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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

A balela continua

Elevados Joinville também não pode ter. Estou lendo e ouvindo isso há mais de 15 anos.

Cabeça pequena

Joinville não pode ter mais empresas de ônibus segundo a consultoria Profuzzi de Lages. Então pelo jeito não será mudado nada na cidade.

Por que não perguntam para o povão ???

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Prezado servidor usuário do SC Saúde...

Dia 1° de fevereiro, o Governo do Estado inicia o novo modelo de gestão do seu plano de saúde. Até agora, já são 4617 prestadores de serviços cadastrados: 712 clínicas, 161 hospitais, 404 laboratórios e 3340 médicos. O Guia Médico, contendo a listagem de todos os profissionais e estabelecimentos credenciados ao plano, será disponibilizado no site scsaude.sea.sc.gov.br até o dia 31 de janeiro.

Para qualquer informação, dúvida e opinião você pode utilizar os canais de comunicação do SC Saúde:

  • Central de Relacionamento: 0800 644 6040

  • Site: scsaude.sea.sc.gov.br

  • Ouvidoria: santacatarinasaude@sea.sc.gov.br

  • Informações cadastrais: planodesaude@sea.sc.gov.br

  • Além do atendimento presencial nos 10 (dez) CAS distribuídos pelo Estado, que começam a funcionar no dia 1° de fevereiro

Para sua comodidade, a equipe do SC Saúde elaborou algumas perguntas e respostas para esclarecer possíveis dúvidas nesse período de transição. Os gestores da Secretaria de Estado da Administração cuidaram de todos os detalhes para que essa mudança ocorra sem nenhum desconforto ao segurado. Caso sua dúvida não esteja listada abaixo, favor entrar em contato por meio dos canais citados acima.


Perguntas e Respostas sobre o SC Sáude

1) O segurado que estiver com tratamento em curso - oncológico, por exemplo – e o médico responsável não se cadastrar, qual o procedimento?

A continuidade do tratamento será garantida pelo SC Saúde por meio das clínicas já credenciadas. A maioria das clínicas de oncologia do Estado já está cadastrada. Caso a clínica não se credenciar até o dia 31/01, os tratamentos serão continuados pelo plano atual (Unimed).

2) Como fica o caso dos segurados que estiverem internados na data da mudança do plano?

O SC Saúde já trouxe para sua rede a maioria dos hospitais que lhe atendiam anteriormente. O segurado que estiver internado em um desses hospitais no momento da troca do plano continuará sua internação sem nenhum incômodo.

3)Como fica o caso dos segurados que estão em tratamento como quimioterapia, radioterapia, diálise e hemodiálise?

O SC Saúde já trouxe para sua rede a maioria das clínicas que lhe atendiam anteriormente. O segurado que estiver internado em uma dessas clínicas no momento da troca do plano continuará sua internação sem nenhum incômodo.

4) Como ficará o acompanhamento pediátrico caso o médico que acompanha a criança não se credencie?

Já possuímos número suficiente de pediatras cadastrados para atender o SC Saúde. Caso o seu médico não esteja credenciado, deverá buscar outro profissional no Guia do SC Saúde.

5) Como o segurado irá proceder nos casos de urgência e emergência?

Nos casos de urgência e emergência o segurado poderá ter atendimento em toda a rede credenciada ao SC Saúde.

6) As seguradas que estão grávidas e recebendo acompanhamento pré-natal com determinado obstetra, poderão continuar com este médico?

Se ele estiver credenciado, sim. Caso não se credencie, a segurada deverá buscar outro profissional da mesma especialidade, solicitando ao médico anterior o seu prontuário para que outro possa dar continuidade ao tratamento. O prontuário médico deverá ser liberado ao paciente conforme dispõe o artigo 88, do Código de Ética Médica.

7) E os pacientes que estão em atendimento domiciliar (Home Care), como ficarão?

A continuidade do tratamento está assegurada. Nossa equipe de médicos e enfermeiros já está visitando todos os pacientes em atendimento domiciliar para avaliar caso a caso.

8) Haverá prestadores de serviço diferentes dos existentes no atual contrato?

Sim. O plano contará também com profissionais que não atendiam pelo plano anterior, ampliando assim a rede de atendimento.

9) Onde o segurado deverá ir para autorizar procedimentos que necessita fazer?

Diferente de outros planos de saúde, a maioria das autorizações será via web. Nos demais casos, poderá ligar para o 0800 ou ir diretamente a um dos CAS-Centro de Atenção ao Segurado.

10) Em quais cidades haverá CAS- Centro de Atenção ao Segurado e qual o critério adotado para determinar estas cidades?

