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sexta-feira, 30 de julho de 2010

Dois acidentes seguidos

Ali bem próximo onde ocorreu o acidente com o ônibus do transporte coletivo no bairro Costa e Silva,na última quarta-feira a noite,um caminhão também derrubou alguns postes e deixou os moradores sem energia elétrica e com alguns prejuízos materiais.

Pensamento

Proteger e valorizar o patrimônio cultural é dever das autoridades e obrigação de todos os cidadãos. De todas as etnias e em todos os cantos do Estado.

Moacir Pereira

Enxaimel,por Moacir Pereira

A diversidade étnica, cultural, econômica, folclórica, paisagística e gastronômica de Santa Catarina constitui, seguramente, sua maior riqueza. Blumenau e as belas construções em enxaimel enchem a paisagem do Vale do Itajaí. Fazem com que nativos e visitantes se sintam em terras germânicas ou colonizadas de forma exemplar por seus imigrantes. Quando esteve há dias no Estado, o candidato José Serra fez um comentário pertinente no intervalo do Painel RBS. Se aqui vivesse, faria uma campanha para que nenhuma cidade possuísse mais de 500 mil habitantes. Certíssimo! O equilíbrio entre regiões e cidades é outra fortuna da cidadania barriga-verde.

Pois Blumenau prepara-se para lançar um projeto inovador e de real importância para valorização de suas origens e resgate de suas tradições. Lançará dentro de 30 dias a “Rota do Enxaimel”. Consistirá num percurso de 10 quilômetros em Vila Itoupava, onde os visitantes, a pé ou de bicicleta, poderão desfrutar de uma paisagem única no Brasil. São mais de 13 construções autênticas em enxaimel.

O prefeito Renato Vianna criou incentivos para o enxaimel, lindas construções em madeira e tijolo aparentes. A resposta comunitária está hoje refletida num cenário belíssimo que se transformou numa das marcas da cidade.

Proteger e valorizar o patrimônio cultural é dever das autoridades e obrigação de todos os cidadãos. De todas as etnias e em todos os cantos do Estado.

Fonte:Diário Catarinense(29/07/2010)

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Spread bancário: escândalo nacional,por Paulo Kliass*

A condição duradoura e sustentada de nosso País, como o campeão mundial da taxa de juros há mais de uma década, não é a única característica a indicar a impunidade do sistema financeiro e a existência de grupos no interior da própria administração pública a defender os interesses da banca privada. A começar pelo Presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, que construiu sua carreira profissional no setor e chegou à presidência internacional do conglomerado do Bank of Boston. Tudo isso antes de ter sido convidado, lá no início de 2003, para o posto que ocupa atualmente.

Em geral, ambientes onde predominam taxas de juros elevadas tendem a ser os mais interessantes para potencializar a rentabilidade de instituições bancárias e financeiras. Como um dos parâmetros mais importantes para as operações levadas a cabo por tais organizações é o chamado “custo do dinheiro”, quanto mais elevado for tal fator, maior tende a ser a taxa de retorno para as mesmas.

Dentre as funções clássicas dos bancos ao longo do capitalismo, situa-se a de intermediação de recursos, tornando viáveis as operações de crédito e empréstimo. Assim, eles captam recursos da sociedade e do mercado, em uma ponta, e retornam tais valores aos agentes (indivíduos e empresas) que necessitam de recursos e não os possuem na forma de liquidez imediata, na outra ponta do sistema. A origem da formação do lucro dos bancos, portanto, estaria na diferença entre: i) a taxa de remuneração que eles oferecem aos agentes que se dispõem a aplicar seus recursos nas distintas formas que as instituições financeiras oferecem; e ii) a taxa de juros que eles cobram dos tomadores de empréstimos e crédito, operações essas que são viabilizadas justamente com os recursos aplicados do item (i) e que passam a ficar temporariamente nas carteiras dos bancos.

Porém, com o processo de aprofundamento da financeirização da acumulação capitalista, observou-se o crescimento de funções cada vez mais complexas e específicas no mundo financeiro. A essas funções básicas do sistema bancário, acima referidas, foram sendo adicionadas outras como as operações com hipotecas (base da crise recente do sistema norte-americano), as operações de “leasing” e arrendamento mercantil, as operações de consórcio, o mercado de seguros, as operações nas bolsas de valores, as operações nas bolsas de mercadorias e de mercado futuro, as operações de câmbio com moedas estrangeiras, as operações de exportação e importação, as operações de previdência complementar e os fundos de pensão, dentre tantas outras. Como todos esses chamados “serviços” são, na verdade, negócios em que o objetivo é aumentar o ganho das instituições financeiras, suas fontes de lucros também foram sendo ampliadas, assim como foi crescendo a sua importância no dia-a-dia das empresas e dos indivíduos.

Mas, como diz o conhecido jargão do mercado financeiro, “banco é banco”. Ou seja, por mais que avancem os mecanismos complexos das operações financeiras, a instituição bancária ainda guarda suas origens na clássica função de intermediador de recursos. E com isso, um dos principais elementos utilizados para avaliação da performance do setor continua a ser o chamado “spread” bancário. O termo vem do inglês, sugerindo alguma analogia com a idéia de ampliar. Foi incorporado ao “financês” do mercado internacional justamente para identificar o diferencial entre as taxas que os bancos praticam em suas operações: aquela que eles utilizam para remunerar os depósitos e aquela que eles cobram dos tomadores de empréstimos. Como a própria língua explicita, a última é uma amplificação, uma ampliação da primeira. Essa é a base clássica da operação bancária: no limite, a diferença do quanto ele paga em relação ao muito que ele recebe.

No caso brasileiro, como alertamos desde o título do artigo, os níveis do spread praticado no mercado financeiro são um verdadeiro escândalo. Não se trata de uma novidade dos tempos de hoje, muito pelo contrário. Nos tempos da inflação elevada, havia uma maior dificuldade de sentir os efeitos do diferencial das taxas praticadas pelos bancos, inclusive pelo fato da perda de poder da moeda ser muito expressiva. Quem não estava em seu cotidiano envolvido com mensuração de inflação passada, inflação futura, taxas de juros e os índices diários para tais fenômenos, dificilmente conseguia se defender da redução do poder de compra de um volume de recursos considerado. Mas o spread já era bastante elevado e os bancos eram os maiores beneficiados pelo sistema que se habituava à alta inflação.

A questão é tão gritante que, recentemente, até mesmo a Federação dos Bancos (Febraban) e o Banco Central passaram a tentar tratar do assunto, buscando encontrar algum tipo de argumento que explicasse a aberração injustificável. Mas também o debate e a indignação obedecem a um movimento cíclico. Durante o primeiro mandato de Lula e ao longo do período de maior arrocho de crédito derivado da crise internacional atual, havia maior espaço para reclamação nos meios de comunicação. Mas, passada a marolinha e com a retomada da oferta de crédito, o espaço para crítica minguou, apesar dos níveis de spread praticado ainda serem absurdos.

Vamos a alguns números, obtidos nas páginas do próprio sistema. Escolhemos as taxas médias praticadas pelas instituições financeiras em algumas operações durante o primeiro semestre desse ano:

Crédito consignado - 2,03% ao mês - 31,3% ao ano
Veículos - 1,86% ao mês - 24,7% ao ano
Crédito pessoal - 3,03% ao mês - 43,1% ao ano
Crédito especial - 8,3% ao mês - 160,0% ao ano.


Aí em cima estão as taxas relativas à cobrança, o quanto os bancos recebem dos tomadores de empréstimo. Pelo lado da remuneração, os valores são muito menores. A caderneta de poupança, por exemplo, remunera na base de 6% ao ano, acrescida de uma pequena taxa definida pelo Banco Central. Quem já se preocupou em verificar a remuneração dos fundos de renda fixa oferecidos pelos bancos onde têm suas contas, achou índices que giram, em média, entre 8% e 10% ao ano.

Ora, captando a taxas tão reduzidas e cobrando as taxas mostradas lá em cima, dá para imaginar o nível de rentabilidade do sistema. Tanto mais quando se sabe que as operações de crédito consignado são típicas de assalariados (em geral, funcionários públicos) e aposentados/pensionistas – ou seja, oferecem risco praticamente igual a zero da chamada “inadimplência”. O crédito para compra de veículos ocorre numa operação casada, em que o veículo fica como garantia da operação. Caso haja interrupção do pagamento, o veículo “alienado” fica com a instituição que fornece o crédito. Quem já tentou fazer operação de empréstimo em banco sabe das inúmeras condições impostas para se obter o recurso e , não obstante, das altas taxas cobradas. E quem costuma “entrar no vermelho” no final do mês, sabe que o gerente não se preocupa muito com a situação do cliente. Muito pelo contrário: o banco é remunerado na base de 160% anuais por cada real “negativo”. Qual outra operação no mercado financeiro rende à organização tal ganho?

De acordo com os cálculos recentes divulgados pelo Banco Central a respeito do spread, observa-se uma leve redução nas operações com pessoa física (atualmente em torno de 30% ao ano) e uma tendência à manutenção das operações com pessoa jurídica no patamar de 17% ao ano. Na média do sistema, os níveis atuais são de 23% ao ano. Apesar de toda a crítica à metodologia, os valores são bastante elevados para qualquer tipo de comparação internacional e poderiam ser objeto de redução significativa.

Para tanto, bastaria o Banco Central assumir de forma efetiva a sua função de órgão regulador e fiscalizador do sistema financeiro, rompendo com a lógica de defender os interesses do sistema bancário e passar a defender os interesses do conjunto da sociedade na sua relação com tais instituições. As medidas são simples, mas falta vontade política para fazê-lo. Isso porque os interesses dos bancos são fortes, todos sabemos. Bastariam decisões da própria diretoria do BC e do Conselho Monetário Nacional, estabelecendo limites e prazos de adaptação dos bancos na sua prática de spread mais reduzidos junto aos clientes.

