.

Colabore com o Feudalismo Atual escrevendo para o e-mail: juliano.bueno1971@gmail.com

domingo, 26 de fevereiro de 2012

O Valor de um Amigo

Meu amigo não voltou do campo de batalha
Senhor, solicito permissão para ir buscá-lo, disse um soldado ao seu tenente.
Permissão negada, replicou o oficial
não quero que arrisque a sua vida por um
homem que provavelmente está morto. O
soldado, ignorando a proibição, saiu. E
uma hora mais tarde regressou,
mortalmente ferido, transportando o
cadáver de seu amigo.
O oficial estava furioso:
Já tinha dito que ele estava morto!!!
Agora eu perdi dois homens! Diga-me:
Valeu a pena trazer um cadáver?

Claro que sim, Senhor!
Quando eu o encontrei, ele ainda estava
vivo e pôde me dizer.
Tinha certeza que você viria!

Amigo é aquele que chega quando todo mundo já se foi.

2012 só está começando...

...Muita coisa vai rolar na política joinvilense...Brigas,intrigas,novos aliados,muita trairagem.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Culpar os outros é mais fácil

É bem cômodo culpar Tebaldi e Carlito pela falta de elevados na cidade . Quantos elevados um certo ex-governador construiu em Joinville ??? Que eu saiba nenhum!!!

O ETERNO IMPROVISO NO TRÂNSITO DE JOINVILLE

Agora o motorista que segue pela Avenida Beira-Rio (sentido sul-norte) próximo a Seicho-No-Ie não pode mais converter à esquerda e seguir para o bairro América.
Simplesmente fecharam o acesso e quem quiser dirigir -se à rua João Colin tem que passar o posto de gasolina e entrar a esquerda e novamente pegar a Avenida Beira-Rio(sentido norte-sul). Investimento pesado no complicado trânsito da cidade ainda é um sonho distante. Talvez isso ocorra apenas em cidades grandes como: Rio do Sul, Blumenau , São Francisco do Sul e Joaçaba.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Notícia completa é notícia contestada

“What’s in the papers?” – o que há nos jornais? – era a expressão usada nos Estados Unidos para perguntar o que havia de novo. Isso foi no tempo em que os jornais tinham alguma importância e marcavam o Dia-Notícia, o lapso que se estendia entre os telejornais noturnos da véspera e a chegada dos matutinos no dia seguinte. Acabou o periodismo – exceto no quixotesco idioma espanhol, onde continua significando jornalismo. Entramos na era do fluxo contínuo, da informação ambiental, wi-fi, impregnada na atmosfera, nas paredes, nas nuvens.

Isso muda tudo, sobretudo a qualidade do conteúdo noticioso. O dilúvio informativo produzido pela internet liquidou o sistema de emissões periódicas (em cujos intervalos os profissionais podiam avaliar e hierarquizar o material coletado) e estabeleceu um jorro ininterrupto de informações que liquida relevâncias e a própria validade das novidades. O novo deixou de ser transcendente, o que vale é o número de tweets que um fato está produzindo.

Os jornais e a mídia informativa tradicional se conformaram com a perda do status referencial (custa menos, vamos em frente!). Hoje, o que fica solenemente registrado numa manchete de jornal muitas vezes não é o que aconteceu, é o que interessa. O que se designava como fato tornou-se factoide sem qualquer constrangimento. As novas mídias não têm qualquer compromisso com a veracidade e as tradicionais, por preguiça e mimetismo, adotam a mesma complacência.

Gostar de gostar

O lado bom desses desabamentos é que as certezas estão ruindo junto com as relativizações. A notícia hoje vale tanto quanto o seu desmentido. Ou melhor: sem a devida contestação e questionamento a notícia é menos notícia. O metajornalismo é um aplicativo dialético que o leitor mais atento aplica a cada informação que recebe. É o jornalismo do futuro.

Ao transformar a notícia em produto político, todos os players a colocam num sistema de quarentena até que dias depois, devidamente filtrada e checada pelos interesses contrários, pode ser finalmente aceita.

