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domingo, 29 de julho de 2012

Mais de 50 mil cães são mortos na Espanha

A Espanha é o único lugar na Europa, onde não é raro encontrar um cão enforcado em uma amendoeira, com as patas traseiras tocando o chão e na frente movendo compulsivamente.A temporada de caça começa em outubro e termina em fevereiro. É o ano mais dramático. Os animais que não caçam lebres são descartados.

Segundo a Federação das Associações de Proteção da Comunidade de Madrid (FAPA), a cada ano são abandonados ou mortos entre 50.000 e 60.000 cães.

Além do enforcamento, morte com sofrimento e descaso, há caçadores que têm o hábito de arrastar para a estrada um cachorro preso ao pára-choque do carro.

Fonte: www.galgoleku.org

sábado, 28 de julho de 2012

Menos leitores

A cada ano o número de leitores diminue no Brasil. Não é diferente aqui em Joinville. Uma coisa é a leitura informativa...outra é a leitura cultural, aquela do gosto por um bom livro ou artigo de jornal. A internet contribue mais para o entretenimento do que para o conhecimento ou a cultura. É uma pena que o gosto pela leitura diária do jornal da cidade esteja limitada a um pequeno grupo. Quem perde com isso ??? Toda a sociedade.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Vampiros no governo

Com o surgimento da aliança entre partidos para conquistar o poder como consequência surge um novo tipo de conflito: a briga por comando dentro do próprio grupo governista. É normal o partido derrotado fazer oposição ao partido vencedor. Mas o que vemos acontecer particularmente aqui em Santa Catarina chega ao cúmulo do absurdo. Por exemplo. Onde a sigla "A" comanda faz de tudo para beneficiar seus apadrinhados políticos prejudicando a administração das siglas "B e C" que também  fazem parte do mesmo governo. Escolas e hospitais que não são administrados pelo "A" não recebem recursos para manutenção ou novas obras. Agora em época de eleição isso ficou explicito. O povo precisa estar atento. Tudo isso tem um só objetivo: a perpetuação no poder de determinado grupo político "vampiro". Se no hospital regional não tem água quente ou se nas escolas estaduais falta investimentos isso não importa. O importante agora "é o meu partido" ser beneficiado para "eu" conquistar votos. Infelizmente são esses "vampiros" que estão se perpetuando no governo há vários anos aqui em Santa Catarina.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

A competente Analice Nicolau

O que o SBT quer com a Eliana ??? A Analice Nicolau dá de 1000 a zero...Isso que é apresentadora bonita e competente.

terça-feira, 24 de julho de 2012

A vergonha da saúde

Olá Juliano, junto me a você em sua vergonha ao descaso da saúde,não apenas em Joinville,mas em outras cidades.Infelizmente,quando surge uma luz em relação a melhoras em alguns setores,vemos a seguir que foi enganação.E,não sei,mas parece que vamos ter que gritar mais alto,para que algo melhore.Um grande abraço!

Marli Baldori - Porto União

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Breguice

O Festival de Dança de Joinville não pode se resumir no modismo e breguice da dança de rua.

VERGONHA!!! DESCASO!!! ABANDONO!!! FALTA DE GOVERNO!!!

O PRONTO-SOCORRO DO HOSPITAL REGIONAL DE JOINVILLE ESTAVA FECHADO NO FINAL DE SEMANA. O CAOS ADMINISTRATIVO...O ABANDONO DA SAÚDE EM JOINVILLE POR PARTE DO GOVERNO DO ESTADO É UMA TRISTE REALIDADE. VERGONHA!!! VERGONHA!!! VERGONHA!!!

sábado, 21 de julho de 2012

Tartaruga em ação...

Quase um ano

Em setembro do ano passado, o governo do Estado anunciou em Joinville a liberação de R$ 6 milhões para a fiação subterrânea no Centro de Joinville, atendendo a pedido dos lojistas. Quase um ano depois, ainda não deslanchou: o projeto está em elaboração.

Fonte: Jefferson Saavedra - Jornal A Notícia(21/07/2012) 

Pequeno comentário: 

Isso eles prometeram ano passado e AINDA não foi cumprido. Imagine as promessas deste ano.

O Governo do Estado tá perdidinho...perdidinho.