Por outro lado, o governo deveria utilizar o poder de pressão e de mercado das duas grandes instituições bancárias federais no mercado de varejo: o Banco do Brasil (BB) e a Caixa Econômica Federal (CEF). Ao invés de jogá-los para fazer a concorrência seguindo as regras indecorosas dos bancos privados, a estratégia deveria ser exatamente a oposta. Recuperar o caráter público dos dois bancos estatais e começar a praticar taxas de juros com spread reduzido e tarifas bancárias menos escabrosas. Juntos, os dois representam 1/3 dos ativos do sistema financeiro. Além disso, tendo em vista a boa imagem das instituições junto ao mercado e à opinião pública de forma geral, tal comportamento certamente obrigaria a banca privada a reduzir suas margens para se manter competitiva e não perder sua fatia de mercado. Afinal qual a necessidade das duas estatais serem responsáveis por 1 em cada 4 reais de lucro do sistema financeiro?

O que mais impressiona é que um tema tão importante e sensível como esse esteja ainda quase ausente do debate das eleições de outubro. Com a palavra, candidatos e candidatas.


(*) Paulo Kliass é Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental, carreira do governo federal e doutor em Economia pela Universidade de Paris 10.

Ferrovia, por Paulo Marinelli*

Os grandes cidades do mundo (Londres, Paris, Berlim, Milão, Zurique) convivem com o desenvolvimento da malha ferroviária, adequando-a às suas necessidades. São Paulo, Rio de Janeiro e outras no Brasil também convivem com suas presenças. Se, desde o primeiro momento, as autoridades competentes tivessem tomado o cuidado de não deixar construir o que quer que fosse em pontos tão próximos dos trilhos, a ferrovia não estaria causando nenhum transtorno. Os governantes de cidades como Jaraguá do Sul e Joinville encontraram só uma solução para o problema: deslocar o traçado da ferrovia para outro ponto. Certamente, estão conscientes do vultoso custo e sabem que, num País como o nosso, pouco dinheiro haveria para atender a esses projetos em curto prazo. Além do grande impacto ambiental que tanto se propaga e nada se evita. Onde estão os ambientalistas? Por que não pensar em outras opções? Fazer um projeto cuidadoso em que os trilhos estejam canalizados e protegidos com alambrados nos pontos críticos. Estabelecer sua transposição em pontos estratégicos e, nos casos em que o movimento rodoviário seja intenso, fazê-la por elevados (dois ou três viadutos nos pontos estratégicos – assim como as pontes – sanariam em grande parte o problema). Portanto, temos soluções práticas e viáveis para sanar o problema do trem no centro de Jaraguá e Joinville e assim esse dinheiro todo da mudança de trilhos poderia ser empregado em outras obras prioritárias, ressaltando que não é só o trem que causa transtornos para a população, bem como trata-se de um projeto que levará de 20 a 30 anos ou mais para ser concretizado, ou seja, para as próximas gerações. Assim sendo, no lugar de pensar em mudança de trilhos, resolveria, de imediato, para o sistema viário central, a construção de viadutos sobre os trilhos, com custo bem inferior do projeto ambicioso que se concretizará em longo prazo. Além do mais, o trem faz parte da paisagem da nossa cidade.

*Professor

Fonte:Jornal A Notícia(29/07/2010)*AN Jaraguá*

quarta-feira, 28 de julho de 2010

É importante...

...Saber a opinião da Prefeitura de Joinville...Já sabemos a opinião do Movimento Pedala Joinville e do Valter Bustos...Um esclarecimento ao público é importante nesse momento.

Fechamento do Museu da Bicicleta

Amigos Ciclistas e Amigos do Pedala

Mais uma vez, agradeço o empenho e o posicionamento do MPJ no que toca ao Museu da Bicicleta, ação esta, dentro dos princípios que norteia o movimento na busca de soluções e/ou encaminhamentos para todos os problemas relativos ao uso da bicicleta, a preservação de sua história, bem como as questões relacionadas à mobilidade urbana em nossa cidade. Em respeito ao grupo, e na qualidade de membro do MPJ; além de envolvido diretamente no caso, desde a implantação do MUBI desde 2000, parece importante relembrar algumas coisas, tendo em vista uma reunião em agendamento. Desde sua inauguração em 09 de março de 2000, o MUBI vinha prestando todo tipo de serviço pertinente a uma instituição dessa natureza, na forma de monitorias para as escolas de Joinville e região, no atendimento a todo tipo de turista com demanda para nossa cidade, sem qualquer tipo de discriminação ou imposição de qualquer espécie quanto a credos, opção sexual ou de côr. Razão pela qual, nunca, nestes 10 anos, figurou em qualquer veículo de imprensa local e nacional, em matérias que manchassem o nome de Joinville ou do Estado de Santa Catarina. Ao contrário, ele ajudou SC a ser referência por possuir o único museu de bicicleta da América do Sul. Sempre foi e é citado em todas revistas de turismo, e figura no Guia Quatro Rodas Brasil com recomendação de visita. Também figura no mais importante guia internacional de turismo editado pela Lonely Planet da Austrália, juntamente com mais dois museus da cidade. Ao longo desse periodo, foram incontáveis as matérias televisivas de repercussão nacional, sem contar as matérias de jornais e revistas, que somam rico material de clipagem dessas ações museológicas. Enquanto o IBRAM (Instituto Brasileiro de Museus), trabalha pela criação de museus pelos municípios brasileiros, inclusive com farta disponibilidade de verbas (basta acessar o site para confirmação), por aqui fechamos museus, como a PF fecha bingos e casas de jogos de azar. As justificativas serão muitas. "è uma relação que afronta o Ministério Público"...."Vamos criar espaços de memórias. inclusive o da bicicleta"...."Prevemos uma nova leitura para o espaço ferroviário e o futuro Parque da Estação".... . Sinceramente, eu poderia ficar uma manhã inteira escrevendo sobre essas argumentações que, na realidade, escondem projetos pessoais para deixarem a "tal marca" da gestão. A culpa, com certeza, será debitada ao Valter Bustos. Jamais irão mencionar o teor de nossas reuniões a portas fechadas, e das cafajestices que me foram apresentadas. Como diz o velho ditado "o que aconteceu em quatro paredes, morre por lá". É importante que vocês marquem presença e ouçam tudo. Eles sairão em pouco mais de dois anos, assim é a ordem das coisas. Quanto ao MPJ, é uma entidade quem tem seu espaço e permanece. Busquem sempre o melhor para o coletivo, e sejam imparciais. A cidade, nossos ciclistas, os objetivos do movimento, as lutas em busca de resultados, essas são as metas. Tenho refletido bastante nesse periodo, e digo a vocês que valeu cada minuto de luta para manter o MUBI aberto. Em 2005 quando houve a mesma tentativa, a comunidade se envolveu e vencemos a luta. Foi "medalha de ouro". Como costumo dizer me apropriando de um epsódio histórico, o dia 04 de março, foi o "11 de setembro para o MUBI". A política corrompe e destroi as coisas boas. Essa seria a única coisa que eu mudaria em tudo isso: a política. Grande abraço.

Valter F. Bustos
Jornalista; Coordenador do Museu da Bicicleta (MUBI)

(047) 9984-0963

Queres ficar rico???

Crie uma ONG

Oi e Portugal Telecom selam aliança global


Bem,vai ver que estavam esperando essa "aliança global" para resolverem o problema local,leia-se conserto dos orelhões aqui de Joinville...Eita!!!

Clubes X empresários

O clubes de futebol também estão quebrados depois que surgiu a Lei Pelé...O clube forma o atleta e depois os empresários pegam de mão beijada...Uma revisão na Lei Pelé seria muito bem vinda para fortalecer o futebol tradicional brasileiro.

De 2010 não passa...

...Uma grande equipe de ponta de uma modalidade esportiva aqui de Santa Catarina encerrará suas atividades em 2010.A cidade que mantém essa equipe ficará órfã no esporte.Esse é o problema do esporte amador(e também do profissional).Quando a torcida pega gosto pela coisa,vem os empresários e retiram o apoio.Por isso sou um defensor dos clubes tradicionais manterem essas equipes como acontece no Rio de Janeiro com o Flamengo e o Vasco da Gama.O esporte amador precisa com certeza de parceiros...mas não pode ser refém de empresários oportunistas que apenas olham o esporte como marketing.

ONGs objetivam Estado Independente em Roraima

Era para ter sido manchete de seis colunas na primeira página, com direito a editorial, entrevistas variadas e repercussão imediata no Congresso. Infelizmente, a matéria ganhou um pé-de-página no final do noticiário político, aliás, página 17. Dirão uns estar o Congresso de recesso. Outros, que a sucessão presidencial prende muito mais as atenções. Mesmo assim, louve-se a “Folha de S. Paulo”, que em sua edição de domingo, publicou pequena reportagem informando a existência de um relatório entregue pela ABIN à presidência da República, dando conta de que governos estrangeiros, ONGs e o Conselho Indígena estimulam a criação de um “estado independente” em Roraima, com autonomia política, administrativa e judiciária. Trata-se da Reserva Indígena Raposa\Serra do Sol, onde há alguns anos cidadãos brasileiros só entram com a aprovação de ONGs alienígenas, região da qual foram expulsos fazendeiros plantadores de arroz. A acusação não partiu de aventureiros, de grileiros ou de garimpeiros interessados em explorar aquele território entregue aos índios, 46% do estado de Roraima. Deveu-se à Agência Brasileira de Inteligência, instituição respeitada até por haver desfeito os erros e abusos de seu antecessor, o SNI. A constatação é gravíssima, aqui e ali já denunciada especulativamente, mas agora inequívoca por sua origem. O relatório encontra-se no Gabinete de Segurança Institucional, funcionando no palácio do Planalto e diretamente subordinado ao presidente da República. Não pode ser descartado nem engavetado. Pelo contrário, deveria ser distribuído aos ministérios da Defesa, Relações Exteriores, Justiça e ao Congresso, para providências. Acima de tudo, porém, para conhecimento da opinião pública e das entidades da sociedade civil, como CNBB, OAB, ABI e congêneres... (leia mais)

Carlos Chagas,Tribuna da Imprensa(27/07/2010)

Fonte:Rede PDT


Trânsito ruim,por André Silva

No que se refere aos congestionamentos citados no dia 26/7(no Jornal A Notícia), o da rua Santo Agostinho/Graciosa tem uma solução simples, visto que tudo inicia-se no semáforo instalado na esquina das ruas Santo Agostinho com Guanabara que “segura” o trânsito.