Isso ficou patente na cobertura da greve de policiais na Bahia: a repercussão nacional e internacional (claramente politizada) foi maior do que os efeitos concretos da paralisação na vida dos baianos. A trepidação artificial do noticiário não deixa espaço para análises ponderadas. Mesmo na esfera das estatísticas, teoricamente frias: o grande número de mortes ocorridas durante os doze dias de greve no estado – a maioria com características de execução por milícias – não foi muito maior do que a média semanal. Trombeteadas como foram, passaram a impressão de que o Pelourinho estava encharcado de sangue.

Além de ilegal, a parede policial baiana padeceu dos mesmos males de outras paralisações de serviços públicos no Brasil: esqueceu a garantia dos serviços mínimos à população. Quem acaba punido é o cidadão que nada tem a ver com a reivindicação e, em represália, exige das autoridades castigos exemplares para os faltosos.

A verdade é que apesar das férias de verão, nossa imprensa chega ao início do ano útil visivelmente estressada. Não devia: o leitor-ouvinte-telespectador não se impressiona com índices de audiência, gosta de gostar. Mesmo os publicitários estão mais atentos às subjetividades do que aos números. O Brasil é ainda um paraíso jornalístico, ler jornal aqui é sinal de status.

Fracassos e reversões

Os equívocos que estão sendo cometidos poderiam ser evitados se a instituição jornalística encontrasse uma maneira de ser menos refratária às críticas, mais permeável às reclamações. O leitor zangado é uma dádiva; criação do próprio jornal ou revista, deveria ser paparicado e não desprezado.

Nossa imprensa precisa mais da prudência de Fleet Street do que do frenesi de Madison Avenue. Ingleses, porque ilhéus, sabem enfrentar melhor as emergências e ameaças do que os americanos. O editorial e a reportagem do Economist reproduzidos neste Observatório sobre o Desastre Murdoch deveria estimular nossos empresários a sair dos respectivos casulos (ver “Pronto para imprimir” e “Guardando os guardiões”).

O jornalismo periódico é uma história de sucessos. Fracassos e reversões só ocorrem quando a imprensa não consegue entender a história que ela própria está contando.

Alberto Dines, do Observatório da Imprensa (14/02/2012)

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Tebaldi lidera

Segundo pesquisa publicada na Gazeta de Joinville, o atual secretário de educação do estado lidera as intenções de voto para ser o futuro prefeito de Joinville.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Morte de criança atacada por cachorro expõe carência da rede hospitalar do Litoral Norte

O caso do menino Gustavo Luís Gomes de Souza, de cinco anos, que morreu após ser atacado por um cachorro em Capão da Canoa na terça-feira, revela uma carência do sistema de saúde do Litoral Norte. Conforme o diretor técnico do Hospital Santa Luzia, Nery Martins Neto, não há UTIs pediátricas e cirurgiões vasculares entre Torres e Osório.

Após o ataque de terça, em função da gravidade das lesões sofridas por Gustavo na região cervical, o menino, que teve rompidas a artéria carótida e a veia jugular, precisou ser removido de avião para Porto Alegre, a mais de 130 quilômetros de distância. Na Capital, após ser reanimado várias vezes, ele não resistiu e morreu.

— Foi feita uma clipagem para que fosse estancado o sangramento, mas seria necessária uma cirurgia de alta complexidade para reconstituir os vasos rompidos e restabelecer o fluxo sanguíneo — afirma Neto.

O diretor, porém, salienta que, mesmo se houvesse um cirurgião vascular na região, a chance de sobrevivência de Gustavo continuaria sendo pequena:

— Ele perdeu muito sangue e teve três paradas cardiorrespiratórias quando ainda estava sendo atendido em Capão.

Fonte: Zero Hora (15/02/2012)

Carmen escreve sobre Whitney

Qué importa si ha sido a causa de las drogas o no? Se ha ido y se ha llevado su voz. Vivió al límite, es verdad pero ¿quienes somos nosotros para juzgarla?

Descansa en paz, Whitney.