É duro...mas é verdade.


quinta-feira, 19 de julho de 2012

CHEGA DE MENTIRA NÉ!!!

O jornal Notícias do Dia, de Joinville, está sendo usado para propagar a noção errada de que o senador Luiz Henrique da Silveira seria o "pai" do Festival de Dança de Joinville. Isso é falso. A edição de hoje, 18/7, insiste em propagar esta inverdade. A História é um patrimônio cultural, preservar sua integridade é obrigação moral e cívica de todo cidadão em estado sóbrio.

O industrial Wittich Freitag (1922-1998) assumiu a Prefeitura de Joinville no início de 1983 com a proposta de saneá-la e reconduzi-la a padrões normais de funcionamento. O abacaxi herdado era grande. Teve êxito. Seu nome tornou-se um parâmetro em administração pública.

Funcionários públicos que com ele conviveram usam adjetivos como "austero" e "disciplinador" para caracterizá-lo. O símbolo de sua gestão era um carrinho de mão, o que talvez possa dar a entender a filosofia íntegra e sensata de seu trabalho.

Embora austero, Freitag teve a sensibilidade para entender as idéias quase fabulosas do professor de balé Carlos Tafur, que idealizava um festival de dança interagindo com a comunidade. A vocação executiva de Albertina Tuma foi a garantia para a execução daquele projeto grandioso.

Freitag ouviu, entendeu e apoiou o evento, que foi realizado já no primeiro ano de sua gestão, em 1983.

Nos anos seguintes o festival tornou-se o maior fenômeno social da história de Joinville. A comunidade envolveu-se, inclusive hospedando participantes, e a dança ganhou as ruas com uma intensidade ímpar na história geral.

Atualmente o Festival está diminuído, restrito a espaços confinados, encaixotado num modelo que poderia igualmente abrigar uma feira agropecuária ou uma amostra de aeromodelos.

Mas os pais, mães, padrinhos e madrinhas do Grande Festival que envolveu a comunidade e gerou imagens que comoveram o planeta, estes têm os méritos que não podemos permitir que sejam usurpados.
Milton Wendel
 
 

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Ponte Hercílio Luz X Joinville

Obras
Os R$ 3 bilhões do BNDES é dinheiro para ser aplicado nas regiões de Joinville, Itajaí e Laguna.

Causa-me pesada indignação ver que só na ponte de ferro de Florianópolis, que assim como nós tem sérios problemas de infraestrutura, será investido mais dinheiro do que em toda Joinville.

E a nossa ponte Adhemar Garcia/Boa Vista, obra cara, mas que vai permitir ao cidadão que trabalha na zona Norte não demorar 1h30 para chegar em casa, só daqui dez anos porque não há dinheiro? Acho que falta uma resposta da sociedade joinvilense ao governo do Estado, que desde 2010 não fez nenhuma obra na cidade mesmo com R$ 60 milhões garantidos de outro empréstimo nas mãos e projetos prontos apenas esperando a licitação.

Guilherme Hellmuth Pires Dobner
Joinville


Fonte: Jornal A Notícia (18/07/2012)

terça-feira, 17 de julho de 2012

Que dureza!!!

Entre os estudantes do ensino superior, 38% não dominam habilidades básicas de leitura e escrita, segundo o Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf). O estudo indica o expressivo crescimento de universidades de baixa qualidade. O Inaf é realizado com entrevista e teste cognitivo aplicado em duas mil pessoas de 15 a 64 anos.

O indicador classifica os avaliados em quatro níveis de alfabetização: plena, básica, rudimentar e analfabetismo. Os que não atingem o nível pleno são considerados analfabetos funcionais: capazes de ler e escrever, mas não conseguem interpretar e associar informações. Segundo o instituto que fez o estudo, os dados reforçam a necessidade de investimentos na qualidade do ensino.

Fonte: Jornal A Notícia (17/07/2012)

IMPROVISOS

A Prefeitura de Joinville mais uma vez pensou pequeno.  Agora, foi instalado mais um semáforo na avenida Beira Rio em frente ao Centreventos(mais um). Caramba!!! A via já é lenta,era para ser uma via rápida. Agora os motoristas terão que parar em mais um semáforo ??? Claro que o pedestre tem que ser respeitado,mas ali é uma via rápida. O correto no caso seria existir no local uma grande passarela ligando o Fórum ao Centreventos. Mas construiram uma simples ponte e para piorar instalaram um semáforo. Nota zero para quem pensa pequeno.Nota zero para a prefeitura. Não estranhem se ali naquele local ocorrerem acidentes com frequência. O pedestre precisa de segurança, não de improvisos. Joinville precisa de passarelas. Mas o planejamento de Joinville continua provinciano.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Enquanto isso...


