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domingo, 27 de abril de 2014

ESPERIDIÃO AMIN DETONA COM PMDB

Ainda bem que alguém falou a verdade...

O deputado federal e ex-governador Esperidião Amin (PP) rompeu o silêncio e comentou as discussão da semana que passou sobre o veto do PMDB à participação do PP na coligação pela reeleição de Raimundo Colombo (PSD). Confira trechos das respostas dadas à repórter Rosane Felthaus.
- Não consegui acompanhar tudo. Mas foi uma semana muito pornográfica. Achei que os malfeitores estavam muito assanhados.
- Há uma dívida de R$ 15 bilhões, um número simbólico, que o povo vai ter que pagar. Os malfeitores que fizeram essa dívida passaram a semana arrotando impropérios contra o meu partido. Eles não fizeram campanha a favor da Raimundo Colombo. Não disseram “o Raimundo é o melhor para o Estado”, não. Eles disseram “fiquem com o Raimundo que nós vamos mandar no Raimundo”. Veja bem. Fizeram uma campanha arrotando desaforo, impropérios sobre o Partido Progressista, e arrotando mandonismo sobre o governador.
- Isso é ruim até para a figura do governador. Passaram a semana dizendo “podem votar no Raimundo que ele vai ficar na nossa mão, vamos colocar ele numa gaiola, ele vai passar o governo para nossa mão antes de acabar o mandato, nós vamos mandar antes, durante e depois”. Passaram uma semana em campanha, televisão, jornal, rádio. Qual era a campanha? Não era dizer que iam melhorar a saúde, a educação, fazer estrada mais barata. A mesma turma que não é capaz de fazer a ampliação da estrada para os Ingleses. Quem administra? É o Cobalchini, que o Luiz Henrique considera o vice ideal, e o Paulo Meller, que é o homem do Eduardo Moreira. Eles não são capazes de ampliar a caixa de uma rodovia que o Colombo Salles fez há 42 anos. Com os recursos técnicos da época, Colombo Salles fez uma estrada que eles não são capazes de ampliar. Eles não disseram que vão melhorar a educação, a saúde, que a segurança vai ter menos ônibus incendiados, que os Amarildos vão ser tratados com humanidade, não tem uma palavra a respeitos dos interesses do povo. Luiz Henrique, Eduardo Moreira e os demais malfeitores, responsáveis por R$ 15 bilhões de dívida ilícita. Eles só falaram em poder pelo poder.
- E nós vamos ter que discutir se eles ganharam a convenção ou não, se vão deixar que ele convide ou não, sei lá, o PP, o PSDB. Ele quer fazer sua eleição. Eles não tem proposta para o Estado, mas tem proposta para mandar no governador e para vetar a participação de um partido que eles não disseram que fez mal para Santa Catarina. Eu tô dizendo: eles fizeram mal e nós vamos ter que pagar. Malfeitos e malfeitores. Eu não estou falando do passado, estou falando dos R$ 15 bilhões que nós vamos ter que pagar no futuro. Do Mensalão, tem gente na cadeia. Aqui, R$ 15 bilhões e não tem gente na cadeia. Mas vamos ter que pagar.
- Uma dívida de R$ 15 bilhões, ilícita, criminosa, resultado de três componentes. Os precatórios, uma operação criminosa impune. O que é o pior coisa que existe para uma sociedade, os crimes impunes. Porque os crimes punidos, se bem ou mal, se em excesso, pelo menos tiveram punição. Esse é o pior, é o crime impune. Outro crime impune, é a parte da dívida que o Estado vai ter que pagar da Invesc. A terceira é de SC-401. Não estou falando do passado, se foi culpado. Isso já aconteceu. Foram ações danosas e criminosas. Número dois, ninguém foi preso. Terceiro, o povo vai ter que pagar. Eu estou falando do futuro. O passado não é comigo, não sou juiz, não sou promotor.
- Diante desse quadro, eu tenho duas perguntas para fazer. O meu partido não vai dizer nada? O Joares Ponticelli, que é presidente do meu partido, e a executiva, que eu não integro, vai fazer de conta que ninguém falou mal de nós? Por que alguém quer uma boquinha? É isso que eu quero saber. Número dois: o governador acha que isso é normal? Eles dizerem que vão mandar nele, é normal? Essas duas perguntas eu vou aguardar a resposta durante uma semana. Depois eu vou falar. 

Fonte: Blog do Jornalista Moacir Pereira(27/04/2014)

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