Para solucionar o problema, não é preciso gastar R$ 30 milhões. Bastaria a desapropriação de um terreno na rua Guanabara, do outro lado do semáforo (que está praticamente vazio e serve de depósito de material de construção) para a construção de uma rótula, que faria o trânsito fluir mais rapidamente. Simples, barato e funcional.

André Silva

Fonte:Jornal A Notícia(28/07/2010)*Seção cartas*

Equipamentos novos são adquiridos pela Rádio UDESC

Os ouvintes da UDESC FM de Florianópolis, Joinville e Lages, cidades onde a Universidade mantêm as emissoras da Rede Educativa, vão perceber a melhoria da qualidade do som das estações nos próximos dias. A Universidade adquiriu equipamentos novos para as rádios. A compra foi realizada na segunda-feira (26), com a participação de 12 empresas, entre catarinenses e de outros estados, em pregão, no Centro de Ciências Tecnológicas, em Joinville.

Todos os equipamentos solicitados foram adquiridos pela UDESC. Entre os principais estão: links, transmissores de FM (frequência modulada), processadores de áudio, mesas de áudio, caixas de som, híbrida para telefone e outros materiais. O total da compra é de R$196.055. As empresas vendedoras têm prazo de 30 dias para a entrega.

O secretário de Comunicação da UDESC, prof. Amilton Tomasi e o engenheiro e prof. Julíbio Ardigo, participaram da sessão, além da pregoeira Ana Carolina Scharf da Silva.

Fonte:www.udesc.br

Colaboração:Roberto Rosso

Aberto o prazo para solicitar a isenção da taxa do vestibular

Está aberto o período para solicitação de isenção da taxa de incrição do vestibular da UDESC. Para ter direito a isenção, o vestibulando deve comprovar a impossibilidade de efetuar o pagamento ou ser doador de sangue.

Interessados no processo de isenção pelo critério sócio-econômico devem entregar este formulário preenchido até o dia 30 de julho. Já os doadores devem anexar a este requerimento comprovantes de três doações realizadas no último ano. Os documentos devem ser entregues até o dia 13 de agosto na Coordenadoria de Vestibulares e Concursos da UDESC.

Mais informações e o edital completo podem ser encontrados no link http://www.vestibular.udesc.br

Fonte:www.udesc.br

Colaboração:Roberto Rosso

Udesc Joinville abre inscrições ao curso pré-vestibular gratuito

A Udesc-Joinville abre dia 2 de agosto as inscrições ao pré-vestibular gratuito destinado preferencialmente a alunos egressos de escolas públicas de ensino e aos que já tenham concluído o ensino médio a mais tempo. Serão oferecidas 40 vagas neste semestre. A pré-inscrição deve ser feita até o dia 5 de agosto na sala B12, das 13 às 17h30. O resultado dos selecionados será divulgado no dia 6 de agosto pelo site http://www.joinville.udesc.br.

A matrícula será realizada de 9 a 12 de agosto. Serão exigidos para a inscrição uma cópia do RG, CPF e histórico escolar do ensino médio. Os interessados passam por um processo de seleção que avaliará critérios como o ano de conclusão do ensino médio, bem como o fato de o candidato ter concluído o ensino médio em escola pública ou supletivo.
Se os 40 selecionados não comparecerem para efetuar a matricula será feita a segunda chamada no dia 13 de agosto, e a matrícula no período de 16 a 19 de agosto.


As aulas iniciam dia 23 de agosto a 22 de outubro, para a primeira etapa do vestibular. Já para a segunda etapa, de 22 a 26 de novembro. As aulas serão ministradas das 19 às 22h15, na UDESC-Joinville, por alunos da universidade pré-selecionados pelo projeto. Serão oferecidas aulas de física, química, matemática e português, direcionadas principalmente para o vestibular de cursos oferecidos pela UDESC em Joinville.

As provas da primeira e segunda fase do vestibular vocacionado já foram definidas no calendário acadêmico e serão realizadas nos dias 24 de outubro e 28 de novembro.

Mais informações nos telefones 40 09 7944, com o professor Edio.

Fonte:www.udesc.br

Colaboração:Roberto Rosso

terça-feira, 27 de julho de 2010

Que paulada!!! Cruel muito cruel

Excêntrica, por Anselmo Fábio de Moraes*

Em “AN”, na coluna “AN Portal”, de Jefferson Saavedra, de 20/7, leio: “Entre tantos problemas que atrasam a conclusão do Parque do Boa Vista (lista longa, vai desde desvalorização cambial até chuvas) está a necessidade de mudança dos decks no final das trilhas, onde o pessoal pode ficar de observação. O solo não suporta estruturas de concreto. Terão que ser de metal, uns R$ 700 mil mais caros. Não há prazo definido para a conclusão das obras do maior parque programado com a grana do Fonplata.”

Sinceramente, não consigo acreditar no que leio. Ou o colunista se enganou ou tem algo errado com quem fez o projeto, com quem financiou, com quem autorizou, ou com quem está gerenciando a obra. Senão, vejamos: quando a gente faz uma gambiarra em casa, aquelas famosas emendas de meia-água, sem projeto, para não gastar, não pagar arquiteto e nem engenheiro, muito menos Crea, INSS e Prefeitura, a gente define as fundações fazendo uns furos de trado manual como sondagem (coisa empírica e que qualquer pedreiro sabe fazer).

Agora, uma obra pública de porte, de milhares de reais, licitada com dinheiro de financiadora internacional, com arquitetos e engenheiros, vir com a argumentação de que a obra vai atrasar porque o solo não suporta estrutura de concreto? Tem que ter alguma coisa errada.

Não é possível que os arquitetos tenham feito o projeto e que os engenheiros tenham dimensionado as estruturas e agora nesta fase final da obra se use como desculpa para o atraso que o solo não suporta a estrutura dos decks e que esta tenha que ser mudada para estrutura de aço. Desculpem-me a sinceridade, mas estão brincando com a engenharia e com a minha inteligência. O mínimo que se faz em uma obra qualquer e que vai receber uma estrutura é, antes de começar o projeto, fazer uma sondagem do solo. Esta de que o solo não suporta estrutura de concreto é no mínimo brincadeira.

Se a notícia é verídica, eu diria que a desculpa da vez é, em termos de engenharia, no mínimo excêntrica, para não dizer ridícula. Como diria o Lilo Boca D’Água, figura das melhores nascida ali no Bucarein: “Quem inventa uma desculpa dessas em ano de eleição mente até pra padre no confessionário”.

hans.moraes@gmail.com

*Mestre em engenharia civil

Fonte:Jornal A Notícia(27/07/2010)

Matéria muito interessante...É um alerta

Precisa-se de professor

Número de profissionais com licenciatura é cada vez menor na rede de ensino de Joinville

Dez a cada 30 professores de química, física e sociologia do ensino médio das escolas estaduais de Joinville não passaram por um curso de licenciatura nestas áreas, assim como 10% dos professores das demais disciplinas. Estes números revelam um problema nacional que atinge também a cidade: a escassez de profissionais especializados para dar aulas em matérias como geografia, inglês e artes.

O problema é mais evidente na rede pública, onde os salários e as condições de trabalho fazem da sala de aula um campo de trabalho pouco atrativo. “Entre cursar a licenciatura e o bacharelado, muitas vezes eles optam pelo segundo porque veem mais oportunidades. Mas a formação pedagógica trazida pela licenciatura é essencial”, destaca a pesquisadora Maria Aparecida Lapa de Aguiar, da Universidade da Região de Joinville.

Segundo a pesquisadora, a falta de professores com licenciatura pode trazer problemas para os alunos. “O conhecimento técnico do engenheiro e do médico é importante, mas a formação pedagógica só é possível por meio da licenciatura”, diz.

“Como está cada vez mais difícil encontrar profissionais formados, a solução tem sido contratar, em caráter temporário, professores de áreas afins e bacharéis para não deixar nenhuma turma sem professor”, diz a supervisora de desenvolvimento humano da Gerência Regional de Educação, Ieda Medeiros. “Formados em biologia dão aula de química; professores de história ensinam sociologia”, exemplifica.

A professora de física Márcia Siewert é um exemplo. Ela é uma das poucas formadas em licenciatura em física pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) a atuar na rede pública. “Eu gosto do que faço, mas um estagiário de engenharia e até um funcionário que só fez o ensino médio ganha mais, por isso penso em voltar para a universidade e fazer engenharia”, diz. “Meu salário, líquido, é de cerca de R$ 1 mil por mês para trabalhar como temporária, em três escolas estaduais”, diz.

mariana.pereira@an.com.br

Fonte:Mariana Pereira,Jornal A Notícia(27/07/2010)

Suicídio coletivo

Esse lance de Joinville lançar um monte de candidatos a deputado só fará com que a cidade tenha mais dificuldade de eleger representantes tanto em Florianópolis como em Brasília...Somando-se ainda a vinda de candidatos de fora que sempre tiram voto daqui do feudo.

Por que não sou mais um candidato, por Francesc Boehm*

Candidatei-me a deputado federal oferecendo renovação com responsabilidade. Entendia que chegara o momento de oferecer a Joinville e região uma proposta séria e honesta, defendendo a redução efetiva da carga tributária rumo ao imposto único, um Brasil mais eficiente, ágil e transparente nos gastos públicos, comprometido de fato com a sociedade produtiva que paga seus impostos.

Era hora de buscar educação de qualidade e utilidade, formando verdadeiros cidadãos éticos e produtivos com valores morais e familiares, na linha do que meu avô, Eugenio Boehm, dizia: “Só o trabalho produz valores”. Queria propor alterações na legislação partidária como, por exemplo, proibição de somar o tempo de rádio e televisão nas coligações, buscando alianças programáticas e não matemáticas.

