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terça-feira, 30 de setembro de 2014

VOTO DE POBREZA

Nos velhos tempos, o voto de pobreza muitas vezes se tornava um voto de dependência. Era preciso pedir ao superior para tudo, desde a pasta de dentes até o uso de um carro. Isso mudou depois do Concílio Vaticano II (1962-1965), quando os religiosos e religiosas que faziam votos começaram a ter verba e a gastar dinheiro.
Mas a dependência não era o propósito do voto de pobreza. Esse voto estava destinado a afastar o coração e a mente de uma pessoa da busca de riquezas e de bens mundanos. Na prática, ele se tornou um voto de partilha, de manter todas as coisas em comum, uma forma de participar da sorte de cada um junto a um grupo com o qual se compartilhavam ideais.
Muitos daqueles e daquelas que vivem o voto de pobreza enfatizam o seu compromisso a viver de forma simples, sem um excedente de bens deste mundo.
Então, como seria um voto do século XXI? Obviamente, há muitas respostas possíveis. Alguém hoje pode abraçar um "voto de partilha" (com outros membros da comunidade ou com o mundo em geral), ou um "voto de viver de forma simples" em um mundo excessivamente repleto de mercadorias. Ou, em uma época de mudanças climáticas, algumas pessoas podem levar em consideração um "voto de viver ecologicamente", como fez uma das nossas coirmãs de Loretto.

Fonte: www.ihu.unisinos.br

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