
Segundo, é aparente que o aumento do suicídio é inseparável da recessão econômica e dos déficits do sistema da previdência social no país. As Estatísticas Vitais do Japão revelam que na última década o número de suicídios está diretamente relacionado ao desemprego: quanto maior o índice de desempregos num ano, mais suicídios ocorrem, e vice-versa. A re-estruturação de companhias, o corte e a diminuição de empresas têm ocasionado um desemprego massivo para aqueles que já não são empregáveis na “nova economia.” Como os bancos japoneses sempre foram cuidadosos ao emprestar dinheiro, as pessoas autônomas que não têm outro lugar onde pedir dinheiro emprestado acabam caindo nas garras dos agiotas. Aqueles que caem nesta armadilha, são então forçados a crer que sua única saída é deixar uma boa soma em dinheiro no seu seguro de vida para ajudar a família enlutada ou os seus empregados.
Então vários estudos estimam o número futuro de suicídios dependendo da taxa de desemprego, mas estes estudos raramente observam a relação entre o déficit do sistema de assistência pública e o suicídio. Entre as nações economicamente avançadas, a porcentagem dos que recebem assistência pública no Japão tem sido baixíssima (1,5% em 2003), devido a uma avara política de assistência pública. Os empregados municipais encarregados deste setor dizem aos que vêm pedir assistência que eles devem fazer todo o possível para se virarem antes de pedirem ajuda. Quanto mais esforço por parte dos necessitados seria suficiente ara satisfazer o sistema? As pessoas abaixo de 65 anos de idade raramente são qualificadas para receber ajuda, apesar do fato que a Lei de Assistência Pública não estipula regulamentação de idade. Aqueles que têm que requerer assistência pública acabam por sentir-se destituídos de status, o que faz a assistência pública uma coisa humilhante. Esta assistência é, supostamente, um dos direitos humanos fundamentais garantidos pela Constituição, que diz o seguinte: “todas as pessoas têm o direito de manter padrões mínimos de saúde e vida cultural. Em todas as esferas da vida, o Estado usará todos os seus poderes para a promoção e a extensão do bem estar, da segurança e da saúde pública.” Será que estas palavras se transformaram em letra morta? Se tal não for o caso, talvez ela tenha sido morta desde o princípio.
Devido ao corrente aumento da taxa de suicídios, embora muitas coisas tenham sido propostas em relação à sua prevenção, todas elas estão mais ou menos sob a política de prevenção relacionada à saúde mental. O lançamento de um sistema de aconselhamento com uma linha direta pode talvez funcionar para algumas pessoas, mas não vai funcionar para aquelas com sérios problemas financeiros. A saúde mental não tem que ver com medida política, mas como a taxa de desemprego vai ser analisada e como uma espécie de rede de segurança vai ser colocada à disposição dos que dela necessitam. É impossível impedir-se suicídios que são induzidos por razões econômicas com a diminuição do orçamento da previdência social. Os empregos com salários decentes para homens e mulheres, assim como um generoso programa de assistência pública podem parecer uma rota indireta, mas este é, na realidade, o caminho mais secular de impedir-se o suicídio.
Sempre foi discutível se as ações dos Kamikazes e o ato de Harakiri deveriam ser considerados suicídios, já que eles eram, na realidade, mortes obrigatórias. O mesmo pode ser dito sobre a atual situação do suicídio no Japão. Os problemas econômicos, a doença, o pessimismo, todos têm feito parte do problema, pelo qual a sociedade é, acima de tudo, responsável. Há uma grande distância entre aqueles indivíduos que têm esperança e perspectivas para o futuro e aqueles que, simplesmente, caem no abismo.

Fonte: espacoacademico.com.br

JOINVILLE E O FEUDALISMO ATUAL

Quem diria um órgão de comunicação de Joinville sendo censurado em pleno século 21. É um Feudalismo Atual. Como diriam os antigos: Isso é uma pouca vergonha!!!

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Bebu Silvetti - Spring Rain


DUVIDO


Duvido que a presidente Dilma esteja com 40 % das intenções de voto. No máximo 30% e olhe lá.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

BETO GEBAILI AMORDAÇADO???


O comunicador Beto Gebaili está aparecendo dessa forma na TV da Cidade. Gebaili declarou que está "sendo amordaçado"!
!!