Haverá CAS nas cidades de Florianópolis, Itajaí, Joinville, Blumenau, Criciúma, Tubarão, Rio do Sul, Lages, Joaçaba e Chapecó. O critério adotado para a escolha foi o número de segurados na cidade. Estas são as 10 cidades com maior volume.

11) Caso não haja médico de alguma especialidade em minha cidade, como o segurado será atendido?

O segurado contará com os CAS-Centros de Atenção ao Segurado com consultórios e médicos atendendo exclusivamente aos servidores, em várias especialidades, conforme a necessidade de cada região.

12) Haverá tratamento preventivo no SC Saúde?

Sim. O tratamento preventivo já iniciou no dia 2 de janeiro deste ano.

13) Como o servidor tem acesso aos médicos, laboratórios, clínicas ou hospitais que se credenciaram?

O Guia Médico do SC Saúde será disponibilizado até o dia 31 de Janeiro de 2012 no site scsaude.sea.sc.gov.br

14) O segurado que ainda não recebeu o cartão do plano, como fará para ter o atendimento médico?

Como o sistema é informatizado, basta o segurado apresentar um documento original com foto, no prestador, para que ocorra o atendimento.

15) E quando o segurado receberá seu cartão?

Todos os cartões já foram enviados pelos correios. Caso não tenha recebido, deverá entrar em contato com 0800-644 6040 para receber orientações.

16) Terá algum material impresso para consulta às informações do plano?

Sim. Em breve o segurado receberá via correios o Manual de Orientações ao Segurado que contém todas as informações sobre o plano.

17) A coparticipação foi alterada?

Não houve alteração dos percentuais de coparticipação, mas a tabela de preços modificou. Por isso, o servidor deve sentir uma diferença na hora do pagamento.

18) Os gastos relativos à coparticipação do novo plano serão descontados juntos com os do plano antigo?

Não houve alteração sobre o modelo atual de desconto de coparticipação em folha.

19) O médico solicitará o exame direto do consultório via internet. O segurado terá de fazer o exame na clínica/laboratório que ele indicar?

Como o sistema será todo informatizado, o médico solicitará o procedimento direto no seu consultório e não indicará o prestador de serviço. Você poderá ir a qualquer credenciado que execute o serviço solicitado.

20) O novo plano terá a mesma cobertura do plano atua (cobertura do ROL da ANS)?

O plano compreende todas as coberturas da Resolução Normativa 211 da ANS. As novas atualizações do ROL serão analisadas pela equipe técnica.

21) Haverá carência neste plano de saúde?

Não haverá carência para os que estavam no plano anterior, já que se trata de continuidade.

22) Poderá haver inclusão de novos segurados neste plano?

Sim. Você pode solicitar diretamente à equipe do SC Saúde preenchendo o formulário de inclusão e anexando a documentação necessária.

23) O novo plano SC Saúde será igual ao IPESC?

Não. O SC Saúde é gerido por um fundo de saúde (lei 13) diferente do modelo do IPESC.

Equipe SC Saúde

domingo, 22 de janeiro de 2012

Seis em cada dez brasileiros pertencem à classe média

ÉRICA FRAGA
DE SÃO PAULO

Brasil é um país de classe média. Seis em cada dez brasileiros com 16 anos ou mais já pertencem a esse grupo, segundo o Datafolha.

Com 90 milhões de pessoas --número superior ao da população alemã--, a classe média brasileira, no entanto, está longe de ser homogênea.

A variedade de indicadores de renda, educação e posse de bens de consumo permite a divisão dessa parcela da população em três grupos distintos que separam os ricos dos excluídos.

O acesso crescente a bens de conforto --como eletroeletrônicos, computadores e automóveis-- é o que mais aproxima as três esferas da classe média brasileira.

A partir da medição da posse desses itens, a população é divida em classes nomeadas por letras.

O Brasil de classes médias é aquele que está conseguindo escapar dos estratos D e E, deixando para trás os excluídos, mas ainda quase não tem presença na classe A.

Ganhos de renda --consequência de crescimento econômico mais forte e políticas de distribuição de renda-- e maior acesso a crédito contribuíram para essa tendência.

"Aumentos de renda que parecem pequenos para a elite têm representado uma revolução para as classes mais pobres", afirma o economista Marcelo Neri, da FGV (Fundação Getúlio Vargas).

Se a posse de bens de consumo aproxima as três classes médias brasileiras, indicadores de renda e educação ainda os distanciam.

Rendimento e escolaridade mais elevados são, por exemplo, características que afastam os brasileiros da classe média alta dos outros dois estratos. Já as linhas que separam os integrantes das classes médias intermediária e baixa são mais tênues.

A renda da classe média baixa ainda é, por exemplo, mais elevada do que a da classe média intermediária.

