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domingo, 29 de dezembro de 2013

TRECHOS EM DESTAQUE SOBRE A ARGENTINA (22/12/2013)

Como muitos lojistas da região, o argentino tirou suas armas de casa para se proteger de seus próprios vizinhos, que se aproveitaram da ausência das autoridades - causada por uma greve de policiais por melhores salários - para levar o que podiam durante as quase 24 horas em que durou o quebra-quebra.

"Optei por proteger minha casa, minha mulher e meus filhos (dois meninos, de 14 e 12 anos, e duas meninas, de 9 e 6). Eles sabem quem eu sou. Se eu chegasse à loja armado, matariam a minha família. Como não havia polícia, eu me contive. Via passar clientes e vizinhos com as minhas mercadorias. Conheço todos. Estávamos 100% desprotegidos."

 Os agentes, voluntários civis que atuam nos municípios vizinhos, foram apedrejados, e deixaram o local. Somente quando os bombeiros da capital, "que têm poder de polícia", chegaram, o combate às chamas começou.

Segundo o comerciante, os vizinhos saqueadores "agora abaixam a cabeça" quando o encontram na rua. 

"Minha mulher ainda está sob cuidados médicos, com crise de pânico, mas vamos seguir adiante."

Muitos (dos saqueadores) me cumprimentaram no dia seguinte. Diziam ‘que absurdo o que aconteceu’."

Essa matéria foi indicação de Curt Heise de Blumenau    

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