GRATIDÃO E COMPANHEIRISMO

Ele tem 80 anos de idade e toma café da manhã todos os dias com sua esposa.
E quando eu perguntei, por que sua esposa está em casa de repouso?
Ele disse: Porque ela tem Alzheimer (perda de memória).
Eu perguntei: a sua esposa se preocupava, o esperava para ir tomar café com ela?
E ele respondeu:
- Ela não se lembra...
- Já não sabe quem eu sou, faz cinco anos, já não me reconhece.
Surpreso, eu disse:
- e ainda tomando café da manhã com ela todas as manhãs, mesmo que ela não te reconheça!
O homem sorriu e olhou para os meus olhos e apertou minha mão.
Em seguida, disse: "Ela não sabe quem eu sou, mas eu sei quem ela é".

BAITA TEXTO DO APOLINÁRIO TERNES

Baita texto do jornalista Apolinário Ternes no jornal A Notícia de hoje. Muito verdadeiro. Corroboro com tudo que ele escreveu.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

domingo, 18 de maio de 2014

GREVE DE NOVO!!! DE NOVO!!!


Parece (parece) que os servidores municipais paralisarão amanhã em Joinville! De novo!!

!

DIA DO TORCEDOR DO JEC ???

Não acredito que isso foi proposto na Câmara de Vereadores de Joinville.

sábado, 17 de maio de 2014

VERDADE

TEM SOLUÇÃO AINDA PARA A PREFEITURA ???

Claro que tem solução. Mas precisa o prefeito romper com o grupo que está enterrando sua administração. É o fogo amigo que atrapalha, não é a oposição.

UDO DÖHLER JOGOU A TOALHA

Em menos de dois anos de mandato já foi constatado que as coisas pioraram em Joinville. O antes tão criticado prefeito Carlito Merss(PT)  justificava que não fazia nada pois não tinha o apoio da maioria dos vereadores e por isso foi fritado. Mas o que falar do atual prefeito que tem apenas dois vereadores oposicionistas??? Um administrador experiente que comandou vária vezes a ACIJ declarar no jornal que não sabia que a Prefeitura tinha tantos problemas ??? Para né prefeito!!! Qualquer um sabia que ía dar nisso. " Diga-me com quem andas que te direi quem és". Prefeito Udo! Hoje temos YOUTUBE - mesmo que não tivesse tem Arquivo Histórico, tem TV Clipagem. Tudo que o senhor prometeu em campanha o povo iria cobrar. Lamentável a entrevista de hoje no Jornal A Notícia.

SOBRE A PUBLICAÇÃO ANTERIOR

A hipocrisia impera no Brasil. Muitos falam e poucos agem corretamente. Os que tentam agir com ética ainda são perseguidos por seus pares. Sabemos o que acontece a milhões de quilômetros de distância, mas sequer sabemos a verdade do que ocorre ao nosso lado na vizinhança ou no trabalho. A desinformação impera para que interesses escusos permaneçam acontecendo. Misturam-se interesses particulares, profissionais e políticos. O pecado de Lúcifer ainda domina o planeta terra. Por isso muitos se isolam e se afastam da sociedade para não se contaminarem ou porque sabem perfeitamente que não serão ouvidos. Mas o tempo é o senhor da razão.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

SEGUIR SOZINHO...ISOLADO...

Não significa que você esteja errado. Significa apenas que você não é massa de manobra.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

O PT E A VIOLÊNCIA NO BRASIL

A presidente Dilma(PT) não tem culpa da violência no Brasil. A culpa que ela tem, é de não fazer absolutamente nada para combater a violência e a impunidade que campeiam o país.

MILTON WENDEL CITA JOAQUIM NABUCO

"A Igreja Católica foi grande no passado, quando era o cristianismo; quando nascia no meio de uma sociedade corrompida, quando tinha como esperança a conversão dos bárbaros, que se agitavam às portas do Império minado pelo egoísmo, corrompido pelo cesarismo, moralmente degradado pela escravidão. A Igreja Católica foi grande quando tinha que esconder-se nas catacumbas, quando era perseguida. Mas, desde que Constantino dividiu com ela o império do mundo, desde que de perseguida ela passou a sentar-se no trono e a vestir a púrpura dos césares, desde que, ao contrário das palavras do seu divino fundador, que disse: - O meu reino não é deste mundo, - ela não teve outra religião senão a política, outra ambição senão o governo, a Igreja tem sido a mais constante perseguidora do espírito de liberdade, a dominadora das consciências, até que se tornou inimiga irreconciliável da expansão científica e da liberdade intelectual do nosso século!" 