No entanto, os integrantes bem mais jovens da classe média intermediária têm melhores perspectivas econômicas por conta de avanços educacionais mais significativos nos últimos anos.

Esse grupo é o que mais se expandiu no país na última década. Com 37 milhões de pessoas (de 16 anos ou mais), só perde para os excluídos, que ainda formam a classe mais numerosa no Brasil, embora tenham encolhido.

Apesar da expansão significativa da classe média, há quem ainda não sinta fazer parte do grupo. É o caso de Rosiley Marcelino Silva, 46. Casada e mãe de dois filhos adultos, ela vive da venda de salgados e do salário do marido, ajudante de caminhão.

"Não acho que tenho vida de classe média. Mas agora dá para sobreviver", diz Rosiley, que foi classificada pelo Datafolha como classe média intermediária.

A vulnerabilidade da nova classe média é uma questão que preocupa as autoridades.

"Nós estamos tentando pensar em políticas que ajudem essas pessoas a não retornarem para a pobreza, porque esse é um risco", afirma Diana Grosner, economista da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República.

Segundo ela, o governo trabalha agora em uma definição oficial de classe média e, depois, poderá dividi-la em até três grupos distintos para elaborar políticas específicas de acordo com as necessidades de cada um deles.

Fonte: Folha de São Paulo (22/01/2012)

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Os porcos querem lama

Quando um programa fraco, vulgar, sem sentindo...ganha o apelo popular, é porque realmente o nível cultural do brasileiro está muito baixo. O pior de tudo, é que a Globo que é condenada por muitos. Não culpo mais a Globo por nada. Os porcos querem lama.

sábado, 14 de janeiro de 2012

O descaso persiste

É incrível que a rotatória das universidades continue mal sinalizada. Quem entra em Joinville pelo distrito industrial não consegue chegar por exemplo ao aeroporto,a Tupy, ao centro da cidade. Não existe placas indicando esses locais. Os motoristas ficam perdidos. Uma faixa de pedestre fica numa curva, bem em frente ao Sandubom. Sem esquecer que antes de chegar na rotatória, de repente, as três pistas de rolamento se transformam em apenas uma. Não existe algum técnico da prefeitura,ou do IPPUJ, ou da Conurb, ou sei lá quem, que possa dar um jeito naquela vergonha de rotatória ???

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Ascensão passageira

A melhora na vida do brasileiro nos últimos anos, não agregou mais educação ou cultura. Infelizmente no Brasil, a dita cuja ascensão social se resume apenas a aquisição de bens duráveis e esses são efêmeros. Isso significa na prática, que o carro de hoje daqui a um ou dois anos não servirá mais,estará ultrapassado. A grande televisão de 29 polegadas(pesada pra caramba!!!) já faz parte do passado e sem falar dos celulares e MPs. Existe uma pequena parcela da sociedade que sempre terá essa bobajada toda para sua satisfação. Os outros que não tem condições de acompanhar a corrida consumista ficarão pelo caminho frustrados sem entender o por que. Daí vem a crise na família, no trabalho, na escola. Quem tem conhecimento, digamos, sabedoria, saberá lidar com a perda de status e sobreviverá. Os outros,ou seja,a maioria, engordará a conta corrente de psicólogos, pais de santos e de algumas igrejas.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Os do contra...Os malas só querem atrapalhar

Agora que o governo do estado de São Paulo junto com a prefeitura paulistana resolvem definitivamente dar um fim aquela coisa vergonhosa conhecida como Cracolândia...aparecem a galera do contra para atrapalhar o trabalho de quem quer dar o fim a um problema vergonhoso. Claro que não é da noite para o dia que se consegue solucionar tudo. Mas é inegável o esforço das autoridades de São Paulo de querer a resolução de um câncer social. Se o Poder Público não resolve o chamam de omisso, se tenta buscar solucionar o problema, também é criticado ??? Aí é duro ser gestor público.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Tempos Modernos, por Paulo Curvello

Sou do tempo em que fosse para a escola sem uniforme, era mandado de volta para casa.

A famosa "caderneta" , ganhava uma anotação, que tinha que ser assinada pelo pai ou responsável.

Agora se vê o governo estadual , admitindo que o uniforme era pouco utilizado, sendo que vários alunos já não usavam e nem eram cobrados por isso.

No meu entender, o uniforme além de democratizar a vestimenta , serve também como segurança ao menor. É impossível passar despercebido um menor uniformizado por exemplo dentro de um shopping ou na praia. Mas... os tempos são outros.