E, definitivamente, resgatar a seriedade e o compromisso ético que um representante do povo deve ter em relação a quem o elegeu, avançando na esteira da Lei da Ficha Limpa. Uma candidatura deve ser fruto de um projeto de um grupo de pessoas, um projeto plural e nunca um projeto pessoal. Refugo e condeno candidaturas “escada”, com as quais se busca apenas “treinar” e obter visibilidade para pleitos futuros.

Infelizmente, o partido ao qual pertenço – e, no Brasil, precisamos estar filiados a um partido para lutar por nossos ideais políticos – lançou três candidaturas locais a deputado federal, enquanto entendia e entendo que deveríamos ter lançado somente uma, com reais chances de aglutinar apoios externos, com potencial e diferenciais que o destacassem.

Isto é o que um partido deveria fazer por Joinville. Lançar o mínimo possível de candidatos, respeitando a cidade e a nossa gente. Este é e sempre foi o pedido das chamadas forças vivas da sociedade. Poucos candidatos, bem preparados. Hoje, todos sabem quantos são. Este jornal tem noticiado a avalanche de candidaturas e suas consequências na nossa representatividade eleitoral em 2011, tanto em nível estadual quanto federal.

Imagine um bom candidato, seja de que partido for, que não se eleja, deixando de nos representar devido à pulverização dos votos. Perde a sociedade, nós todos perdemos. Isto vai contra tudo que defendo e acredito. Nesta semana que passou, retirei a minha candidatura.

*Engenheiro mecânico, advogado, empresário

Fonte:Jornal A Notícia(27/07/2010)

segunda-feira, 26 de julho de 2010

FECHAMENTO DO MUSEU DA BICICLETA

Ofício n.o 15/2010 Joinville, 08 de julho de 2010

AO

EXMO. SR.

CARLITO MERSS

PREFEITO DE JOINVILLE

SANTA CATARINA



Ref.: Fechamento do Museu da Bicicleta (MUBI)


Excelentíssimo Prefeito,

O Movimento Pedala Joinville, em função da divulgação na imprensa do fechamento do Museu da Bicicleta, vem se posicionar contra tal medida. Deseja ainda solicitar a vossa excelência a revisão desta decisão, tendo em vista os benefícios que o MUBI vem trazendo para a educação de nossos jovens e o incremento do turismo na nossa cidade.

Lembramos ainda que o MUBI é o único na América Latina e um dos oito museus no mundo que expõe exclusivamente sobre o tema bicicleta, o que o torna um diferencial para nossa cidade. Considerando que Joinville é denominada a “Cidade da Bicicleta”, título para o qual o Movimento Pedala Joinville tem ajudado a manter, parece-nos sem sentido o fechamento deste que já é patrimônio joinvillense, o Museu da Bicicleta (MUBI).

Em face do exposto desejamos solicitar uma reunião específica sobre este assunto, onde alternativas poderiam ser discutidas, tais como realocação do MUBI e reforço ao projeto educacional do mesmo, objetivando assim a preservação deste nosso tão representativo museu da alma Joinvillense.

Certos de sua reconsideração deste assunto.

Atenciosamente.

Laércio Batista Junior

MOVIMENTO PEDALA JOINVILLE




Travessa Dr. Norberto Bachmann, 117 – Centro – CEP 89.201-070

JOINVILLE - S.C. FONE: (47) 3455-0372 - 3422 2560 ou (47)9974-5560

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Iceberg volta para o Jec


Infelizmente o Jec vive contratando ex-jogadores.Na hora da decisão tiram o pé,amarelam...Mas a insistência em contratar "iceberg" levará o clube a afundar mais uma vez.

domingo, 25 de julho de 2010

Um pouco de conhecimento não faz mal a ninguém



Falar em Juízo

Diante do silêncio dos indiciados do caso Bruno, veio a tona a frase "falar em Juízo".

Quando se fala em "juízo competente", melhor desmembrando o termo, quer dizer:
Juízo: é a jurisdição, é a organização judiciária, o foro onde são ajuizadas as ações.
Competente: está associado à função, ao lugar do juízo.

O termo "juízo" possui um significado amplo. Por exemplo, o juízo competente para o filho propor uma ação de alimentos é no Foro da Justiça comum (que não seja trabalhista nem militar) do município onde resida o filho; o juízo competente para ações contra a União é a Justiça Federal em 1. instância, e o Tribunal Regional Federal em 2. instância, e assim por diante.

Isso é discutir a competência do juízo, para quando se quer saber sobre determinadas matérias das petições ou onde as ações serão ajuizadas.

Vale lembrar, só para reforçar que, "Foro" é o limite territorial da Jurisdição. A "jurisdição" também é considerada como o poder de julgar (justiça no sentido de organização judiciária); "juízo" é todo o órgão judiciário, que julgará; e Tribunal é uma reunião de juízes para decidirem uma causa.

Quando se fala a frase "só falo em juízo" quer dizer que a pessoa só se manifesta ou se manifestará diante do juiz em audiência, ou nos autos do processo (processo em papel propriamente dito) representado por Advogado. Ou seja, só irá se manifestar pelo meio judicial, e não extrajudicial (ex: para amigos, imprensa etc.).

Paulo Curvello
Balneário Camboriú
curvell@terra.com.br

E por falar em calçadas...

...A calçada de um famoso bar aqui de Joinville(aquele bem pertinho do grande shopping do centro) está totalmente abandonada...Uma vergonha que o joinvilense já está acostumado,mas que os bailarinos irão perceber logo logo.

sábado, 24 de julho de 2010

Muito bom o editorial do Jornal A Notícia de hoje

A vinda da Azul

A confirmação da vinda da Azul Linhas Aéreas para Joinville em até 60 dias, como informa “AN” na edição de hoje, é uma notícia importante para ajudar a enfrentar um dos gargalos da cidade, a deficitária infraestrutura aérea. Com a empresa, mais horários serão oferecidos, além da possibilidade de maior concorrência entre as companhias.

É inegável que a instalação do equipamento ILS e a ampliação da pista são os grandes investimentos necessários no terminal aéreo de Joinville. O sistema de navegação permitirá pousos e decolagens em condições climáticas adversas que hoje levam à proibição temporária de voos. A pista maior atenderá às necessidades de aeronaves maiores e, com isso, dá maior viabilidade ao transporte aéreo de cargas. Enquanto essas necessidades não se transformam em realidade, é possível saudar a chegada de mais uma companhia. Com certeza, a Azul fez estudos capazes de demonstrar a demanda crescente do terminal de Joinville.

Neste primeiro semestre, o aeroporto de Joinville tem outra boa notícia: a movimentação de passageiros aumentou em relação ao mesmo período no ano anterior. Embarque e desembarque têm números semelhantes aos de 2008. Quer dizer, é mais recuperação do que crescimento. Mas pelo menos a queda de passageiros foi estancada. Com mais uma empresa, a movimentação deverá crescer nos próximos meses em Joinville.

Fonte:Jornal A Notícia(24/07/2010)

Skate em túnel

Na nota “transito” AN de 24/07 Ronaldo Aidos, fala sobre o acidente do filho da atriz Cissa Guimarães.

Ele sugere que ela faça uma grande campanha por um trânsito mais justo. Concordo e completo que nessa campanha diga-se em alto e bom som que de madrugada numa cidade violenta como Rio de Janeiro não é para se andar de skate dentro de túnel, ladeira abaixo.

A imprudência dos rapazes aliados ao desleixo dos pais que sabiam e não impediram causaram o tal acidente.

Quanto aos que atropelaram e não socorreram, deve-se aplicar a Lei, não pela velocidade, mais sim pela omissão de socorro.

Conheço o túnel e posso afirmar que de madrugada ali , assim como em vários outros túneis do RJ a velocidade é altíssima, em grande parte por medo, dos favelados que estão bem em cima do túnel, bala perdida e assaltos.

Outro que deveria ser responsabilizado é quem sinalizou mal o local, permitindo que mesmo interditado, o túnel fosse utilizado pelos motoristas e por esses skatistas.

Paulo Curvello

Balneário Camboriú

curvell@terra.com.br

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Sabadão com chuva em Joinville


Essa é a obra "Mulher na Chuva" e é de autoria da pintora radicada em Londrina,Vanessa Gaião.

A carência de obras públicas

Isso é chover no molhado...Mas a ausência de obras públicas e o pior de tudo,o atraso e a negativa do próprio poder público em dar uma esperança a população que espera por boas notícias é que estão levando a política partidária ao descrédito...A população fala aos quatro cantos: Votar??? Para que??? Sempre é a mesma coisa.

Vazio político em Joinville

É uma pena,mas após tantas desilusões...a realidade é que a cidade de Joinville vive um vazio político.A população está deixando de reivindicar,as pessoas não estão mais reclamando.Isso é grave.O distanciamento entre a população e o executivo municipal e os vereadores é visível.É cada um no seu canto.Não existe a interação entre nossos representantes e a comunidade.A consequência??? Uma campanha política feita apenas nos bastidores sem o calor do povo.O que era para ser uma época de empolgação e debates,está passando batida.Realmente é preocupante.

A opinião de Roberto Rosso sobre o celular

Ou seja,a segurança do uso de tecnologias, com as quais eu mesmo lido no dia a dia por questão de oficio, vem sendo questionadas cada vez mais. Não é o caso de parar de usar, mas de ter legislação que traga o uso em níveis mais conservadores, pelo menos enquanto não se tem uma certeza científica de serem inócuas. Ou a que níveis elas seriam inócuas.

Leiam o boletim(que está publicado aqui no Feudalismo Atual!!!) e tirem suas conclusões. Em tempo de eleições, Santa Catarina poderia seguir a prefeitura de Porto Alegre e adotar legislação mais segura, nos moldes da Suíça, Itália e outros países.

A bela Liz Hatch

E tem gente que não gosta de bicicleta!!!

Colaboração:Marcello Dalla Vechia

Esquisitices da Alemanha

Vale a pena tirar um tempinho e olhar,ok!!!