Joaquin Nabuco

quarta-feira, 14 de maio de 2014

O 13 DE MAIO POR MILTON WENDEL

Hoje (ontem no caso), 13 de maio, convém lembrar que o Cristianismo deu respaldo à escravidão no Brasil. Não eventualmente, por engano, mas com convição e durante quase QUATROCENTOS anos. Quem diz que acreditar em Deus e seguir Jesus torna o homem melhor, pense nisso.

QUEM SERÁ O NOVO PREFEITO DE JOINVILLE???

Sim, a próxima eleição será em 2016. Mas quem serão os possíveis candidatos???

Darci de Matos ???
Kennedy Nunes ???
Leonel Camasão ???

terça-feira, 13 de maio de 2014

SEGURANÇA PRIVATIZADA EM JOINVILLE

É comprovado por advogados e juristas que o código penal brasileiro é falho e está desatualizado. Mas a banalização da violência é uma realidade e precisa de medidas urgentes por parte do Estado para ser contida. Um certa passividade também existe por parte das autoridades responsáveis. Quando se fala em segurança em Joinville os órgãos ouvidos sempre são os mesmos: ACIJ, CDL, AJORPEME. Não vejo uma preocupação de fato com a segurança do trabalhador, das famílias e escolas. Será que essa ausência por parte do Estado é para que as empresas de segurança particular prosperem em Joinville ? Há muito tempo Joinville está abandonada em relação a segurança pública. Chega do joinvilense ser tratado como cidadão de segunda categoria.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

ABSOLVIDO


Carlito Merss foi absolvido pelo TSE. Será que a imprensa de Joinville está esquecendo de divulgar?

domingo, 11 de maio de 2014

SABER OU QUERER: O QUE É MAIS IMPORTANTE

MUITO INTERESSANTE

É OU NÃO É A CERTEZA DA IMPUNIDADE

Quando se resolve trafegar de carro no jardim da Prefeitura de Joinville, em pleno centro da cidade, é ou não é ter a absoluta certeza que não existe mais  respeito as autoridades ??? E gente rica hein!!!

MUITO BACANA A FEIRA DO CENTRO

Muito legal a volta da Feira de Arte e Artesanato da Rua do Príncipe. Parabéns aos organizadores do evento. Uma bela iniciativa da Prefeitura de Joinville. O que é bom tem que ser valorizado.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

O BALÃO RESOLVE O PROBLEMÃO


Agora o Governo do Estado está usando o balão para solucionar os problemas de Santa Catarina. Precisa de mais saúde? Pega no balão! Precisa de escola? Pega no balão? . Precisa de segurança? Pega no balão. Ou seja: Catarinense pegue o balão e suma do mapa.


JOINVILLE POSSUE UMA RODOVIÁRIA MARAVILHOSA



Veja como é "bela" a rodoviária da maior cidade de Santa Catarina. Não conhece? Não sabe o que está perdendo!!!

Mariani detona Secretarias Regionais - Do blog do Moacir Pereira

Deputado Mauro Mariani elevou o tom das críticas ao governo. Falando ao jornal A Gazeta, de Rio Negrinho, disparou: “O governo é medíocre. É um modelo que se exauriu em Santa Catarina. Não produz nada de bom para o Estado. O maior desgaste está nas 36 Secretarias Regionais. É muita gente pendurada em cargos. E o povo pagando a conta”.

Obs: Quem falava a mesma coisa, era o sr. Raimundo Colombo quando esteve a frente da Prefeitura de Lages.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

NÃO FOI POR FALTA DE AVISO


Será que essas pessoas não se tocam que se apropriar do dinheiro alheio é crime ? Principalmente se o dinheiro for público ? Tenha santa paciência! Gente "estudada" gente "esclarecida" fazer um papelão desses?Quero ver a choradeira. Não adianta reclamar depois. Mas acreditamos no MPF e MPE.