Paulo Curvello

Balneário Camboriú

curvell@terra.com.br

A Falsificação Punida pelo Direito Penal, por Thiago A. Vale Lauria - Advogado

O Direito presume que as pessoas, em suas relações cotidianas, se pautam pela boa-fé. Uma sociedade em que a má-fé fosse a regra, e não a exceção, seria inviável. Se a cada moeda recebida pelo trocador fosse necessária uma perícia para lhe conferir a autenticidade, não haveria transporte público. Se um bombeiro tivesse de apresentar uma vasta documentação para se identificar, ao tentar salvar uma casa de um incêndio, não haveria sobreviventes.

Em virtude disso, a mesma lei que confia na boa-fé do cidadão pune aquele que atenta contra a confiança que lhe foi atribuída. Assim, aquele que falsifica, frauda, ou altera documentos, selos, símbolos, etc., ameaçando a segurança das relações jurídicas, comete os chamados crimes de falso, denominados pelo Código Penal Brasileiro de crimes contra a fé pública.

O Código Penal prevê 22 crimes de falso. Abaixo, apresentamos alguns deles:

Falsificação de Documento Público. São duas as possibilidades de falsificação. A primeira delas se dá através da criação material de um documento, que deveria ser expedido por funcionário público. A segunda se configura pela alteração realizada em documento verdadeiro. Ex: falsificação de passaportes; preenchimento ilícito de cheque em branco; falsificação de diploma de curso médio ou superior. Pena: Reclusão, de 2 (dois) a 6 (seis) anos, e multa.

Falsa Identidade. Consiste em se fazer passar por outra pessoa, com o objetivo de obter alguma vantagem ou prejudicar outrem. Ex: cidadão que se identifica com nome fictício para obter crédito; individuo que se identifica falsamente como militar; pessoa que fornece nome falso quando presa em flagrante. Pena: detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa.

Uso de Documento Falso. O indivíduo, sabendo que o documento que porta é falso, utiliza-o como se fosse autêntico. Ex: uso de certidão falsa para eximir-se do pagamento de uma dívida; exibição de Carteira de Habilitação falsa em blitz. Pena: a pena cominada ao uso de documento falso é a mesma referente à falsificação em si.

Falsificação de Documento Particular. São também duas as condutas puníveis: criar um documento novo, falso; adulterar um documento verdadeiro. Como o próprio nome diz, o documento tem de ser elaborado por particulares. Ex: falsificação de cartões da loteria esportiva; falsificação de contrato de compra e venda de bem móvel. Pena: reclusão, de 1(um) a 5 (cinco) anos, e multa.

Falsidade Ideológica: inserir declaração falsa em documento público ou particular, como fim, por exemplo, de criar uma obrigação ou prejudicar um direito. Ex: inserção de dados falsos em contrato, em CTPS, em registro de hotel, em carteira de identidade; troca de provas em concurso público. Pena: de 1 (um) a 5 (cinco) anos e multa.

Note-se que, em geral, as penas cominadas ao crime de falso não são muito elevadas. Isso porque, com muita freqüência, o crime de falso é utilizado pelo agente como meio de se atingir um fim diverso. A falsificação não seria um fim em si mesma. Como exemplo, podemos citar o agente que assume identidade falsa como meio de sacar dinheiro de outra pessoa. Haveria, no caso, um concurso entre dois crimes: o de falsa identidade e o estelionato. Considerando que o estelionato é punido com reclusão de 1(um) a 5 (cinco) anos, tem-se que a pena acaba por se elevar consideravelmente.


O Analfabetismo funcional, por Paulo Botelho*

O Analfabetismo Funcional constitui um problema silencioso e perverso que afeta as empresas. Não se trata de pessoas que nunca foram à escola. Elas sabem ler, escrever e contar; chegam a ocupar cargos administrativos, mas não conseguem compreender a palavra escrita. Bons livros, artigos e crônicas, nem pensar! Computadores provocam calafrios e manuais de procedimentos são ignorados; mesmo aqueles que ensinam uma nova tarefa ou a operar uma máquina. Elas preferem ouvir explicações da boca de colegas. Entretanto, diante do chefe - isso quando ele é mesmo um chefe - fingem entender tudo, para depois sair perguntando aos outros o que e como deve ser realizado tal serviço. E quase sempre agem por tentativa e erro. O meu caro leitor deve estar imaginando que esse problema afeta apenas uma parcela mínima da população. Não é verdade. Calcula-se que, no Brasil, os analfabetos funcionais somem 70% da população economicamente ativa. No mundo todo há entre 800 e 900 milhões deles. São pessoas com menos de quatro anos de escolarização; mas pode-se encontrar, também, pessoas com formação universitária e exercendo funções-chave em empresas e instituições, tanto privadas quanto públicas! Elas não têm as habilidades de leitura compreensiva, escrita e cálculo para fazer frente às necessidades de profissionalização e tampouco da vida sócio-cultural.