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Quarta parte

Recomendações

“Não somos contra a telefonia celular, mas queremos que o Brasil adote o princípio da precaução, até que novas descobertas científicas sejam reconhecidas como critério para estabelecer ou modificar padrões de exposição humana à radiação não ionizante”, diz a pesquisadora
Em um capítulo de sua tese, ela lista uma série de recomendações. Entre elas, a de que o Brasil adote os limites já seguidos por países como a Suíça. Sugere, ainda, que o governo não permita transmissão de sinal de tecnologias sem fio para creches, escolas, casas de repouso, residências e hospitais; crie infraestrutura para medir e monitorar os campos eletromagnéticos provenientes das estações de telecomunicação e desestimule ou proíba o uso de celulares por crianças e pré-adolescentes.

Às indústrias, a tese recomenda a produção de telefones celulares com radiação no sentido oposto à cabeça do usuário, o investimento em pesquisa para descobrir limites seguros e a redução dos níveis de radiação emitidos pelas antenas. Aos usuários, Adilza sugere que não andem com celulares junto ao corpo; adotem a prática de envio de mensagens, evitando, ao máximo, sua proximidade ao ouvido; e afastem-se de outras pessoas ao recorrer ao aparelho. A autora aconselha, ainda, que cada prédio tenha área reservada para uso de celular, e que os moradores não aceitem a instalação de antenas. “Há uma crença segundo a qual o prédio onde se encontra uma antena de celular não recebe radiação. Isso foi desmentido por pesquisas recentes”, adverte a pesquisadora.

Tese: Mortalidade por neoplasias e telefonia celular em Belo Horizonte, Minas Gerais
Autora: Adilza Condessa Dode
Defesa: 26 de março de 2010,
junto ao Programa de Doutorado
em Saneamento, Meio Ambiente,
e Recursos Hídricos (Desa)
Orientadora: Mônica Maria Diniz Leão, professora do Departamento
de Engenharia Sanitária e Ambiental,
da Escola de Engenharia da UFMG
Co-orientadora: Waleska Teixeira Caiaffa, professora do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade
de Medicina da UFMG
Leia mais no site
www.mreengenharia.com.br

Colaboração:Roberto Rosso

Terceira parte

Níveis seguros?

Há níveis seguros de radiação para a saúde humana? “Esse é exatamente o problema: até agora, ninguém sabe quais os limites de uso inócuos à saúde”, explica Adilza Dode, ao destacar que os padrões permitidos no Brasil são os mesmos adotados pela Comissão Internacional de Proteção Contra Radiações Não Ionizantes (Icnirp), normatizados em legislação federal de maio de 2009. Para a pesquisadora, esses padrões são inadequados. “Eles foram redigidos com o olhar da tecnologia, da eficiência e da redução de custos, e não com base em estudos epidemiológicos”, assegura.

Segundo o professor Álvaro Augusto Almeida de Salles, da UFRGS, também não existem pesquisas epidemiológicas que demonstrem os efeitos das ondas emitidas por equipamentos de wireless, wi-fi e bluetooth, que irradiam em níveis mais baixos, mas contínuos. “Somos cobaias de tecnologias que ainda não se mostraram inócuas”, sentencia.

Adilza Dode informa que os campos eletromagnéticos interferem, também, em equipamentos biomédicos. “Por isso, é necessário desligar o celular ao entrar em hospitais, e não se deve, de forma alguma, instalar ERB em área hospitalar”, adverte, ao lembrar que mesmo as pessoas que não usam celular recebem radiação emitida, de forma contínua, pelas antenas.
Ela informa que países como Suíça, Itália, Rússia e China adotaram padrões bem mais baixos que os permitidos pela Icnirp. E no Brasil, o município de Porto Alegre editou lei que define níveis de emissões de radiações similares aos da Suíça.

Em sua tese, Adilza citou diversos estudos internacionais que procuram compreender os efeitos dos campos eletromagnéticos. Um deles, o projeto Reflex, financiado pela União Europeia, realizado em 2004 por 12 laboratórios especializados em sete países, afirma que a radiação eletromagnética emitida por telefones celulares pode afetar células humanas e causar danos ao DNA, ao alterar a função de certos genes, ativando-os ou desativando-os. Outro estudo, realizado em Naila (Alemanha), constatou a incidência três vezes maior de câncer em pessoas que viveram em um raio de até 400 metros das antenas de telefonia celular.

Em Netanya, em Israel, outro estudo mostrou o aumento de 4,15 vezes na incidência de câncer para os moradores que residiam dentro de um raio de até 350 metros das antenas de telefonia celular. Há, ainda, pesquisas que apontam riscos maiores para crianças, devido às especificidades de seu organismo. “A penetração das radiações eletromagnéticas no cérebro das crianças é muito maior que no dos adultos”, destaca Adilza Dode, que já se prepara para começar nova etapa de estudos. Seu objetivo agora é medir os níveis de exposição humana às radiações eletromagnéticas nas residências das pessoas diagnosticadas com câncer.

...Continua


Segunda parte

A pesquisa

Preocupada com a quase inexistência de dados sobre os efeitos de uma tecnologia que rapidamente se popularizou, Adilza Condessa Dode defendeu, em 2003, dissertação de mestrado orientada pela professora Mônica Maria Diniz Leão, do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da UFMG, em que provou a existência de sobreposição de radiação em áreas onde há antenas instaladas, o que causa contaminação eletromagnética.

Para o doutorado, trabalhou com a hipótese de relação entre mortes por câncer e a proximidade residencial com antenas – estações radiobase (ERB) – de telefonia celular. Adilza Dode realizou pesquisa em bancos de dados preexistentes, cruzando informações sobre óbitos, em Belo Horizonte, de 1996 a 2006, com informações populacionais fornecidas pelo IBGE.

Entre os 22.543 casos de morte por câncer, no período de 1996 a 2006, a pesquisadora selecionou 4.924, cujos tipos – próstata, mama, pulmão, rins, fígado, por exemplo – são reconhecidos na literatura científica como relacionados à radiação eletromagnética. Para processar essas informações, ela contou com a co-orientação da professora Waleska Teixeira Caiaffa, uma das coordenadoras do Observatório de Saúde Urbana de Belo Horizonte e do Grupo de Pesquisas em Epidemiologia da Faculdade de Medicina da UFMG.

Na fase seguinte do estudo, Adilza Dode elaborou uma metodologia inédita, utilizando o geoprocessamento da cidade, para descobrir a que distância das antenas moravam as 4.924 pessoas que morreram no período. “A até 500 metros de distância das antenas, encontrei 81,37% dos casos de óbitos por neoplasias”, conta a pesquisadora, professora do Centro Universitário Izabela Hendrix e da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais.

Ela comenta que, nos últimos anos, houve crescimento de casos de câncer de encéfalo no país, como atestam dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), e aumento no uso da telefonia celular. “Não posso afirmar que esta é a causa dos óbitos; mas qual é o fator novo nesse período? O fator ambiental que veio a público é a telefonia celular, não há outro”, analisa. Segundo ela, a literatura científica sugere a quem tem câncer e faz quimioterapia que evite exposição a campos eletromagnéticos.

...Continua


Primeira parte da reportagem sobre radiações perigosas

Para evitar exposição prolongada às radiações eletromagnéticas, a engenheira Adilza Condessa Dode usa celular apenas em casos de extrema necessidade. A precaução decorre de estudos que desenvolve há cerca de uma década, com o intuito de descobrir os efeitos físicos, químicos e biológicos da radiofrequência nos seres vivos. Em tese defendida na UFMG, no final de março, Adilza Dode confirma a hipótese de que há correlação entre os casos de óbito por neoplasia e a localização de antenas de telefonia celular, em Belo Horizonte.

Por meio de geoprocessamento, a pesquisadora constata que a região Centro-Sul da capital mineira possui a maior concentração de antenas e a maior taxa de incidência acumulada de mortes por câncer. A menor taxa está na região do Barreiro, que também abriga o menor número de antenas instaladas.

“A poluição causada pelas radiações eletromagnéticas é o maior problema ambiental do século 21”, afirma a engenheira, que, em sua tese, recomenda a adoção, pelo governo brasileiro, do chamado princípio da precaução, aprovado na Conferência Rio-92. Segundo tal premissa, enquanto não houver certeza científica da inexistência de riscos, o lançamento de novo produto ou tecnologia deve ser acompanhado de medidas capazes de prever e evitar possíveis danos à saúde e ao meio ambiente.

Componente da banca que avaliou a tese de Adilza Dode, o professor Álvaro Augusto Almeida de Salles, do Departamento de Engenharia Elétrica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), destacou que a pesquisa confirma resultados de estudos realizados na Alemanha e em Israel. “Com esse trabalho, Belo Horizonte coloca-se em uma importante posição na área”, comentou.

...Continua

Radiações perigosas

Tese mostra correlação entre casos de morte por câncer e localização das antenas de telefonia celular

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Curso de LIBRAS também no período matutino

Curso de LIBRAS: 2 horários:

Em função de diversos pedidos para que este curso acontecesse também no
período matutino, estamos abrindo uma turma pela manhã, nas
sextas-feiras. Veja mais informações abaixo.

O melhor e mais barato curso que lhe ensinará a se comunicar com a
pessoa surda através da Língua Brasileira de sinais (LIBRAS), começa no
dia 13 de agosto.

Um curso dinâmico onde você aprende de forma descontraída, com
professora experiente, capacitada e que gosta do que faz. Não é preciso
ter qualquer conhecimento na LIBRAS pois o curso é para iniciantes e
aberto para a comunidade em geral.

Dia e horário: Sextas-feiras, das 9:45 horas às 12:00 horas
ou das 19:00 horas às 21:15 horas;

Data de início: 13 de agosto;

Data de término: 17 de dezembro;

Carga horária: 60 horas aula;

Investimento: 4 parcelas de 50 reais; (neste valor já está incluso o
material utilizado no curso.

Certificado pelo SESI Escola.