METAMORFOSE OPORTUNISTA NO PMDB

O Mensalão, a crise na Petrobras (que vinha sendo cantada há algum tempo), a onda de violência e impunidade com a inércia do Governo Federal em enfrentar o problema, são alguns dos fatores que estão levando o PT a uma crise e ao crescimento natural da candidatura de Aécio Neves a presidência do país. Se a oposição está sendo beneficiada, é que o Governo da presidente Dilma está errando e muito. O crescimento inesperado do PSDB também faz com que o PMDB estadual pise no freio. A tendência com a aproximação da Copa é as manifestações aumentarem em todo Brasil. Só os gastos exorbitantes para a Copa já seriam motivos suficientes para não votar no PT. O PMDB internamente já "sorri" para os tucanos em nível nacional e estadual. Aliás, a presidente Dilma tem o apoio do PMDB (até o momento).

OS 10 MANDAMENTOS DO REI DE JOINVILLE


PARANAENSES BEM REPRESENTADOS



É gritante o desempenho e a desenvoltura dos senadores paranaenses em relação aos catarinenses. Independente do partido existe um amadurecimento político no estado vizinho. Os discursos de Álvaro Dias(PSDB), Roberto Requião(PMDB) e Gleisi Hoffmann(PT) tem conteúdo e relevância. Os representantes catarinenses apenas apresentam demandas paroquiais e são invisíveis. Não me admira que Santa Catarina esteja tão longe dos interesses de Brasília. Joinville é a maior prova que a representação no senado não agrega nada de positivo a cidade.

A OPINIÃO DE MILTON WENDEL

Violência nos estádios 

O que aconteceu no estádio do Santa Cruz foi muito grave. Foi um assassinato possibilitado pela própria estrutura dos equipamentos do estádio. Nada menos do que um assento sanitário estava solto, passível de ser usado em um ato criminoso. E foi realmente lançado do alto de uma arquibancada. O Arruda não pode sediar jogos. O Santa Cruz, a sua diretoria, a meu ver, deve ser acusada de cumplicidade em assassinato

domingo, 4 de maio de 2014

PENSAMENTO DO DIA


Não se pode chamar de "valor" assassinar seus cidadãos, trair seus amigos, faltar a palavra dada, não ter piedade, não ter religião. Essas atitudes podem levar à conquista de um império, mas não à glória.

Maquiavel

sábado, 3 de maio de 2014

SEM COMENTÁRIOS

"O ponto é ótimo porque a gente NÃO PRECISA PENSAR, tem alguém que pensa pela gente".
Declaração de Sabrina Sato na gravação de seu programa na TV
Record (sem comentários)

Fonte:Portal Ig (03/05/2014)

DANK DEUTSCHER

Dank an die Deutschen, die den Feudalismus Aktuelle zugreifen.

VIOLÊNCIA AUMENTA EM JOINVILLE

Sempre que posso em sala de aula,com amigos ou familiares comento sobre a impunidade no Brasil. Hoje a violência está banalizada. Pessoas morrem precocemente e nossas autoridades não reagem a onda de violência que impera em todos os cantos do país. A polícia faz o seu trabalho. Mas a justiça é branda com o criminoso. Quando perdemos alguém próximo de forma violenta, daí é que se percebe a gravidade da impunidade no país.

RECICLAGEM - DECORAÇÃO - CONFORTO

Veja que interessante!!!

O CAOS DA INFRAESTRUTURA DO BRASIL

VALE A PENA ASSISTIR O PROFESSOR JOSÉ CARNEIRO DA CUNHA OLIVEIRA NETO DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA - UNB

ANTHURIUM NA ESTRADA DA ILHA


Hoje tem exposição do anthurium andraeanum ou simplesmente anthurium ali na Estrada da Ilha. Se você não sabe o que fazer nesse sábado, essa é uma dica. Depois você pode comer um pão com melado ( q iso joven!!! )

sexta-feira, 2 de maio de 2014

LUVERDENSE, NA LIDERANÇA


O Luverdense está garganteando que tem a melhor média de público da série B. Jogou duas partidas até agora, uma fora e uma em casa contra o Vasco da Gama (venceu por 2 a 1). Óbvio que todos os times da série vão ser lideres de público na rodada em que jogarem contra o Vasco, qu
e é a estrela do certame.