A queda da produtividade provocada pela deficiência em habilidades básicas resulta em perdas e danos da ordem de US$ 6 bilhões por ano no mundo inteiro. Por que? Porque são pessoas que não entendem sinais de aviso de perigo, instruções de higiene e segurança do trabalho, orientações sobre processo produtivo, procedimentos de normas técnicas da qualidade de serviços e negligência dos valores da organização empresarial. Eis aí o "Calcanhar de Aquiles" de tantas organizações: Declaração e Prática de Valores. E o que são esses Valores? São crenças e princípios que orientam as atividades e operações de uma empresa, independente de seu porte ou ramo de atividade. Seus dirigentes devem mostrar, na prática, que os sistemas, procedimentos e atitudes comportamentais são respeitados e coerentes com os valores estabelecidos em função de seus clientes e da ética dos negócios. Se não for assim, os resultados serão desastrosos. Quem não se lembra de manchetes de jornais mencionando "problemas inesperados" que abalaram a imagem de tantas empresas? Um defeito no chip Pentium da Intel levou-a a substituir o produto no mercado. Um número desconhecido de cápsulas de Tylenol contaminado com cianureto mata oito pessoas nos Estados Unidos; a Johnson & Johnson retira todos os frascos do mercado americano e tem um prejuízo de US$ 100 milhões! Alguém tem dúvida de que tais exemplos, entre tantos, não sejam efeitos da ignorância?

Para que o analfabetismo funcional se erradique só existe uma saída: educar e treinar para a qualidade. E qualidade não tem custo; é investimento. O custo da qualidade é a despesa do trabalho errado, mal feito, incompleto, sem profissionalismo. É o custo do analfabetismo funcional!

*Paulo Augusto de Podestá Botelho é Professor e Consultor de Empresas para Programas de Engenharia da Qualidade, Antropologia Empresarial e Gestão Ambiental. Membro da SBPC - Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. www.paulobotelho.com.br

*MAIS PÉROLAS DO ÚLTIMO ENEM - EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO *

'O sero mano tem uma missão...'*
> (A minha, por exemplo, é ter que ler isso!) *
>
> 'O Euninho já provocou secas e enchentes calamitosas. .'*
> (Levei uns minutos para identificar o El Niño...) *
>
> 'O problema ainda é maior se tratando da camada Diozanio!'*
> (Eu não sabia que a camada tinha esse nome bonito) *
>
> 'A situação tende a piorar: o madereiros da Amazônia destroem a Mata
> Atlântica da região.'*
> (E além de tudo, viajam pra caramba, hein?) *
>
> Não preserve apenas o meio ambiente e sim todo ele.'*
> (Faz sentido) *
>
> 'O grande problema do Rio Amazonas é a pesca dos peixes'*
> (Achei que fosse a pesca dos pássaros.) *
>
> 'É um problema de muita gravidez.'*
> (Com certeza...se seu pai usasse camisinha, não leríamos isso!) *
>
> 'A AIDS é transmitida pelo mosquito AIDES EGIPSIO.'*
> (Sem comentário)*
>
> 'Já está muito de difíciu de achar os pandas na Amazônia'*
> (Que pena. Também ursos e elefantes sumiram de lá) *
>
> 'A natureza brasileira tem 500 anos e já esta quase se acabando'*
> (Foi trazida nas caravelas, certo ?)*
>
> 'O cerumano no mesmo tempo que constrói, também destroi, pois nos temos que
> nos unir para realizarmos parcerias juntos.'*
> (Não conte comigo) *
>
> 'Na verdade, nem todo desmatamento é tão ruim. Por exemplo, o do Aeds
> Egipte seria um bom beneficácio **para o Brasil'*
> (Vamos trocar as fumaças pelas moto-serras) *
>
> .... menos desmatamentos, mais florestas arborizadas. '*
> (Concordo! De florestas não arborizadas, basta o Saara!) *
>
>
> 'Isso tudo é devido ao raios ultra-violentos que recebemos todo dia.' *
> (Meu Deus..... Haja pára-raio!) *
>
> 'Tudo isso colaborou com a estinção do micro-leão dourado.'*
> (Quem teria sido o fabricante? Compaq ? Apple? IBM?) *
>
> 'Imaginem a bandeira do Brasil. O azul representa o céu , o verde
> representa as matas, e o amarelo o ouro. O ouro já foi roubado e as matas
> estão quase se indo. No dia em que roubarem nosso céu, ficaremos sem
> bandeira..'*
> (Caraca! Ainda bem que temos aquela faixinha onde está escrito 'Ordem e
> Progresso'..) *
>
> '.... são formados pelas bacias esferográficas. '*
> (Imaginem as bacias da BIC.)*
>
> 'Eu concordo em gênero e número igual.'*
> (Eu discordo!) *
>
> 'Precisa-se começar uma reciclagem mental dos humanos, fazer uma verdadeira
> lavagem celebral em relação ao desmatamento, poluição e depredação de si
> próprio...'*
> (Putz, que droga é essa?) *
>
> 'O serigueiro tira borracha das árvores, mas não nunca derrubam as seringas.
> *
> (Esse deve ter tomado uma na veia) *
>
> 'Vamos deixar de sermos egoistas e pensarmos um pouco mais em nos mesmos.'*
> (Que maravilha!)
>
>
>
> *'As chuvas foram fortes, mas não tivemos danos morais'*
> ((Palavra de algum vereador de astorga (quem seria processado? São Pedro?))
>