Carmen, de Sevilha- Espanha

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Cantora Whitney Houston morre aos 48 anos

A cantora norte-americana Whitney Houston morreu na noite deste sábado (11), aos 48 anos, em Los Angeles. De acordo com a rede de notícias CNN, a morte da cantora foi declarada às 21h55 (horário de Brasília), no Beverly Hilton Hotel.

A policia informou à KABC-TV que Whitney morreu em seu quarto, localizado no 4º andar do hotel. As causas da morte ainda não foram esclarecidas e não se sabe se estão ou não ligadas ao uso de drogas.

A polícia recebeu uma ligação de emergência de alguém da equipe da cantora e os agentes encontraram Houston caída no chão de seu quarto. Aparentemente as tentativas de ressuscitá-la não surtiram efeito.

Fonte: Portal Ig (11/02/2012)

A GREVE DE POLICIAIS NA BAHIA, POR PAULO CURVELLO

Na verdade meu amigo, existe um descaso geral dos políticos Brasil afora, com as policiais em geral.

É inadmissível que um PM ou PC receba de salário, algo incompatível com suas necessidades e principalmente com suas responsabilidades.

As polícias por décadas foram utilizadas pelos governos militares.

E assim que a “democracia” se instalou no Brasil houve uma certa “deixa eles pra lá” com as polícias. Pois “entre aspas” representava a repressão.

Assim as polícias foram ficando esquecidas e seus salários e condições de trabalho idem. Para piorar , vários políticos fecharam os olhos para os “bicos”.

Que com o passar dos tempos virou salário.

Resumindo é o descaso com a segurança pública Brasil afora.

Abração

Paulo Curvello

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Precisamos de árvores...

...Muitas,muitas árvores...Joinville precisa de árvores nas calçadas com urgência. Ninguém merece um calorão desses...A sociedade e o poder público precisam se unir e planejar uma Joinville arborizada para os próximos 50 anos.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Padre corajoso!!!

O Ministério Público Federal de São Paulo ajuizou ação pedindo a retirada dos símbolos católicos das repartições publicas.
Pois bem, veja o que diz o Frade Demetrius dos Santos Silva.


Sou Padre católico e concordo plenamente com o Ministério Público de São Paulo, por querer retirar os símbolos religiosos das repartições públicas…
Nosso Estado é laico e não deve favorecer esta ou aquela religião.
A Cruz deve ser retirada!


Aliás, nunca gostei de ver a Cruz em Tribunais, onde os pobres têm menos direitos que os ricos e onde sentenças são barganhadas, vendidas e compradas.
E o filho do mais abastado mata, violenta, trafica e sai ileso, amparado por nossa legislação corrupta e que prevalece apenas aos que possuem numerário em excesso.

Não quero mais ver a Cruz nas Câmaras legislativas, onde a corrupção podre é a moeda mais forte.


Não quero ver, também, a Cruz em delegacias, cadeias e quartéis, onde os pequenos são constrangidos, extorquidos e torturados.


Não quero ver, muito menos, a Cruz em prontos-socorros e hospitais, onde pessoas pobres morrem sem atendimento.


É preciso retirar a Cruz das repartições públicas, porque Cristo não abençoa a manutenção desta sórdida política brasileira, causa infame das desgraças, das misérias e sofrimentos dos pequenos, dos pobres e dos menos favorecidos.

Frade Demetrius dos Santos Silva.

* São Paulo/SP


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Joinville enganada mais uma vez (de novo???)

Mais de R$ 1 milhão jogados nas poluídas águas do rio Cachoeira. Aquela "bela" estrutura ali pertinho do Mercado Público de Joinville será desmontada.Barbaridade!!! Vergonha!!! Mico !!! Quando foi apresentado para todo estado como a solução do transporte entre Joinville e São Francisco do Sul. Pirotecnia pura!!! Dinheiro seu, meu...nosso jogado literalmente na lama.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Para pensar

“A moça correu para a sala e pediu ao rei: Quero que me dê agora, num prato, a cabeça de João Batista”

Marcos. 6: 25