O TREM NA VISÃO DE ANSELMO FÁBIO DE MORAES


COMPARTILHO COM OS AMIGOS, O BELO TEXTO DO PROFESSOR ANSELMO FÁBIO DE MORAES QUE TAMBÉM ESCREVE SOBRE A IMPORTÂNCIA DO TREM PARA JOINVILLE.

Litorina é um veículo de transporte ferroviário dotado de motor. O termo "litorina", em forma coloquial, foi estendido a todos os veículos leves, independente da forma de tração (térmica ou elétrica). De origem italiana ("littorina"), foi criado provavelmente no ano 1932-1933, originado pelo fato de Mussolini ter viajado até a cidade de Littoria, sobre um desses veículos (Wikipédia). Quem viveu em Joinville nos anos 50/60, conheceu a litorina. Circulava normalmente, entre os intervalos dos trens de carga, de São Francisco do Sul até depois de Jaraguá. Passeava faceira pelas nossas estradas de ferro. Quando criança, era um meus dos passeios preferidos. Ou minha avó, a “velha Maria”, nos levava até São Chico, ou íamos até a casa da prima Belinha, que morava próximo da caixa d’água do Itaum. Ir até o Itaum, para quem morava no Bucarein, a 40 anos atrás era um périplo. A pé, de carroça ou de litorina. (também dava de carro, mas quantos tinham este meio de locomoção?). Pegávamos na estação, aos domingos, a das seis da manhã e voltávamos com a das cinco da tarde! Passava nas portas da casa da Belinha. De repente elas sumiram. Vejo agora a discussão da retirada dos trilhos que cortam a cidade e atrapalham a modernidade. A cidade do Porto denomina a sua litorina de métro.

A França, nas grandes e pequenas cidades, está infestada de tram (como a chamam lá)! O trânsito de automóveis convive com elas em harmonia. A do Porto é uma rede recente (2003), com aproveitamento de trilhos existentes, repartida em 5 linhas espalhadas pela área metropolitana, distribuídas por 60 km de linhas superficiais (tem 8 km da rede enterrada no centro antigo). Projeto idealizado e lançado no primeiro mandato do prefeito Fernando Gomes foi naquele momento considerado por muitos um projeto irrealizável. Hoje funciona bem e pede-se expansão. No contexto da área metropolitana, a capacidade de estruturação e qualificação urbanistica que um sistema destes representa para a mobilidade urbana, torna dificil apontar outro projeto que possa rivalizar com este. Além da mobilidade, causa forte impacto na estruturação do território e no fomento da coesão sócio-territorial, assim como na melhoria de níveis da qualidade ambiental (gases de efeito estufa). Gostaria que ao se transferir o trem de carga da cidade, não se transfiram os trilhos. Espero que os trilhos sejam readaptados para um sistema de transporte público moderno.

Proponho aqui duas linhas: Linha 1 - Araquari, Boehmewald, Itaum, Floresta, Copacabana, Nova Brasília, Jativoca, Guaramirim e Linha 2 - Estação (Get. Vargas) ao Centro ( Mercado Municipal). Para começar. Os trilhos já existem. Serão necessárias duplicações de linhas somente nas estações, onde as litorinas se cruzariam. Pensar Joinville grande. Colocá-la na modernidade!

Anselmo Fábio de Moraes - engenheiro civil

quinta-feira, 1 de maio de 2014

MENTIRAS E MAIS MENTIRAS

Agora na véspera da eleição mais mentiras. Pior é o povo de novo acreditar.

VLT EM JARAGUÁ DO SUL

VLT EM JARAGÁ DO SUL ( E EM JOINVILLE NÃO DÁ TAMBÉM ??? )

Há muito tempo venho defendendo que os trilhos do trem que cortam Joinville permaneçam onde estão. O desenvolvimento de Joinville em grande parte se deve a contribuição do rio Cachoeira, da Estrada Dona Francisca e da linha férrea. Graças a essas vias é que hoje a cidade é próspera e referência para a economia do país. Hoje no Jornal A Notícia,o jornalista Cláudio Loetz publicou que o município de Jaraguá do Sul implantará o VLT sobre a ferrovia que corta a cidade para solucionar o problema do transporte coletivo. O que foi referência no passado, com certeza pode ser a solução no presente. Jaraguá do Sul percebeu isso e está se adiantando. Que Joinville siga o exemplo da cidade vizinha.