sábado, 22 de maio de 2010

Continuação da coluna do Maceió

  • Pergunta básica

    O torcedor do JEC, a esta altura, há de perguntar: como a dupla da Capital e o Criciúma, que há oito anos estava atrás de nós, hoje está na nossa frente? Primeiro porque nos nossos coirmãos, a política não ingere na administração do clube e, aqui, a cidade inteira sabe o que houve!

  • Padrinhos ricos

    Além disso, a administração deles foi melhor do que a do JEC. Moacir Fernandes, presidente do Criciúma, com apoio de amigos empresários – entre eles, o falecido Jorge Zanatta – bancou três conquistas nacionais. Idem o dr. Zunino no Avaí e Paulo Prisco Paraíso no Figueirense. Com parcerias sólidas com agentes Fifa, investiram no patrimônio e em times de ponta.

    E o que aconteceu com o JEC? Ficou seis/sete anos na penumbra, vivendo das glórias do seu passado. Quando foram se dar conta, o time perdera todas suas graduações no ranking da CBF e, agora, tem que recomeçar da estaca zero.

  • Fonte:Jornal A Notícia(23/05/2010)

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