Mais informações: telefone 3422-5054 ou pelos e-mails:

scb@culturalbraille.org.br

osmar.pavesi@joinville.sesisc.org.br

Importante projeto na escola

A comunidade joinvilense,principalmente do bairro Costa e Silva precisa conhecer os trabalhos realizados pelos professores da Escola Arnaldo Moreira Douat...Destacamos o professor Julio César Michels da disciplina de Química que está trabalhando há 5 anos com os alunos e parte da comunidade o projeto do Sabão Verde que consiste em transformar um produto muito poluente em produto 100% biodegradável,no caso o óleo de fritura que é transformado em sabão em barra ou em pasta.O trabalho concilia a ação ambiental com o conteúdo da aula de Química.É gratificante ver o empenho dos estudantes nas aulas práticas no laboratório.Esse é o importante papel da escola pública trabalhando junto a comunidade para a preservação do meio ambiente.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

A velha mídia está derretendo,por Antonio Lassance*

Como um iceberg a navegar em águas quentes e turbulentas, a velha mídia está derretendo. O mundo está mudando, o Brasil é outro e os brasileiros desenvolvem, aceleradamente, novos hábitos de informação.

Um retrato desse processo pode ser visto na recente pesquisa encomendada pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom-P.R.), destinada a descobrir o que o brasileiro lê, ouve, vê e como analisa os fatos e forma sua opinião.

A pesquisa revelou as dimensões que o iceberg ainda preserva. A televisão e o rádio permanecem como os meios de comunicação mais comuns aos brasileiros. A TV é assistida por 96,6% da população brasileira, e o rádio, por expressivos 80,3%. Os jornais e revistas ficam bem atrás. Cerca de 46% costumam ler jornais, e menos de 35%, revistas. Perto de apenas 11,5% são leitores diários dos jornais tradicionais.

Quanto à internet, os resultados, da forma como estão apresentados, preferiram escolher o lado cheio do copo. Avalia-se que a internet no Brasil segue a tendência de crescimento mundial e já é utilizada por 46,1% da população brasileira. No entanto, é preciso uma avaliação sobre o lado vazio do copo, ou seja, a constatação de que os 53,9% de pessoas que não têm qualquer acesso à internet ainda revelam um quadro de exclusão digital que precisa ser superado. Ponto para o Programa Nacional da Banda Larga, que representa a chance de uma mudança estrutural e definitiva na forma como os brasileiros se informam e comunicam-se.

A internet tem devorado a TV e o rádio com grande apetite. Os conectados já gastam, em média, mais tempo navegando do que em frente à TV ou ao rádio. Esse avanço relaciona-se não apenas a um novo hábito, mas ao crescimento da renda nacional e à incorporação de contingentes populacionais pobres à classe média, que passaram a ter condições de adquirir um computador conectado.

O processo em curso não levará ao desaparecimento da TV, do rádio e da mídia impressa. O que está havendo é que as velhas mídias estão sendo canibalizadas pela internet, que tornou-se a mídia das mídias, uma plataforma capaz de integrar os mais diversos meios e oferecer ao público alternativas flexíveis e novas opções de entretenimento, comunicação pessoal e “autocomunicação de massa”, como diz o espanhol Manuel Castells.

Ainda usando a analogia do iceberg, a internet tem o poder de diluir, para engolir, a velha mídia.

A pesquisa da Secom-P.R. dá uma boa pista sobre o grande sucesso das plataformas eletrônicas das redes sociais. A formação de opinião entre os brasileiros se dá, em grande medida, na interlocução com amigos (70,9%), família (57,7%), colegas de trabalho (27,3%) e de escola (6,9%), o namorado ou namorada (2,5%), a igreja (1,9%), os movimentos sociais (1,8%) e os sindicatos (0,8%). Alerta para movimentos sociais, sindicatos e igrejas: seu “sex appeal” anda mais baixo que o das(os) namoradas(os).

Estes números confirmam estudos de longa data que afirmam que as redes sociais influem mais na formação da opinião do que os meios de comunicação. Por isso, uma informação muitas vezes bombardeada pela mídia demora a cair nas graças ou desgraças da opinião pública: ela depende do filtro excercido pela rede de relações sociais que envolve a vida de qualquer pessoa. Explica também por que algo que a imprensa bombardeia como negativo pode ser visto pela maioria como positivo. A alta popularidade do Governo Lula, diante do longo e pesado cerco midiático, talvez seja o exemplo mais retumbante.

Em suma, o povo não engole tudo o que se despeja sobre ele: mastiga, deglute, digere e muitas vezes cospe conteúdos que não se encaixam em seus valores, sua percepção da realidade e diante de informações que ele consegue por meios próprios e muito mais confiáveis.

É aqui que mora o perigo para a velha mídia. Sua credibilidade está descendo ladeira abaixo. Segundo a citada pesquisa, quase 60% das pessoas acham que as notícias veiculadas pela imprensa são tendenciosas.

Um dado ainda mais grave: 8 em cada 10 brasileiros acreditam muito pouco ou não acreditam no que a imprensa veicula. Quanto maior o nível de renda e de escolaridade do brasileiro (que é o rumo da atual trajetória do país), maior o senso crítico em relação ao que a mídia veicula - ou “inocula”.

A velha mídia está se tornando cada vez mais salgada para o povo. Em dois sentidos: ela pode estar exagerando em conteúdos cada vez mais difíceis de engolir, e as pessoas estão cada vez menos dispostas a comprar conteúdos que podem conseguir de graça, de forma mais simples, e por canais diretos, mais interativos, confiáveis, simpáticos e prazerosos. Num momento em que tudo o que parece sólido se desmancha... na água, quem quiser sobreviver vai ter que trocar as lições de moral pelas explicações didáticas; vai ter que demitir os pit bulls e contratar mais explicadores, humoristas e chargistas. Terá que abandonar o cargo, em que se autoempossou, de superego da República.

Do contrário, obstinados na defesa de seus próprios interesses e na descarga ideológica coletiva de suas raivas particulares, alguns dos mais tradicionais veículos de comunicação serão vítimas de seu próprio veneno. Ao exagerarem no sal, apenas contribuirão para acelerar o processo de derretimento do impávido colosso iceberg que já não está em terra firme.


(*) Antonio Lassance é pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e professor de Ciência Política.

Muito legal esse modelo de pavimentação

Muito interessante o vídeo sobre pavimentação que o Paulo Curvello enviou-me...Isso seria muito bacana implantar aqui em Joinville para pavimentar as ruas de barro.Clique no link abaixo.

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terça-feira, 20 de julho de 2010

Linha Do Horizonte

Azimuth

É...
Eu vou pro ar
No azul mais lindo
Eu vou morar.
Eu quero um lugar
Que não tenha dono
Qualquer lugar.
Eu...
Quero encontrar
A rosa dos ventos
E me guiar.
Eu quero virar
Pássaro de prata
E só voar.
É...
Aqui onde estou
Esta é minha estrada
Por onde eu vou.
E quando eu cansar
Na linha do horizonte
Eu vou pousar.

Nado Cabral

Escrevi e apaguei várias vezes até chegar a esse texto final.
Escrever sobre amigo recém falecido é terrível, mas no caso do amigo Nado Cabral faço questão .
Irreverente como sempre , nos deixa sem despedidas.
A última vez que vi o amigo foi no Stammtisch desse ano em Pirabeiraba.
Ousado, contava de sua nova empreitada , que era a participação num programa de TV e até sugeriu que fizéssemos um programa de televisão , tipo reportagem, “aos moldes do Sportecenter da ESPN apresentado pelo Antero Greco e amigão Paulo Soares”.
Respondi, que já tinha pensado em algo semelhante , só que com um outro amigo radialista, mas que seria uma honra estar ao lado de tão irreverente e criativa pessoa.
Disse ainda que só não conseguia vislumbrar, quem patrocinaria um programa quase de humor com novatos. Ele riu.
Tecer elogios a quem já se foi pode parecer meio piegas, entretanto no caso do Nado Cabral é qualquer coisa de obrigatório, haja vista a pessoa legal, gente boa e principalmente simpática e cativante que era.
Diferentemente de várias pessoas , acredito que se deva sim , falar de quem já se foi.
Justamente para manter seu legado, numa cronologia retro , só me lembro de ter ficado tão chateado quanto agora, quando nos deixou o Bolacha de São Chico, João Pessoa Machado , Estica da Baumer Motos, apenas para citar alguns.
Com a permissão do Toninho Neves gostaria de reproduzir aqui no seu site, uma entrevista feita pelo AN na ocasião dos 156 anos de Joinville , onde o amigo Nado deu a seguinte entrevista.
Que Deus o tenha querido !!!!!

Paulo Curvello
"Nado Cabral chegou em 1976 a Joinville. Amante das mesas de bar, o publicitário de 50 anos não se lembra de ter passado mais de quatro dias longe do boteco. Freqüentador da vida noturna desde o fim dos anos 70, ainda se recorda da época em que as festas joinvilenses aconteciam no antigo bar Dietrich, na esquina das ruas Príncipe e Princesa Isabel, onde hoje funciona um estacionamento. “As melhores festas e o bom chope de bar eram concentrados lá, no Dietrich. Nessa época, o pessoal também gostava de beber uns chopes no bar do Cine Hotel Colon. Todo mundo ia lá.”
Mais tarde, em 1980, o Tênis Clube foi o grande ponto de encontro. Também o Bar do Museu, na rua Jaraguá, recebia os boêmios, lembra Nado. As noites de sexta-feira e sábado eram marcadas pelos grandes bailes na Harmonia Lyra, na Liga de Sociedades e no Tênis Clube. Assim como nos anos 90, a boate Rariah, o popular “Gina” – Sociedade Ginástico – e o Baturité seguiram a trilha de lugares onde os joinvilenses festejaram a juventude.
Com a autoridade de quem viveu todas as fases da história recente do município, Nado acredita que Joinville é outra. “A cidade está bem acessível. Você sai de segunda a segunda. Há bastantes restaurantes e a própria cultura mudou. Joinville está no caminho das grandes cidades que concentraram os bares e toda a vida noturna em algumas ruas. Isso é um bom sinal.”
Mas a nova era na noite não tirou a paixão do joinvilense pelas mesas de toalha xadrez. “Tem muita gente que ainda procura o popular boteco. É só observar quanta gente vai em bares como o Zeppelin e o Botequim da Frau”, sustenta."