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

DIVULGAÇÃO DO PADRE JORJÃO

O Padre Jorjão da Paróquia São José Operário convida para a Missa de Cura e Libertação Corredor do Fogo, que acontecerá no próximo domingo dia 15 de janeiro às 16 horas.
As pessoas são convidadas a trazer pessoas enfermas, remédios, peças de roupas, carteiras de trabalho e outros objetos para serem abençoados.

"A Deus tudo é possível".

Evento: Missa de Cura e Libertação Corredor do Fogo
Data: 15 de Janeiro de 2012
Horário: 16 horas
Local: Paróquia São José Operário
Local: Rua Independência 896 - Bairro Anita Garibaldi, aqui em em Joinville

sábado, 7 de janeiro de 2012

Um texto muito interessante (Para ler com calma)

A tentação de sentir-se poderoso


Poucos escapam dessa armadilha.

Por circularem na companhia de figuras públicas, frequentarem ambientes onde são tomadas decisões e publicarem o que viram ou ouviram falar de importante, jornalistas imaginam que têm poder ou que fazem parte do poder. Têm poder até o momento em que são despedidos. Fazem parte do poder se concordam em servir aos que de fato o detêm.

Os donos de jornal e dos demais meios de comunicação, estes sim, são poderosos. Porque não podem ser despedidos – no máximo, quebram. E porque a mídia é cada vez mais poderosa no mundo. Sem ela, não se governa. Sem ela, não se ganham guerras. Sem ela, não se fazem negócios.

O poder do jornalista é relativo, ocasional e temporário.

Nunca me encantei com o poder. Mas pensei que tivesse adquirido algum quando me tornei titular em 1989 da coluna diária “Coisas da Política”, no Jornal do Brasil. Nos dois anos anteriores, havia sido o interino da “Coluna do Castelo”, escrita pelo jornalista Carlos Castelo Branco, o Castelinho. O presidente do jornal, Manoel Francisco do Nascimento Brito, me dissera mais de uma vez que um dia eu sucederia Castelinho porque o colunista sofria de câncer e precisava se aposentar para enfrentar a doença. Escrevi a coluna “Coisas da Política” com ampla liberdade, contando tudo que conseguia apurar e dizendo tudo que achava que devia dizer. Aquele foi o ano da sucessão do presidente José Sarney. E do surgimento do fenômeno eleitoral chamado Fernando Collor de Melo.

Um cartão e um doce melão

Bati forte em Collor porque sabia que ele era uma farsa. Como de resto o sabia a maioria dos jornalistas que cobriam política no eixo Brasília – Rio – São Paulo. A coluna se tornou o espaço mais lido das páginas de política do jornal. Mas nem isto impediu que eu acabasse demitido por telefone cinco dias depois da eleição de Collor. Jamais me disseram porque fui demitido. Como colunista político, tive um funeral de luxo.

Recebi telefonemas de solidariedade do presidente Sarney, de ministros de Estado, do deputado Ulysses Guimarães, presidente do PMDB, de Lula, do então governador Leonel Brizola e de empresários de peso. Colegas assinaram manifestos em protesto contra minha demissão. Soube que leitores antigos do jornal cancelaram sua assinatura. Brizola me enviou um emissário com o convite para ser candidato do PDT a deputado federal pelo Rio de Janeiro. Agradeci, mas não aceitei. Fui paraninfo de turmas de jornalismo em universidades do Rio e de Brasília.

Uma editora carioca reuniu as colunas que escrevi e publicou-as com o título de O Céu dos Favoritos. O lançamento do livro, no Rio, provocou engarrafamento de trânsito. Autografei cerca de 800 exemplares. Compareceram todos os candidatos ao governo do Rio nas eleições do ano seguinte, escritores conhecidos como Antônio Callado, Millôr Fernandes, Roberto Campos e Barbosa Lima Sobrinho, alguns generais da reserva, muitos estudantes e donas-de-casa, e até a cantora Eliana Pitmann. Passou por lá um tal de Bussunda. Pelo menos foi esse o nome que ele me deu quando autografei seu exemplar do livro. Desconfio até hoje que escrevi errado o nome dele na hora do autógrafo.

