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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

"Ai se eu te pego", das profundezas do ostracismo para o Brasil e o mundo

A natureza vive de ciclos de tempos em tempos. Como depois dos anos 80 a boa música é cada vez mais escaça, na contramão disto, a música pegajosa, aquele música viciante e desprovida de valores, acumula-se nas rádios brasileiras.
Para quem tem quase 40 anos e foi abençoado com o dom da paternidade, chega a causar náuseas ver sua prole a mercê de 'éguinha pocotó', 'dança do tcham', 'melô da popozuda' e muitas outras.
Como em cada verão a indústria fonográfica escolhe um bolor fecal em forma de ondas musicais como o hit do verão, já sabíamos que alguma porcaria grande estava por vir.
O privilegiado desta vez foi o ex- vocalista do grupo Tradição, que de tradição há tempos já não tinha mais em suas músicas.
Eu gostaria que o senhor Teló me dissesse o que ele sentiria ao ver sua filha de 6 anos cantando sua música e fazendo o gesto de 'ai se eu te pego' puxando as mãos para junto do corpo em alusão ao ato sexual? Ou será que ele seria tão estúpido para dizer que a música não tem nada de conotação sexual? Se dissesse isso poderia ser taxado de desprovido de inteligência, ou melhor, 'burro' para os mais humildes.
Cabe salientar que o senhor Teló copiou essa música da banda baiana cangaia de jégue (que coisa horroróóóóósa o nome da banda,grifo do Juliano)
Será que ele paga os valores autorais à banda?

Precisamos de músicas que tragam 'valores' às nossas crianças, porque canções com apelos sexual estamos de saco cheio.

Décio Góes, de Joinville

Um comentário:

Caio Martins disse...

Parabéns pelas considerações. Mais que uma reclamação, é um grito de alerta contra a degradação da cultura brasileira.
Abçs.