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Sobre a imprensa

Pesquisa aponta que quase 60% das pessoas acham que as notícias veiculadas pela imprensa brasileira são tendenciosas. Oito em cada dez brasileiros acreditam muito pouco ou não acreditam no que a imprensa veicula. Quanto maior o nível de renda e de escolaridade do brasileiro, maior o senso crítico em relação ao que a mídia veicula.

Antonio Lassance

Colaboração:Marcello Dalla Vechia

domingo, 18 de julho de 2010

Condorcet: Um Mestre Revolucionário,por Nagib Anderáos Neto

“Sob a mais livre das constituições, um povo ignorante é sempre escravo”, escreveu o inspirado francês Marie-Jean-Antoine-Nicolas Caritat Condorcet.
Literato, filósofo, economista, matemático e político, ele sucumbiu numa prisão parisiense no ano de 1794 nas mãos dos terríveis jacobinos liderados por Robespierre, depois de ter colaborado ativamente naquele movimento revolucionário que pretendia acabar com os desmandos de uma monarquia abusiva, mas acabou tornando-se o primeiro grande movimento terrorista de que se tem noticia. “A arma da Revolução é o terror”, afirmava Robespierre transformado em personagem na “Morte de Danton” do escritor George Buchner. Possivelmente ele tenha sido o pai de todos os terroristas e a Revolução Francesa o berço dos indignados que imaginam que o terror e a violência possam resolver as desavenças que a inteligência e a sensibilidade humanas não souberam conciliar; e o inspirado Marquês de Condorcet uma das mais ilustres vitimas do terror naquele tempo.
Condorcet concebia a possibilidade do aperfeiçoamento humano e foi contagiado pelo otimismo e pela indignação de Voltaire contra os impostores e ditadores, e de quem foi editor. Em “Esboço de Um Quadro Histórico dos Progressos do Espírito Humano”, sua visão otimista fica muito evidente, contrapondo-se ao pessimismo de alguns pensadores da época. Foi vítima do Terror por contrapor-se à hegemonia ditatorial dos jacobinos - impostores de estreitas luzes que até hoje têm assento em muitas instituições-que não admitiam oposição de nenhuma espécie e se refestelavam no poder indefinidamente. Considerava que o desenvolvimento humano não poderia coexistir com os preconceitos e as crenças, pois estaria alicerçado na liberdade de pensar; que o progresso coletivo dependia do progresso dos indivíduos, material e espiritualmente falando.
Condorcet idealizou a escola pública na França que foi modelo para todo o mundo; defendeu as liberdades da mulher, as aposentadorias e pensões, o combate às guerras, o controle inteligente da natalidade.
Com tantas idéias, tanta vontade de viver, tanto otimismo, morreu solitário nos porões do terror sufocado pelo ódio dos poderosos para os quais tudo se resume no poder, na riqueza e no jogo de seus mesquinhos interesses.
O que os impostores e os ditadores não compreendem é que os pensamentos criados pelos Condorcet sobreviverão e chegarão à mente de muitas pessoas no futuro, transportando os ideais de progresso e aperfeiçoamento humanos através do fomento ao estudo, à educação, e que nenhuma violência conseguirá calá-los. Os homens e os povos do futuro poderão, então, liberar-se das amarras seculares que engendram os ódios, os rancores e as guerras.
A humanidade deve muito ao Marquês de Condorcet e haverá de honrar a sua memória comungando com os nobres ideais que inspiraram a sua vida.

Nagib Anderáos Neto
neto.nagib@gmail.com

Vejamos...

...Um certo candidato a governador lá do Rio de Janeiro não está sendo acusado de terrorista??? Estranho né!!!Fizeram até um filme sobre ele.Aliás, a imprensa só chama de terrorista "aquela" candidata a presidência.É a "imparcialidade" da imprensa brasileira.

Agora vamos para o mundo real

Todo mundo sabe dos problemas que as motos(ou melhor,os motociclistas)trazem para a sociedade.Mas qual a alternativa,qual a solução para esse problemão??? Nenhum,absolutamente nenhum.O poder público quer apenas que o cidadão use o transporte coletivo,mas esquece que tempo é dinheiro.O empresário e o político podem usar carros particulares (e carros oficiais) para suas atividades diárias.Agora o trabalhador e o estudante esses precisam se sacrificarem e deixarem o carro e a moto em casa e acordarem 2 horas antes para cumprirem com seus compromissos...Aí é fácil né!!! Daí é fácil falar em educação no trânsito...Façam o que eu mando,mas não façam o que eu faço!!!

Em 6 meses, hospital de SP atendeu 255 motociclistas e gastou R$ 3 milhões

De maio a novembro, o Instituto de Ortopedia do Hospital das Cínicas de São Paulo atendeu 255 pessoas que sofreram acidentes de moto. Destes, 84 precisaram de internação. Esses atendimentos custaram R$ 3 milhões. A maioria dos acidentados é homem.

As informações são de um estudo feito pelo hospital. Segundo o coordenador da pesquisa, o ortopedista Marcelo Rosa, apesar de os homens continuarem a ser a maioria dos motociclistas acidentados, o percentual de mulheres internadas chegou a 10%. "É o dobro do verificado em estudos anteriores", disse Rosa, por meio de nota.

Das 84 pessoas que precisaram ser internadas, 54% tiveram fratura exposta. A média foi de 18 dias de internação, sendo que 14% dos pacientes precisaram ser internados novamente após a alta médica.

A pesquisa também revelou que 67% dos pacientes afirmaram usar a moto apenas como meio de transporte e não como veículo de trabalho.

"O acidente com motocicleta gera grandes danos para o acidentado, seus familiares e para toda a sociedade. Além das vultosas despesas financeiras para tratamento e reabilitação, os acidentes trazem conflitos emocionais para todos os envolvidos, inclusive com mudanças drásticas nas condições de uma vida ativa para uma condição de dependência", afirmou, por meio de nota, a assistente social do instituto, Kátia Campos Anjos.

Segundo o hospital, dos 84 motociclistas internados avaliados na pesquisa, 45% afirmaram nunca terem sofrido acidente de trânsito. A maioria dos acidentes ocorreu em colisões com carro e mais de 70% dos acidentados disseram conhecer as leis de trânsito e não terem sido imprudentes.

O estudo também aponta que 66% dos acidentes aconteceram no horário comercial e 71% dos envolvidos são jovens.

Fonte:Folha de São Paulo(18/07/2010)

As motos em Santa Catarina

As cidades catarinenses que mais possuem motos são essas:

1º lugar:Brusque(pensei que era só na Copinha...Eita!!!)
2ºlugar:Blumenau
3ºlugar:Itajaí
4ºlugar:Florianópolis
5ºlugar:Chapecó
6ºlugar:Jaraguá do Sul
7ºlugar:Balneário Camboriú
8ºlugar:Criciúma
9ºlugar:Joinville
10ºlugar:São José

Frota de moto supera a de carro em metade do país

Mapeamento a partir de dados do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) mostra que 46% dos municípios, onde vive um a cada quatro habitantes do país, têm uma frota onde as motos são majoritárias, informa Alencar Izidoro em reportagem publicada na edição deste domingo da Folha de São Paulo.

Veja as 150 cidades com mais veículos por habitante

O índice se limitava a 26% no começo da década. Na média, a cada três dias uma nova cidade entrou na lista. Embora esse domínio esteja concentrado em municípios pequenos e médios, são claros os sinais de avanço em grandes centros urbanos.

Especialistas reconhecem a importância das motos para a mobilidade das pessoas. O resultado social, entretanto, é considerado negativo. O número de motociclistas mortos no país saltou de 725 em 1996 para estimativas acima de 8.000 no ano passado.

O aumento da frota de carros no Brasil nos últimos cinco anos foi de 40%, menos de metade do ritmo de crescimento das motos -105%. Mesmo assim, há mais carros (35,4 milhões) do que motos (15,3 milhões) no país devido às grandes capitais.

Fonte:Folha de São Paulo(18/07/2010)

sábado, 17 de julho de 2010

Curso de braille para a comunidade em geral

A Sociedade Cultural Braille (SCB), com o apoio do Setor Braille da
Biblioteca Pública Prefeito Rolf Colim, oferece um curso de capacitação
para todas as pessoas que desejam promover a inclusão educacional,
profissional e social de um modo geral, das pessoas com deficiência
visual.

O curso capacitará os participantes na leitura e escrita pelo sistema
braille, além de abordar outras questões pertinentes às pessoas com
deficiência visual, como o uso do sorobã nas operações básicas da
matemática, técnicas do guia vidente, preparação de atividades
adaptadas, e outros, conforme conteúdo programático abaixo.

A carga horária total do curso será de 40 horas aula divididas em 13
encontros.

Através de vivências de situações próprias dos deficientes visuais, os participantes
perceberão
na prática como poderão colaborar para a eliminação de barreiras que prejudicam a inclusão
das pessoas
cegas no lazer, no trabalho, na educação, etc.

Data e horário: de 11/08/2010 à 24/11/2010, sempre às quartas-feiras, das
19:00 horas às 21:15 horas.

Local: Casa da Inclusão do SESI, rua Ana Maria Harger, 71, próximo ao
hospital São José.

Investimento: 4 parcelas de 50 reais. (neste valor já está incluso o
material do curso, inclusive a reglete, utensílio utilizado para
escrever em braille).

Certificação: Certificado emitido pelo SESI Escola.

Matrículas no local do curso, no endereço citado acima.