SEM TER O QUE MOSTRAR, GOVERNO DO ESTADO GASTA EM PUBLICIDADE

Em véspera de eleição municipal, o governo do estado demonstra desespero por não ter o que mostrar a população catarinense. Por isso novamente começaram a ser vinculadas as propagandinhas enganosas em horário nobre. Governador Colombo: Acaba com as SDRs governador, faz isso que o sr. ganha mais.

sábado, 14 de julho de 2012

Jec deve conquistar Série B

O Jec está com uma boa estrutura. A casa está arrumada e o clube está bem no campeonato. Acredito que o clube deveria tentar conquistar a série B. Mas digamos que em 2013 o tricolor disputando a Série A seja rebaixado novamente. Sem problemas. O importante é conquistar títulos. A conquista da Série B seria muito importante para o crescimento do clube. O título da Série C é prova disso. Grêmio,Goiás,Botafogo,Vasco da Gama,Corinthians, Palmeiras e etc...já passaram mesma situação. Eu como jequeano quero o título da Série B. Não quero ficar apenas entre os quatro melhores.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Demagogos em evidência

De repente assim do nada "descobriram" que a avenida Santos Dumont precisa ser duplicada, que as escolas estaduais estão abandonadas e que o Hospital Regional  precisa ser reformado e ampliado. Mas só agora em véspera de eleição ? Sempre a mesma ladainha.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Cadê o governo ???

O governo do estado realmente mostrou que está sem direção. O abandono das escolas estaduais de Joinville não foi o suficiente. Agora é o descaso com a saúde pública. Tem outra coisa. O Pronatec é do governo federal e não do governo estadual. O governo estadual está beijando com a boca alheia. Aí não dá né!!! E a duplicação da avenida Santos Dumont caiu no esquecimento ??? Dizer que Luiz Henrique da Silveira foi governador e nem um "elevadinho" ou avenida fez em Joinville. Caramba isso pegou mal né!!! É pau em Joinville.

O primeiro transplante cardíaco do mundo foi realizado por ele

Amigos...Num mundo onde a disputa acirrada pelo poder é normal...onde impera o jogo da vaidade...curvemo-nos respeitosamente diante da grandeza desse homem... médico Hamilton Naki...que sua trajetória voltada para o bem da humanidade, sua vida indiscutivelmente acima de qualquer glória humana,  faça-nos  repensar conceitos e nosso comportamento diante das dificuldades que sobremaneira nos fazem perder a paciência, às vezes também a humildade.

Marli Boldori - Porto União

Tô ligado!!!

É impressão minha ou o Jornal A Notícia está apoiando um certo candidato a prefeito ???

domingo, 8 de julho de 2012

Velhos tempos!!! Muito legal!!!

Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:
 
- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que
 
sacos de plástico não são amigáveis com o ambiente.
 
A senhora pediu desculpas e disse: - Não havia essa onda verde no meu tempo.
 
O empregado respondeu: - Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora.
 
Sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso ambiente.
 
- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja.
 
A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
 
Realmente não nos preocupamos com o ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
 
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
 
Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
 
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
 
Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
 
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.
 
Canetas: recarregávamos com tinta tantas vezes ao invés de comprar outra. Abandonamos as navalhas,   ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só  uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
 
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em "meio ambiente", mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?

Colaboração: Suzete Boschi  Bortolanza - Curitiba

sábado, 7 de julho de 2012

Indonésia anuncia que irá fuzilar brasileiro condenado por tráfico

O governo da Indonésia decidiu que o brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira, 50, condenado à morte por tráfico internacional de drogas em 2004, será executado nas próximas semanas.

A decisão foi anunciada anteontem pelo procurador Andi Konggoasa ao "The Jakarta Post", o principal jornal em língua inglesa do país. Procurado, o Itamaraty informou que está ciente da situação e que está adotando medidas sobre o caso.