Nenhum jornal ou revista me ofereceu emprego depois que fui demitido. Passei os três anos seguintes como funcionário da Propeg, agência de publicidade baiana onde tinha amigos. No Natal de 1990, o único cartão de Boas Festas que recebi tinha a assinatura do deputado federal Osvaldo Coelho, do PFL de Pernambuco. Acompanhou o cartão um doce melão colhido às margens do rio São Francisco, na fronteira de Pernambuco com a Bahia.

***

Texto escrito por Ricardo Noblat que é jornalista

Fonte: Observatório da Imprensa(07/01/2012)



Alckmin e Kassab não sabiam de início de ação na Cracolândia

A Operação Cracolândia foi precipitada por uma decisão do segundo escalão da Polícia Militar (PM) e do governo do Estado. Há dois meses, a ação era planejada em alto nível.

O governador Geraldo Alckmin (PSDB), o prefeito Gilberto Kassab (PSD) e as cúpulas da Segurança Pública, Assistência Social e Saúde das duas esferas de governo estavam acertando tudo para que o trabalho começasse em fevereiro, depois da abertura de um centro de atendimento com capacidade para 1,2 mil usuários de drogas na Rua Prates, no Bom Retiro.

Eles queriam evitar, por exemplo, que os dependentes se espalhassem pela cidade depois do cerco à cracolândia. Outro objetivo era evitar que a operação focasse apenas políticas de segurança pública, ampliando-a para as pastas sociais.

Até que na segunda-feira houve uma reunião de segundo escalão, na qual Luís Alberto Chaves de Oliveira, o Laco, coordenador de Políticas sobre Drogas da Secretaria de Estado da Justiça, disse ao coronel Pedro Borges, comandante da região central de São Paulo, que o governador queria a operação. O coronel disse que poderia fazê-la de imediato, pois tinha acabado de receber 60 homens da escola de soldados.

Fonte:Marcelo Godoy, Estadão.com (07/01/2012)

O Brasil deve adotar a nova geração

O Senador Cristovam Buarque (PDT-DF) concedeu entrevista à Rádio Vaticano durante sua visita aos embaixadores do Brasil na Itália e na Santa Sé, na última quarta-feira, depois de participar da Audiência Geral de Bento XVI, na sala Paulo VI.

Sobre a viagem do Papa ao Brasil em 2013, por ocasião da Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro, Buarque destacou pontos que, segundo ele, deveriam ser levados em consideração durante o encontro.

“Eu gostaria de ouvir duas mensagens do Papa quando ele estiver no Brasil: uma é sobre a crise que vive a juventude contaminada pela droga. A segunda é de esperança aos jovens, eles estão sem esperança no mundo”, disse.

Ainda no contexto da juventude, que no tema da Mensagem Mundial da Paz de 2012 o Papa fala em educar os jovens do mundo para a paz, o senador acrescentou que esse conceito não deve ser somente o do “paz não-guerra”.

Questionado sobre a recente condição de sexta economia mundial conquistada pelo Brasil, Buarque diz que isso se trata de um mito. Segundo ele, são outros os fatores que realmente levam um país a ter mais qualidade de vida.

“Se amanhã houver uma desvalorização cambial – e terá que haver – porque o real está sobrevalorizado, nós vamos cair de posição. Se houver uma desvalorização de 30% no valor do real, nós vamos cair para a 14ª posição. Ou seja, é uma ficção. Não podemos medir bem-estar como sinônimo de produto. Nós estamos em sexto lugar no produto e em 84º no índice de desenvolvimento humano (IDH)”, ponderou o ex-governador do Distrito Federal.

Recentemente, o IBGE revelou que em 2010, eram mais de 1 milhão de crianças entre 10 e 14 anos que trabalhavam no Brasil. Buarque, que idealizou o programa bolsa-escola – mais tarde bolsa-família – disse que só há uma forma para combater o trabalho infantil: a educação.

“Não tem outra saída. Não queremos que as crianças deixem de trabalhar e fiquem em casa. Não basta tirá-las do trabalho, é preciso levá-las à escola e aí só existe um jeito: uma escola boa. E para que isso aconteça, é preciso federalizar a educação de base. Se o Brasil adotar essa nova geração, depois ela vai adotar o Brasil”, defendeu Cristovam Buarque.