Mais informações pelo telefone: 3422-5054 ou pelos e-mails:
osmar.pavesi@joinville.sesisc.org.br
scb@culturalbraille.org.br


Conteúdo programático:

Em todos os encontros será praticada a leitura e escrita Braille, além
da abordagem dos seguintes temas:

- O deficiente visual no contexto histórico;
- Mitos e realidades sobre o deficiente visual;
- Dicas para uma boa convivência com deficientes visuais;
- Aspectos psicológicos do deficiente visual e seus familiares;
- O deficiente visual com visão parcial;
- Principais patologias;
- Utensílios de apoio à pessoa com baixa visão;
- Sintomas e comportamentos que denunciam a baixa visão;
- O que é Orientação e Mobilidade;
- A importância da OM para o deficiente visual;
- Técnicas do guia vidente;
- As tecnologias assistivas para deficientes visuais;
- Etapas da alfabetização pelo método Braille;
- O uso do sorobã na matemática;
- Adaptação de materiais para deficientes visuais;
- Prática de atividades adaptadas para deficientes visuais.

Jec e sua grande caminhada rumo à Série A em 2013...


...Pois é gente!!! Toda grande caminhada começa com um primeiro passo.Sucesso ao Joinville Esporte Clube.

Os preços no varejo estão caindo mesmo???

Segundo medição da Fecomercio (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo), os preços no varejo paulista recuaram, em média, 0,06% em junho. Em maio, tinham avançado 0,22%, e no ano acumulam alta de 1,62%.

No mês passado, os preços praticados nos supermercados caíram 0,71%. As maiores quedas foram verificadas em itens como adoçantes, legumes, leite e aves. Nas feiras livres, a redução foi de 2,94%.

Mas sempre há quem duvide dos números da inflação, dizendo que na verdade os preços estão subindo, e a um ritmo maior do que o mostrado pelo resultado das pesquisas.

Essa discordância se deve, primeiro, ao trauma da hiperinflação –muita gente que viveu a época do descontrole dos preços ainda não se acostumou com a estabilidade.

Além disso, a variação dos valores é sentida de forma diferente por cada família, porque a inflação é uma média: cada um presta atenção nos produtos que consome.

No orçamento das de classe mais baixa, por exemplo, a alimentação é o que pesa mais; então, aumentos ou diminuições de preços desses gêneros acabam sendo percebidos mais fortemente por tais consumidores. Da mesma forma, os estratos de renda elevados sofrem mais com reajustes nas mensalidades escolares.

Autora: Denyse Godoy
Fonte:Portal IG(16/07/2010)

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Sobre a neve em Joinville

Sabe por quê está tão frio em Joinville???
R: É porque o "Carlitos" congelou o salário dos funcionários públicos. (sic!)

Paulo Curvello

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Neve em Joinville???


Quem sabe...Do jeito que está caindo a temperatura,é possível sim nevar na região do Rio do Julio que fica no alto da serra Dona Francisca e que pertence ao municipio de Joinville.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Cidade brega ou chique???

Esse lance de modismo me preocupa em relação a Joinville.A cidade consegue ser mais brega do que chique em muitas ocasiões.O que falta é personalidade.Deixamos de ser referência e viramos importadores(imitadores) de costumes dos outros.Sim!!! Sim!!! Sou bairrista.

A resistência do enxaimel em Joinville


A bela casinha enxaimel ao lado do grande prédio.Até quando a história de Joinville conseguirá resistir ao enfrentamento do mercado imobiliário???

terça-feira, 13 de julho de 2010

Ela mudou as estruturas...


...14 de julho,aniversário da Grande Revolução Francesa.

Quem mais se aproveita da desgraça alheia.

Leitores, podem notar que sempre após uma desgraça pessoal, familiar, os vampiros da audiência saem da toca e transformam-na em tragédia nacional.

São tantas autoridades, especialistas, dando entrevistas e mais entrevistas.

E o fazem com ar teatral de dar inveja ao “Alberto Roberto”, personagem de Chico Anyzio.

Os jornalistas fazem sua parte. Se aquele fato, por mais desagradável que seja, é notícia, eles vão ao encontro dela.

Repetem a exaustão, pois é o seu serviço e a audiência está nas alturas.

E os parentes? Como a mãe de quem morreu brutalmente, está disposta a dar tantas entrevistas?

O que faz um irmão dando várias entrevistas de cabelo arrumado, terno e gravata na TV?

Se tivessem matado um irmão meu, a cada vez que me colocassem um microfone na minha frente eu pediria justiça, de Deus, da lei ou dos homens (no caso os presos companheiros do vagabundo dentro da cadeia).

Qualquer pessoa normal estaria abalada, triste e chorando copiosamente.

Mas o que se vê, são “parentes” que se aproveitam da situação. Corre o risco de uma irmã, prima, da vítima sair pelada numa revista masculina. Ou os irmãos lançarem uma dupla sertaneja no Faustão.

Lembram como o pai do Michael Jackson trouxe os holofotes para si após a morte do filho, com o qual não se relacionava a tempos?

Podem notar que estão belos e formosos dando várias entrevistas, por vezes sorrindo.

Sorrindo de quê?

São uns parentes de “Mércia” mesmo.

Paulo Curvello

Balneário Camboriú

curvell@terra.com.br

"Os voluntários do imprevisível",por Paulo Curvello

Nossa briosa corporação o Corpo de Bombeiros Voluntários de Joinville está de aniversário.
São 118 anos de serviços prestados em Joinville.
Fundada em 13 de Julho de 1892 , o CBVJ é um orgulho para a cidade.
Prestem atenção em alguns dos nomes e sobrenomes dos idealizadores.

Aos 41 anos de idade e com cerca de 15 mil habitantes, Joinville "ganhou" em 13 de julho de 1892, o corpo de bombeiros voluntários. Com a crescente prosperidade econômica da cidade, as construções de casas e comércios estavam em prática, e, junto a elas, começaram os incêndios. Então, com o intuito de proteger a comunidade surgiu o Corpo de Bombeiros Voluntários de Joinville.
Os bombeiros voluntários são umas das mais preciosas e dedicadas instituições da Alemanha. Com um sentimento elevado de solidariedade e com o espírito disciplinado dos alemães, é que surgiu a iniciativa de instalar os corpo de bombeiros voluntários também em Joinville. A exemplo do que ocorria nas cidades da Alemanha, os primeiros imigrantes da então colônia Dona Francisca resolveram dar um basta no corre-corre da população com panelas e baldes para acalmar as brasas que consumiam os imóveis de madeira.
.Em 4 de julho de 1891, um incêndio consumiu o comércio do Sr. G. B. Trinks, a população tentou salvar o imóvel, mas era quase impossível. Um ano depois, em 07 de julho de 1892, mais um incêndio destruiu a casa do Sr. Henrique Walter. Uma comissão de moradores foi criada. Faziam parte dela os Srs. Frederico Hudler, Wassermann, João Colin, Otto Boehm, August Urban e Otto Gelbke. Seis dias depois deste último incêndio devastador, foi criada oficialmente uma corporação que combatateria o fogo.
O Corpo de Bombeiros Voluntários de Joinville começou com um presidente, o Sr. Victor Mueller e demais 37 soldados (Dr. Carlos Lange, Oscar Antonio Schneider, W. Wewetzer, Alexandre Schlemm, H. Hille, Frederico Stoll, E. Stamm, Carl Parucker Junior, Otto Delitsch, Paul Stamm, E. Wasseramnn, Frederico hudler, Edmundo Uhlemann, Hermann Stein, D. Sellmer, Carl G. Etzold, Francisco Schedel, Augusto Fissmer, Eduardo Miers, G. Raschke, T. Kreutz, W. Berner, Francisco Lepper, Paulo Schoof, C. Schmann, Félix Heizelmann, Otto Boehm, C. Gruensch, Max Friedrich, João Karsten, O. Gelbcke Junior, Wilhelm Walther, F. Timm, W. manteufel, C. Isensee, Mathias Herkenhoff, Eduardo Hoffmann Carl Urban e Eduardo Loss), os quais prestaram juramento.
Somente em 1913 é que o corpo de bombeiros voluntários instalou-se em sede própria. Com os lemas: "Um por todos e todos por um" e "Em nome de Deus e em defesa do próximo", é que os voluntários prestavam preciosos serviços à comunidade. E, nenhum desses soldados poderia ter uma vida promíscua. Era exigência da corporação que todo soldado fosse honesto e másculo. Sobriedade, pontualidade, perseverança, disciplina e obediência hierárquica eram obrigações de um soldado.
Durante a Segunda Guerra Mundial, o CBVJ foi a única instituição alemã no Brasil a permanecer em funcionamento, com reconhecimento de sua utilidade pública.
Até o ano de 1972, o corpo de bombeiros era apenas composto por voluntários. Com o desenvolvimento urbano de Joinville, foi criada uma equipe fixa e remunerada. Os voluntários passaram a ser incorporados nos sinistros de maiores proporções. Hoje, os bombeiros funcionam com a indispensável função de segurança, em qualquer emergência. Deixaram a muito tempo de atuar somente nos casos de incêndio. Possuem equipamentos e automóveis de alta tecnologia, e representam a garantia de salvação e defesa tanto de patrimônios materiais, como de vidas.
Até o ano de 1972, o corpo de bombeiros era apenas composto por voluntários. Com o desenvolvimento urbano de Joinville, foi criada uma equipe fixa e remunerada. Os voluntários passaram a ser incorporados nos sinistros de maiores proporções. Hoje, os bombeiros funcionam com a indispensável função de segurança, em qualquer emergência. Deixaram a muito tempo de atuar somente nos casos de incêndio. Possuem equipamentos e automóveis de alta tecnologia, e representam a garantia de salvação e defesa tanto de patrimônios materiais, como de vidas.

Fonte: Livro Os Voluntários do Imprevisível, de Apolinário Ternes.
Paulo Curvello

Sonho burguês

"Com a ruptura das antigas comunidades veio a ruptura da antiga sociedade da classe trabalhadora, que foi substituida pelo individualismo isolado dos novos e estéreis lares. Os vizinhos agora nunca são vistos, já que passam apressados em automóveis e, como os bairros se tornam mais perigosos e desagradáveis devido ao tráfego crescente, cada vez mais pessoas passam a se refugiar no conforto de suas casas"
AUFHEBEN (NED LUD)
Andar a pé na noite é uma atitude suspeita, o aceitável é conduzir um carro.

Buenas
Marcello Dalla Vechia