Marco será o primeiro brasileiro a ser executado em outro país -e o primeiro ocidental a ser morto na Indonésia. O país mantém cerca de 30 estrangeiros, entre eles outro brasileiro, no corredor da morte -a maioria por tráfico.

A execução se dá por fuzilamento. Além dele, outros dois estrangeiros morrerão, segundo o procurador. A Indonésia não executa ninguém desde 2008.

Segundo o jornal, Marco já fez até o último pedido: uma garrafa de Chivas Label.

O presidente da Indonésia, Susilo Bambang Yudhoyono, que está no Brasil participando da Rio+20, recusou o último pedido de clemência feito em 2008. Foi a segunda recusa: a primeira ocorrera em 2006. Não há mais possibilidade de recursos na Justiça.



Beawiharta - 8.jun.04/Reuters
O brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira em cela na Indonésia após ser condenado por tráfico de drogas
O brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira em cela na Indonésia após ser condenado por tráfico de drogas


Nascido no Rio de Janeiro e instrutor de asa-delta, Marco foi preso em 2003 ao tentar entrar com 13,4 quilos de cocaína no aeroporto de Jacarta, ainda hoje uma das maiores apreensões de droga no país. A condenação veio em 2004: pena de morte.

Segundo ele, a venda da droga serviria para pagar uma dívida contraída com um hospital em Cingapura.

Em 1997, Marco sofreu uma queda de um parapente em Bali e teve que ser transferido para o país vizinho.

Não conseguiu pagar todo o tratamento e era constantemente cobrado.

Foi então que, segundo ele, viajou para o Peru para comprar a droga e tentar entrar na Indonésia para vendê-la.

A pena de morte para tráfico de drogas foi instituída no país em 1997, a exemplo do que ocorre em outros países do Sudeste Asiático, como Tailândia, Malásia, Cingapura e Filipinas.
arrependimento

O brasileiro está preso em Nusakambangan, um complexo de prisões a 430 km de Jacarta. A Folha esteve com ele em 2010. Na época, Marco disse que estava arrependido do que fez e que sonhava em voltar ao Brasil.

Ele não é casado nem tem filhos. A sua mãe morreu em 2010 e ele tem duas tias. Uma delas, que está mais envolvida com o caso, ficou bastante abalada. A embaixada da Indonésia ficou de enviar um pedido de desculpas a ela.

Fonte: Folha de São Paulo
Colaboração: Marli Boldori - Porto União

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Já começou...Huuuunnn!!!

Juliano!!! Passa lá para a gente trocar "umas idéias" sobre Joinville. Huuunnn!!! Mas, só agora ??? Com todo respeito com você tô fora!!! Com o "coronel" ou com quem apoia o "coronel" quero é distâââââância.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

DIVULGAÇÃO - CLIQUE SOBRE A IMAGEM,OK!!!


Keila Carvalho também comenta o texto de Marli Boldori

É uma reflexão bem atual, e tenho certeza que já tivemos e temos experiências nessas situações.

A diferença estar na posição incisiva que precisamos ter em abolir certos costumes que já se tornaram vícios para quem solicita e para quem executa.

Complicado dizer "sim" e complicado dizer "não", pior creio, que é o silêncio e o desconforto de fazer coisas que não gostaríamos apenas para agradar.

Creio ainda, que o diferencial estar em partir de nós uma postura que não viole o nosso espaço.

Viver fazendo médias e com aceitações forçadas, é contra dizer o que queremos realmente da vida.

Reclamar de que temos pessoas ao nosso lado que tem interesses diversos, é uma lamentação que não diz muito, mas o mais corajoso é dizer sim ou não verdadeiramente olho no olho sem demagogias, sem prédicas.

E ainda, indico aquela música do LENINE que é "SÓ O QUE ME INTERESSA".

Obrigada pela reflexão.

Abraços.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Marli Boldori comenta

Extremamente pertinente o pensamento acima(sobre o post "Interessante").Quando cansamos de responder "sim" para muitas pessoas,
sejam elas amigos ou parentes é que percebem o quanto mudamos.Penso que elas só permaneceram ao nosso lado por
interesse próprio.
Infelizmente, o mundo está repleto de pessoas que agem desta maneira.
Ótimo texto,boa reflexão.

Abraço!


Marli Terezinha Andrucho Boldori, de Porto União