O Senador Cristovam Buarque mantem a conta @sen_cristovam no twitter e também é possível escrever para cristovam@senador.gov.br

Fonte: Rádio Vaticano (04/01/2012)


sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Fortalecimento do Ensino Superior

A chegada da PUC na cidade, o crescimento da UDESC e a eterna construção da UFSC deram uma nova cara ao ensino superior de Joinville obrigando as já tradicionais instituições a saírem da zona de conforto e procurarem a qualificação dos cursos oferecidos.

Mídia alternativa sai fortalecida

2011 também foi o ano onde os sítios, blogs e o twitter tiveram um papel de destaque na resolução dos problemas da cidade. Muito difícil não acompanhar em tempo real o dia-a-dia de Joinville.

Qual a instituição que mais se destacou

Com certeza 2011 foi o ano do Joinville Esporte Clube e de seus dirigentes que colocaram o futebol de Joinville novamente no cenário nacional.

Na comunicação quem se destacou

Não vejo um nome em especial. Mas acredito que a Rádio Cultura AM melhorou muito sua grade de programação e seus comunicadores tratando seu ouvinte com respeito.

DESTAQUES 2011 EM JOINVILLE

Na política os nomes de destaques foram esses e que serão com certeza protagonistas na próxima eleição municipal.

O prefeito *Carlito Merss (PT) que aos poucos está caindo nas graças do povo depois de um período de desgaste.

Os dois deputados do PSD: *Darci de Matos e *Kennedy Nunes pelo belo trabalho desenvolvido na Assembléia Legislativa.

O secretário de educação *Marco Antônio Tebaldi (PSDB) que está conseguindo modificar a educação catarinense após uma longa greve do magistério.

Também da Câmara de Vereadores destacamos esses parlamentares:

*Maurício Peixer (PSDB)
*Juarez Pereira (PPS)
*Tânia Eberhardt (PMDB)
*Patrício Destro (PSD)

Obs: Essa é a visão do dia-a-dia de quem circula pela cidade. Não é a opinião influenciada pela mídia tradicional.


quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

"Ai se eu te pego", das profundezas do ostracismo para o Brasil e o mundo

A natureza vive de ciclos de tempos em tempos. Como depois dos anos 80 a boa música é cada vez mais escaça, na contramão disto, a música pegajosa, aquele música viciante e desprovida de valores, acumula-se nas rádios brasileiras.
Para quem tem quase 40 anos e foi abençoado com o dom da paternidade, chega a causar náuseas ver sua prole a mercê de 'éguinha pocotó', 'dança do tcham', 'melô da popozuda' e muitas outras.
Como em cada verão a indústria fonográfica escolhe um bolor fecal em forma de ondas musicais como o hit do verão, já sabíamos que alguma porcaria grande estava por vir.
O privilegiado desta vez foi o ex- vocalista do grupo Tradição, que de tradição há tempos já não tinha mais em suas músicas.
Eu gostaria que o senhor Teló me dissesse o que ele sentiria ao ver sua filha de 6 anos cantando sua música e fazendo o gesto de 'ai se eu te pego' puxando as mãos para junto do corpo em alusão ao ato sexual? Ou será que ele seria tão estúpido para dizer que a música não tem nada de conotação sexual? Se dissesse isso poderia ser taxado de desprovido de inteligência, ou melhor, 'burro' para os mais humildes.
Cabe salientar que o senhor Teló copiou essa música da banda baiana cangaia de jégue (que coisa horroróóóóósa o nome da banda,grifo do Juliano)
Será que ele paga os valores autorais à banda?

Precisamos de músicas que tragam 'valores' às nossas crianças, porque canções com apelos sexual estamos de saco cheio.

Décio Góes, de Joinville

Dá gosto de ouvir

A programação da Rádio Cultura melhorou moooooooito!!! É a única emissora que realmente faz jornalismo de qualidade. Nem as emissoras de TV de Joinville conseguem ter a qualidade da Rádio Cultura.

Assustador...

Ontem a noite estava ouvindo a Rádio Cultura aqui de Joinville que retransmite a programação da Rádio Jovem Pan de São Paulo...e em uma entrevista o entrevistado declarou o seguinte: Hoje a cocaína é a droga mais consumida no Brasil e a grande causadora de acidentes nas rodovias. A clase média está afundando nas drogas.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

SEM NOÇÃO,POR PAULO CURVELLO

É de dar náuseas, o que a mídia catarinense perde de tempo em sua programação , badalando “celebridades” em Santa Catarina.

Vários não merecem tamanha dedicação da imprensa. Alguns esnobam olimpicamente diversos nativos , principalmente em Balneário Camboriú e Florianópolis.

E quem fica bajulando não faz a mínima idéia de que aqui em SC , é que é o paraíso.

Menos imprensa, menos.

Paulo Curvello

Balneário Camboriú

curvell@terra.com.br